Fala Produtor
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Luiz Prado Rio de Janeiro - RJ 06/06/2011 00:00
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Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS 06/06/2011 00:00
Prezados Ana Freitas e outros! Cumprimentos pelos comentários! Já ouvi dizer que, no poder judiciário, uns acham que são Deuses e outros tem certeza que são. Eu não estranho a posição do desembargador porque no Brasil é assim... Os ambientalistas sabem que a causa ambiental fascina qualquer pessoa, é um produto facilmente vendável. Mas o mais grave é que provavelmente esse desembargador seja um "cara pálida", nunca "pega"sol e o resultado é esse: "filósofo da sobra"! Seu José Renato, em vez de ler Gonçalves Dias e de se alimentar de poesia, procure ler o Gênesis 1-29-30 onde o criador de todos disse: "Eu vos dou as ervas e as árvores para que as cultivem, para que produzam frutos que lhes sirvam de sustento".... Será uma leitura mais real e faça o senhor pensar em "só abrir essa boca quando tiver certeza"... Se o senhor quer conversar com quem precisa preservar o meio ambiente, porque vive dele, fale com um produtor rural, e se falar de produtor rural, não fale de boca cheia e nem de cabeça vazia!... Mas vamos em frente porque é por isso que devemos produzir alimentos, preservar o meio ambiente e defender tudo isso em Brasília para o bem do Brasil!
Abraços.
Almir rebelo
Comentário referente a notícia: [b]Escárnio ao verde, do Blog do Desembargador José Renato Nalini[/b]
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Lindalvo José Teixeira Marialva - PR 06/06/2011 00:00
A realidade é uma só, ninguém quer saber da roça..., daqui há alguns anos não vamos ter mão-de-obra na agricultura e, quem quiser colher, vai ter que plantar... Em recente visita à Europa tivemos o desprazer de sentir de perto a falta de interesse pela agricultura; não tem ninguém na lavoura, só idosos acima de 60 anos pois os novos estão todos indo para a cidade..., isto lá! one contam com 40% de subsididos em investimento em máquinas, equipamentos e benfeitorias pela UE, estradas asfaltadas, internet e telefonia em todos os lugares, enfim tudo ok..., e aqui??? que não tem estrada, não tem telefone, internet é coisa do futuro, estradas rurais é um lixo. Por isso que eu digo: "SER AGRICULTOR NO BRASIL É SER HERÓI" (eu disse agricultor, não picareta...). Precisamos mudar essa realidade e criar programas para termos sucessão familiar no campo e ativar o interesse dos jovens pela agricultura, mostrando ganhos, renda e as vantagens de uma vida saudável no campo, principalmente na criação e educação dos filhos. Saudações companheiros agricultores, vamos em frente... que o Brasil é da gente.
Comentário referente a notícia: [b]Novo Código Florestal: uma guerra de números e de interpretações[/b]
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Silvio Cesar Schantz Lucas do Rio Verde - MT 06/06/2011 00:00
É com notícias dessas que vamos apanhar até aprender... parabéns!!!!!!!!!!
Comentário referente a notícia: [b]Soja: Lucro da safra em Mato Grosso chega a 300%[/b]
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Elton Szweryda Santos Paulinia - SP 06/06/2011 00:00
Aldo Rebelo conseguiu um feito historico, é o primeiro politico de esquerda, do partido comunista, a ter todo o respeito dos produtores rurais brasileiros..., possui discernimento racional, corajoso, nacionalista, deixou no chinelo o Lula, a Dilma e cia, e inclusive o FHC..., muito bem ALDO!!!, e continue sendo coerente como foi no caso dos transgenicos e agora no código florestal..., siga em frente, dando seu exemplo para os demais politicos brasileiros. PARABENS.
Comentário referente a notícia: [b]Aldo Rebelo comenta o novo Código Florestal durante o programa Canal Livre na Band[/b]
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Elton Szweryda Santos Paulinia - SP 06/06/2011 00:00
Uma recente pesquisa de opinião publica sobre a confiança que os brasileiros tem e depositam sobre o poder judiciario brasileiro, mostrou que um pouco mais de 40% da população confiam em desembargadores, promotores, juízes, ministro do supremo, etc... isso demonstra bem que o Brasil, infelizmente é um país ao avesso..., juizes, desembardores, etc. se julgam a elite do país, com salarios de verdadeiros marajás, trabalham pouco, e parecem que moram em outro país, não se atendo as realidades brasileiras, nesse caso especificamente, com relação às multas e imposição de sentenças crueis, e fora da realidade brasileira.
Comentário referente a notícia: [b]Escárnio ao verde, do Blog do Desembargador José Renato Nalini[/b]
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Claudio Luiz Galvão Cuiabá - MT 06/06/2011 00:00
É para que nós, produtores rurais, não fiquemos à mercê pessoas assim que nossos politicos tem que, primeiro, esclarecer a opinião publica sobre o novo código..., pois parece que este desembargador não leu o texto ou pior, se leu, faz questão de passar a informação errada, quem sabe para tentar justificar seus julgamentos, onde negou a apelação de demolir casa de anciãos e crainças..., será que este desembargador sabe que alimento precisa de terra para ser cultivado??/ ou acha que os alimentos nascem em gondolas de supermercados???.
