Fala Produtor
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PROMAM EMPREENDIMENTOS Santarém - PA 05/07/2011 00:00
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SILENO FOGAÇA Registro - SP 05/07/2011 00:00
Senhores, por favor, vamos incluir a bananicultura como cultura consolidada em áreas de APP. No Vale do Ribeira/SP são centenárias, nos Estados do PR, SC e RS existem há aproximadamente 50 anos. Desconsiderar isto é permitir a invasão de bananas de alguns países da América do Sul e principalmente da América Central, contribuíndo com o aumento da misérias destes países, onde a mão-de-obra é explorada (Revista Superinterssante- Repúblicas das Bananas). O novo Código tem que reconhecer as culturas em áreas consolidadas..., é uma questão de coerência histórica, pois o Estado permitiu isto no passado.
Comentário referente a notícia: [b]Código Florestal: Ministra diz que produção agrícola em APP é inaceitável[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=91699
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Telmo Heinen Formosa - GO 04/07/2011 00:00
Senhor Paulo Roese, olhe no site http://www.pronaf.gov.br e veja os detalhes de caracterização para os beneficiários do PRONAF. Acho que o Faturamento bruto vai até R$ 130.000,00 não?
Comentário referente a notícia: [b]Confira as principais notícias agrícolas desta manhã de segunda-feira[/b]
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paulo roese Porto Alegre - RS 04/07/2011 00:00
Uma informação: Pode um produtor da Agricultura Familiar produzir mais de R$ 9.000,00 por ano? Por que o custeio está limitado a esse preço?
obrigado
Comentário referente a notícia: [b]Confira as principais notícias agrícolas desta manhã de segunda-feira[/b]
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victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 04/07/2011 00:00
Agora que o Carrefour vai comprar o Pão de Açucar (ou vice versa) com dinheiro do BNDES, os franceses fornecerão alimentos para os agricultores brasileiros..., se não tiverem, eles fazem uma paralela, trazendo o alimento que eles produzem no Nordeste, que é o quintal deles (ainda mais agora com o Rio São Francisco pra irrigar...) esse é o motivo desta pressão pra tirar tres milhões de brasileirinhos que vivem de sua plantaçãozinha nas APPs... Quem for contra é só usar a bola... Não sabe o que é bola...Bola é o "por fora"...Não sabe o que é porr fora? Comissãozinha pela ajudazinha, traiçãozinha... Judas se vivesse hoje seria santificado!
Comentário referente a notícia: [b]Código Florestal: Ministra diz que produção agrícola em APP é inaceitável[/b]
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Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 04/07/2011 00:00
Caro Dalzir Vitoria, de Uberlandia (MG): infelizmente esta situação tende a ficar pior, nós da cafeicultura ja estávamos avisando sobre o descaso do governo com a cadeia produtiva há muito tempo. No caso dos suinocultores, o tempo de escravidão, segundo sua declaração, foi de 5 anos, mas no nosso caso (cafeicultores) foram 10 anos. Gritamos, marchamos em Varginha, fomos a Brasilia e nada, nada, nada.....
Promessas ouvimos muitas, aliás o SANTUARIO DE NOSSA SENHORA APARECIDA DEVERÍA SER MUDADO PARA BRASILIA.
São tristes as noticias que tenho a lhe dar: não espere nada de nossa bancada ruralista, pois são produtores como nós, e estão interessados em cada um salvar o seu. A prova maior disso, é que, até hoje, nunca tivemos uma negociação digna das dividas do setor agricola, pois assim sempre seremos um curral eleitoral.
abraços.
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claudio heleno cassol santa maria - RS 04/07/2011 00:00
É preciso deixar bem claro que a queima de sujeiras, pequenas boleiras de materiais mortos, não é queimar florestas. E nem queimar micro-organismos. O que preocupar os "AMBIENTALISATAS" e "PARLAMENTARES deveriam ser os DEJETOS E FLUORETADOS das FÁBRICAS, além dos ESGOTOS A CEU ABERTO NAS CIDADES. Ali ninguém se preocupa. Meditem...
