Fala Produtor
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Carlos Mello palmeira das missões - RS 17/05/2010 00:00
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jose renato da silva Uberlândia - MG 17/05/2010 00:00
Sobre o texto "Para tirar todo o milho e soja que estão parados em Mato Grosso serão necessários 180 bi-trens por dia... A falta de caminhões deverá elevar os custos do frete em todo o País", FAVOR CORRIGIR PARA 1.500 BI TREM POR DIA...... E NÃO 180 SOMENTE...
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com José Renato da Silva - Produtor Rural[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67509
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Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 17/05/2010 00:00
O Dr. Gustavo Baptista tem toda a razão e muito me surpreende que um jornal do porte do Diário de Cuiabá não tenha jornalistas que conheçam bem tal assunto, ou que não leram tudo o escrevemos aqui neste site, pois, assim, não fariam uma reportagem tão jocosa.
QUANTO MAIOR O SOL, CALOR E NIVEL DE CO2 MAIORES OS CRESCIMENTOS, AS PRODUTIVIDADES E O RENDIMENTO INDUSTRIAL DOS CULTIVOS E DA PECUÁRIA. ALIÁS O CO2, INCRIVELMENTE, EH CONHECIDO ENTRE OS CIENTISTAS SÉRIOS COMO O GÁS DA VIDA COLETIVA E O OXIGENIO COMO O GÁS INDIVIDUAL. O CO2 GERA ALIMENTOS PARA TODOS (as plantas, inclusive, pastagens respiram CO2 e com ele crescem e frutificam, produzindo oxigenio para humanos e animais), SEM OS QUAIS É IMPOSSÍVEL VIVER. JÁ O OXIGENIO, EMBORA FUNDAMENTAL PARA NOSSA RESPIRAÇÃO, SO BENEFICIA OS HUMANOS E ANIMAIS E QUE SÃO UM MINORIA, DIANTE DE UM PLANETA QUASE QUE TOTALMENTE VEGETAL, INCLUINDO OS PLACTONS.
Comentário referente a notícia: [b]Cientista afirma que aquecimento global é natural e pode favorecer a agricultura[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67526
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Adilso Bellaver Toledo - PR 17/05/2010 00:00
Ronaldo, fazer o que com o trigo?? É simples, não plante. Também sou agricultor, nunca planto trigo nem milho safrinha e estou me mantendo e sobrevivendo. Chega de dar dinheiro para os atravessadores, quem ganha dinheiro com cultura de inverno, na situação que estamos, são apena as empresas que nos vendem os insumos e não nós. Vamos acordar produtores... vamos plantar milho e soja no verão e colher melhores resultados para o nosso bolso e não de terceiros
Comentário referente a notícia: [b]Trigo: incógnitas na safra de inverno[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67439
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José Manfio Jr. Assis - SP 16/05/2010 00:00
Nos ultimos anos, produtores americanos de soja e milho vem tendo alguns probleminhas na safra, mas nada que comprometa tanto o resultado final. Então há de esperar mais uma grande safra, e onde irá parar o preço da soja?? Sim, o que ja é ruim poderá ficar ainda pior, e não se trata de fazer previsões pessimistas e sim constatar a realidade..., aqui mesmo na nossa região de Assis/SP parece que vai dar uma safrinha boa e não se sabe nem aonde armazena-la pois todo mundo só vende o necessário para tocar o barco, pois o preço esta horrivel..., se o governo não tomar nenhuma atitude, nossa região, que está parando, vai parar por completo....
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silvana silveira dobler Santo Ângelo - RS 16/05/2010 00:00
A agricultura se tornou uma atividade de risco igual ao trafico de drogas, desvio de dinheiro publico, entre outros... só que o nosso negocio só deixa lucro para os outros e a gente continua nos endividando a cada ano que passa..., acorda Brasil, vamos mudar isso nas eleições ou estamos perdidos.
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Lindalvo José Teixeira Marialva - PR 15/05/2010 00:00
Estou preparando o pessoal de Marialva (PR) para ir até Brasilia; temos que mostrar nossa força e principalmente nosso valor para este país, que nasceu da Agricultura e continua dependendo muito dela.
Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Presidente garante votação do Novo Código Florestal no Congresso ainda em junho[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67295
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 15/05/2010 00:00
Sr. João Olivi, estive matutando e cheguei a uma conclusão. As noticias sobre a instabilidade politica na Tailandia com certeza vÃO impactar no preço do açucar no mercado internacional , pois é um País exportador de 3,5 milhões de ton. , principalmente para os paises asiaticos, inclusive CHINA, onde a demanda está sempre em alta... A queda dos subsidios aos produtores de beterraba nos paises do leste europeu em 2003/2004 criou um "vácuo", na época de 5 milhões de ton. e um tremendo alvoroço no mercado..., acho que a coisa vai se repetir, não no mesmo nível, mais vai. A COSAN é uma empresa que sempre " sai na frente", e ontem li uma noticia que ela vai direcionar, nesta safra, um volume maior da produção para o AÇUCAR..., isto vem reforçar a minha humilde previsão .