Comentário referente a notícia: [b]Escárnio ao verde, do Blog do Desembargador José Renato Nalini[/b]
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Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 06/06/2011 00:00
Senhora Ana freitas, parabéns pelo belo comentário!
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Vanderlei Assinck Não Me Toque - RS 06/06/2011 00:00
Pois é....... As notícias que vem sobre o clima sempre são lançadas na mídia desta forma: "A seca deste ano é a maior dos últimos 60 anos, ou dos últimos 40 anos". Mas há 60 anos, o mundo era tomado por florestas e também tinham catastrofes climáticas, será que a nossa natureza não tem esta evolução natural? Não quero, de jeito nenhum justificar os desmatamentos iregulares, mas acho que tem muito exagero nesta babozeiras todas.....
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Ana Freitas Fartura - SP 06/06/2011 00:00
O sr. Renato Nalini foi um dos desembargadores que negaram provimento ao processo ambiental intimando a demolir casa de avós e da neta por estas estarem em APP, não se importando o quão prejudicial seria o feito para a vida das pessoas, considerando o prejuízo, transtornos financeiros, emocionais e morais da família. Dentro da ética ambiental deve-se resguardar também a ética humana para uma vida mais decente, equilibrada, saudável e respeitosa, considerando a lei como marco regulatório para tomadas de decisões e de justiça igualitária para todos. Antiético é mostrar-se justo a ferro e fogo dentro de um panorama minoritário e pobre, quando a maioria se vale das mesmas ações para estampar suas mansões em solos considerados irregulares por decretos e medidas provisórias, sem efeitos para os detentores do poder. Antiético é o lago das Furnas em Capítólio cuja matéria rendeu páginas de ostentação, luxo e riqueza no jornal Estadão, cujos proprietários empresários chegam ao local em helicópteros e desfilam suas caríssimas lanchas. Não há nenhum mal contra a natureza e nenhuma lei que diga que eles não podem. Antiético é condenar senhores de oitenta e poucos anos a tarefas subumanas muito além do que seu físico e sanidade mental podem agüentar, assim como antiético é ter coragem para demolir casa de criança que não tendo a sorte de ter um futuro promissor poderia ser a casa sua única guarida. Diante do fraco a justiça faz-se forte, diante do forte, faz-se cega. Das discrepâncias e divergências nascidas na casa da Lei nascem as injustiças sociais que geram abandono, desconfiança e lágrimas de revolta. Quando a lei for única tanto para ricos quanto para pobres, então haverá justiça, assim como para o caso em questão, necessário seria demolir grande parte do Brasil.
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Luiz Prado Rio de Janeiro - RJ 06/06/2011 00:00
O artigo é excelente pela ironia e por contribuir para arrancar "o véu da hipocrisia" - que não é mais véu, mas uma máscara mal ajambrada - das ONGs gringas sustentadas com dinheiro de governos e grandes poluidores, não porque tenha qualquer possibilidade de que a proposta seja acatada. Os EUA nunca aprovaram NA-DA, nem a Convenção Internacional da Biodiversidade. Não é agora que vão aprovar grana para desaparecer nos cofres do governo brasileiro, que não cosnegue regularizar a propriedade da terra nem mesmo no âmbito de suas undiades de conservação. É mais fácil mandar os chacais (nome dado aos agentes da CIA que iam na frente para desestabilizar governos antes do golpe final) das mega-ONGs do que aceitar uma equivalência em termos de proteção florestal e de recursos hídricos, até porque o Código brasileiro é totalmente idiota porque repleto de conceitos genéricos, enquanto lá as coisas são feitas NO CAMPO, NA VIDA REAL.
Comentário referente a notícia: [b]No Estadão: Código Ambiental Internacional[/b]
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vital José Martins Costa Velho Porto Alegre - RS 06/06/2011 00:00
Muito bem apropriado este artigo! Temos que levar a idéia da importância da preservação ambiental. Transformar este passivo ambiental em " commodity" e cobrar adequadamente a preservação do ambiente. Está na hora dos países desenvolvidos pagarem a parcela do seu desenvolvimento, oriundo de um forte descaso ambiental. A única solução para a preservação é a sua devida remuneração econômica.
Comentário referente a notícia: [b]No Estadão: Código Ambiental Internacional[/b]
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Giovanni Rezende Colinas do Tocantins - TO 06/06/2011 00:00
Não há nenhuma incoerência. O Brasil possui terras menos férteis que as dos EUA e de algumas partes da Europa, mas com clima mais favorável. O brasileiro consegue viver sendo massacrado. Lá eles não aceitam qualquer medida que prejudique seus padrões de vida. Os políticos refletem a sociedade brasileira = Idiotas. O povo é que elege seus representantes. Cada povo tem o governo que merece. Dar 80% da riqueza da Amazônia, em troca de nada, é muita burrice, ou pior, idiotice, ou pior ainda, cretinice, se alguém estiver "levando algum por fora".