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Telmo Heinen Formosa - GO 04/07/2011 00:00
Este tipo de conta só serve para enganar os trouxas, mas vira-e-mexe torna-se manchete. No conceito empregado, 1,6% é um numero ridículamente baixo porque não considerou nem o número de dias úteis do período e muito menos cogitou eventual aumento ou não na exportação de farelo e até e mesmo os incrementos na exportação de carne(s). Além disso tudo qual era o estoque inicial e final no destino analisado. Solução? Fazer estatísticas com base móvel de 60 meses ou, na pior das hipóteses, de 24 meses. Pior do que estes jornalistas ignóbeis são os analistas que crêem nestes numeros furados.
Comentário referente a notícia: [b]Exportação de soja do Brasil cai 1,6% no 1º semestre[/b]
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Telmo Heinen Formosa - GO 04/07/2011 00:00
Quanto mais baixos os juros, maiores são os rigores na concessão de empréstimos e mais alto se torna o custo de oportunidade. Ao mercado este falso beneficio emite sinais de bonança e o reflexo é o seguinte: Preços dos bens a serem financiados, cada vez mais altos. Resultado, o tiro sai pela culatra mas ninguém percebe. A verba é a mesma do ano passado, 16 bilhões dos quais só foram acessados 10 bilhões e na nova safra não será diferente, talvez piore diante do rigor mais severo ainda para concessão dos empréstimos. Muitos agricultores "familiares" acabam tomando financiamentos do Pronamp ou da Agricultura Empresarial, de documentação mais expedita.
Comentário referente a notícia: [b]Plano Safra vai permitir expansão da produção e da compra de máquinas e sementes, diz Dilma[/b]
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Telmo Heinen Formosa - GO 04/07/2011 00:00
Talvez o milho que será produzido a menos em função das geadas, seja aproximadamente a mesma quantidade que seria consumida pelos suinos que produziriam a carne para Russia e outros. No frigir dos ovos o impacto dos dois fatos no mercado seja de empate.
Comentário referente a notícia: [b]Na BM&F, milho avança com risco de geadas ainda presente[/b]
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joao luiz ryzik floresta - PR 04/07/2011 00:00
Aqui no Paraná o milho de boa qualidade já era; se der para salvar, será no máximo 30%; o resto vai ser milho de baixo padrão; tanto faz se, daqui prá frente, gear ou não; não tem mais nada pra estragar... as geadas que vieram a um semana fizeram o serviço completo.
Comentário referente a notícia: [b]Na BM&F, milho avança com risco de geadas ainda presente[/b]
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otiliano rodrigues Guanambi - BA 04/07/2011 00:00
Gostaria de saber como a região de Luiz Eduardo Magalhães pode contribuir no preço do algodao no Brasil, tanto pra alta como pra baixa da cotaçao por arroba... ou nao faz diferencia, sendo o que MT e SP é quem comandam os valores do mercado, ou seja, como referencia regional mesmo, só aqui na regiao...
Comentário referente a notícia: [b]Imea divulga relatório de acompanhamento de lavoura de algodão e milho[/b]
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Wanderley do Nascimento Costa Sorriso/MT - MT 04/07/2011 00:00
Nessa brincadeira de mau gosto, vejo a nossa FERROVIA (que atenderia à região norte do MT) cada dia mais distante. Já era visível que que o Governo Dilma iria agir rápido, assim que pudesse, para evitar ter que cumprir com esse compromisso firmado. Vemos um Governo que gastou o que poderia e não poderia para se manter no comando, e agora esperneia-se para ter que honrar os compromissos de campanha assumidos com os PACs.
A VALEC, uma das empresas envolvidas, é a principal empresa contratada para fazer as obras da FERROVIA, e o PAGOT, uma das forças que o PR tinha para trazer obras para o MT. Gostaríamos que nossa presidente DILMA agisse rápido assim, quando as denúncias envolvendo "companheiros" também fossem relatadas.
Comentário referente a notícia: [b]Dilma manda demitir Pagot, do Dnit, e a cúpula do Min. dos Transportes[/b]
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MATSUO NAKAMOTO Campinas - SP 03/07/2011 00:00
O Estadão deste domingo noticiou que estaria ocorrendo uma corrida aos cartórios para fracionar as propriedades em glebas menores, em razão da possibilidade, prevista na reforma do Código Florestal, de desobrigar propriedades de até quatro módulos fiscais de manter áreas de reserva legal. (NR: Não há possibilidade legal para tal fracionamento. A Lei aprovada na Câmara define junho/2008 como limite para o parcelamento. Portanto, o beneficio alcançou quem, antes da data-limite, tinha propriedade abaixo de 4 módulos. Após esta data, passa a vigorar o que está atualmente definido)...