Comentário referente a notícia: [b]No Estadão: Código Ambiental Internacional[/b]
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Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS 06/06/2011 00:00
Meu caro João Batista! Ontem foi comemorado o dia mundial do meio ambiente. A ministra do meio ambiente falou sobre a questão do lixo. Entendo que ela perdeu uma grande oportunidade para falar, se é que conhece, sobre o modelo brasileiro de produzir/preservando através do Plantio Direto na Palha onde o Brasil é o País em PRIMEIRO LUGAR no mundo em adoção dessa tecnologia com 30 milhões de hectares.
Também o Brasil é o País em SEGUNDO LUGAR no mundo na adoção da Biotecnologia, e esse casamento Plantio Direto/Biotecnologia é o que tem de mais moderno e eficiente em termos de preservação ambiental na produção de alimentos.
Antes de fazermos Plantio Direto, através do Plantio Convencional perdíamos 20 toneladas de solo/hectare/ano pela EROSÃO. Acabamos com essa catástrofe com o Plantio Direto. Antes da Biotecnologia, usávamos uma média de 3 kg de ingredientes ativos/ha para a produção, por exemplo, da soja convencional e diminuímos para uma média de 1,5 kg com a soja transgênica e substituímos os agroquímicos das classes toxicológicas mais violentas para o meio ambiente por outras menos violentas e isso concretizou essa revolução ambiental e a da produção brasileira.
Nesse momento em que discutimos o Código Florestal, mas cujo maior atingido será o Produtor Rural, achei muito pouco o que falou a Ministra do meio ambiente, mas eu já sei que Ela está armando contra o Brasil na RIO + 20 e, conforme acordo já firmado por ela com as ONGs, a aprovação do Código como foi na Câmara NÃO interessa a eles, e, por isso, João Batista, precisamos apoiar a idéia do Ministro Roberto Rodrigues de que seja votado o mais rapidamente no Senado pelo seguinte: primeiro queremos ter todos os Ex-ministros da Agricultura na linha de frente, defendendo a agricultura brasileira. Segundo, quanto mais demorarmos, eles apostam na diminuição de nossa mobilização e montarão estratégias de esfriar a grande vitória do Brasil na Câmara Federal, com a expressiva votação a favor do Novo Código florestal. Terceiro, os verdes, chefiados pelos Verdes, intensificarão a mobilização dizendo que o Novo Código se aprovado como foi, irá na contra mão dos compromissos já assumidos por eles na RIO + 20.
Desta forma precisamos chamar ao debate Cientistas brasileiros, como o Professor Molion, o professor Ricardo Felício, da USP e outros brasileiros, para desmontarmos a estratégia da aposta em nossa desmobilização para aprovar o que eles querem e que será irresponsável e desastroso contra o Brasil.
NÃO entremos nessa João Batista, vamos pra luta e Vamos sempre em frente!!
Almir Rebelo
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Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS 06/06/2011 00:00
Essa é uma das fórmulas para acabar com a farsa! Outra forma é, se aprovado um código que impeça nossos produtores produzirem alimentos em suas propriedades, (como é o propósito), deveria constar no novo código florestal brasileiro que, se tivermos que importar alimentos, que seja feito de países que tenham APPs e Reserva Legal com índices iguais aos do Brasil.
Mas eu quero recomendar a todos nossos amigos participantes do Notícias Agrícolas, que promovam palestras com cientistas brasileiros como o professor Molion ou o professor Ricardo Felício da USP, para que tenhamos coragem de enfrentar esse golpe montado pelos falsos ambientalistas para decretarem nossa miséria dentro de nosas propriedades e com ma cumplicidade da classe política e governo brasileiro.
Não podemos aceitar esse atentado contra nosso desenvolvimento. Assisti uma palestra com o professor Ricardo Felício que desmonta toda essa farsa armada por essa gente que morava na Câmara federal e agora vai estabelecer residência no Senado Federal.
Enfrentemos essa situação ou viraremos escravos dos vagabundos internacionais que pretendem nos impor uma ilusão de aquecimento global e outras imbecilidades. Se estão falando sério, qualquer atitude com relação a clima e coisa global tem que ser tomada pelo mundo todo. Se não for, essa já é a prova da mentira.
Portanto vamos à luta, ouvindo pessoas sérias sobre esse assunto. Ah! lembram da campanha eleitoral de 2010 que tinha um trio chamado de "três porquinhos"? É preciso explicar como aconteceu esse fenômeno da natureza onde um dos porquinhos parece que virou "gatinho"!
Abraços.
Almir Rebelo
Comentário referente a notícia: [b]No Estadão: Código Ambiental Internacional[/b]
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É..., a presidente da CNA tem que fazer um mea culpa! Por não ter radicalizado o suficiente para banir os zumbiealóides gringos pedindo à ABIN informações sobre a proveniência de seus recursos financeiros.