Todavia, há que se considerar que, na maioria dos casos, o “condomínio voluntário” de um imóvel (denominação dada pelo novo Código Civil) surge em decorrência da sucessão hereditária.
Quando os herdeiros condôminos se mantêm indivisos na administração do todo do imóvel, surge a figura do condomínio “pro indiviso”, ou seja, abrange a comunhão de fato e de direito.
Mas, existe também o condomínio “pro diviso”, que se apresenta quando os condôminos, com a aprovação tácita recíproca, se instalam em parte da área comum e sobre ela exercem todos os atos de proprietário singular e com exclusão de seus consortes, como se já houvesse a gleba sido partilhada. É uma situação de fato que não corresponde a uma situação de direito. Ocorre com muita freqüência e, por isso, a jurisprudência tem prestigiado essa situação de fato, concedendo, ao condômino dessa maneira localizado, proteção possessória.
Ora, o condomínio é um estado transitório, razão pela qual, está previsto no artigo 1.320 do Código Civil que, a todo tempo será lícito ao condômino, desde que divisível, exigir a divisão da coisa comum. Tanto é verdade que, no Estado do Rio Grande do Sul, a Corregedoria Geral da Justiça baixou o PROVIMENTO nº 07/2005-CGJ/RS, instituindo o “Projeto Gleba Legal”, objetivando a regularização parcelas de imóveis rurais registradas em condomínio, porém em situação localizada, ou seja, "pro divisas".
Logo, conclui-se que nem sempre o pedido de fracionamento de um imóvel rural decorre de um oportunismo ou má-fé do proprietário. Muitas vezes, são os condôminos de um imóvel rural que buscam, legalmente, a divisão da coisa comum.
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ademir fontana santa terezinha de itaipu - PR 02/07/2011 00:00
TRF suspende decisão e mantém fazendeiros em terra indígena em MT - Decisão deixa clima tenso entre xavantes e produtores em Alto Boa Vista (MT): O Tribunal Regional Federal da 1º Região (TRF), em Brasília, determinou a permanência das sete mil famílias de não índios que vivem na Terra Indígena Marãiwatsede, em Alto Boa Vista, a 1.064 quilômetros de Cuiabá. A determinação suspende a decisão da Justiça Federal de Mato Grosso de retirar, em 20 dias, os produtores da área de reserva de 165 mil hectares.
De acordo com a decisão do TRF, os produtores vão permanecer no local até que a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Ministério Público Federal (MPF) apresentem uma solução viável para a retirada das famílias. No entanto, a assessoria de imprensa do MPF informou que a previsão é de que o plano seja apresentado ainda neste mês.
saiba mais
Justiça Federal dá 20 dias para polícia retirar fazendeiros de terra indígena
Governo tenta convencer indígenas a desistir de terra 'sagrada' em MT
O conflito já ocorre há 40 anos. Os índios da etnia Xavante dizem que a área em disputa é sagrada e que não vão abrir mão da terra. Do outro lado, os fazendeiros alegam desenvolveram a região e não têm para onde ir.
História
De acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai), a terra pertence aos índios. A Fundação alega que há registros históricos, como fotos antigas, que mostram a presença dos xavantes na região antes de o grupo ser retirado e transferido para uma aldeia perto de Barra do Garças, a 516 km da capital.
Na década de 60, com a ajuda do Governo Federal, os indígenas foram retirados da área e levados para uma aldeia distante mais de 400 quilômetros da região. Na época, a terra foi desocupada, vendida e loteada.
Sabemos que está nas mãos de Deus, mas é muito doloroso perder tão bruscamente um amigo, cliente e sobretudo um Homem de Bem... À família, amigos, parentes: que Deus ilumine vocês.
Rejane/Santarém
Comentário referente a notícia: [b]Morre de infarto fulminante Odenir Ortolan, presidente do Sindicato de Campo Novo do Parecis[/b]
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