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RONALDO ZAMBIANCO Wenceslau Braz - PR 14/05/2010 00:00
ESTAMOS COM DIFICULDADES PARA VENDER O TRIGO DA SAFRA PASSADA 2009, MAS JA ESTAMOS PLANTANDO A DE 2010..., FAZER O QUÊ??!!!, A MINHA ATIVIDADE, O MEU NEGOCIO, NAO ME DEIXA PARAR..., VOU DIMINUIR A AREA PLANTADA, COBRIR PARTE COM AVEIA E TORCER QUE MUDE A NOSSA POLITICA AGRICOLA, POIS SE CONTINUAR ASSIM VAI TER TERRAS SOBRANDO PARA O { PT } FAZER ASSENTAMENTOS, SO NÃO SEI COMO VAI SOBREVIVER O NOSSO PAIS!!!!!!
OBRIGADO PELA CHANCE DE DAR MINHA OPINIAO
RONALDO ZAMBIANCO
Comentário referente a notícia: [b]Trigo: incógnitas na safra de inverno[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67439
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 14/05/2010 00:00
Sr. João Olivi , peço que o sr. entreviste o Sr. Edilson Guimarães para que possamos ser os " PRODUTORES MAIS BEM INFORMADOS "... Obrigado. Ah ! acho que só com o nome o Sr. vai ter uma certa dificuldade para encontra- lo, o cargo é Secretário de Politica Agricola do MAPA. Agora ficou facil, né ?
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amarildo josé sartóri vargem alta - ES 14/05/2010 00:00
O apelo ecológico é louvavel em qualquer circunstancia. A redução da alíquota do etanol de 25% para 22% certamente estimulará o consumo desse combustível, beneficiando os proprietários dos veículos flex. Agora, elevar a da gasolina de 25% para 27%, atendendo as determinações estabelecidas na Lei de Responsabilidade Fiscal, que é o correto, mas neste caso me parece uma medida incoerente, pois estariam penalizando uma grande parte dos proprietários que não possuem veículos flex e não poderão se beneficiar dos incentívos, aumentando inclusive suas despesas. Isso tá mais para aquela máxima popular: Desvestir um santo para vestir o outro ou aquela do cobertor curto.
Comentário referente a notícia: [b]Governo vai reduzir ICMS do etanol[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67441
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Fabio Jr. Gafuri Toledo - PR 14/05/2010 00:00
Bom pessoal do Notícias Agrícolas. Tenho a dizer que é um orgulho e satisfação por nós da cidade de Toledo/PR receber o João Batista pessoalmente num evento. A quem dá valor e defende muito por nossos ideais. E ainda trás a informação que nos necessita.
Obrigado por tudo!
Espero reevelo novamente.
Continuem firme com esse trabalho maravilhoso.
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Flávio Pompei Uberaba - MG 14/05/2010 00:00
É saudável que todo setor agrícola comece tomar consciência da imoralidade tributária (que chamam de sistema tributário) "nunca antes vista na história desse país", mas o mais importante é o que faremos em outubro próximo. SE votarmos nos PeTralhismo, essas PeTralhices (peraltices dos Petistas) continuarão com a Patrícia do VPR 8 da década de 60 e 70, hoje conhecida como a candidata do Lula. A solução, portanto, continua onde sempre esteve: nos votos de todo o setor agrícola. Se escolhermos errado continuaremos o nosso "choro tradicional" que nada resolve. As alternativas começam com nossa mudança de atitude, de passiva para ativa, de assistentes para protagonistas, de "saco de pancadas" para participantes. Auguro que dessa vez atuemos com mais vigor para nos livrarmos da "camarilha do Dirceu e Cia." Boa engajamento e boa sorte, porque precisaremos dela...
Comentário referente a notícia: [b]50% do valor da saca de soja é tributo[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67252
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Virgilio Andrade Moreira La Paloma 14/05/2010 00:00
João Batista, gostaria de deixar uma opinião sobre agricultura/meio ambiente/política etc.: enquanto a população do planeta estiver crescendo, para cada criança que nasce será necessário ou abrir mais um pouco de área para agricultura ou aumentar a produtividade, visto que esta criança vai necessitar de alimentos fibras, biocombustiveis e etc... Se ela nascer no primeiro mundo a exigência será muito maior,(Ex Alemanha) :, se for lá por Bangladesh será bem menor a necessidade..., A população deste mundo acaba de virar mais de 50% urbana e vai só aumentando... dai cada vez menos agricultores terão de alimentar mais bocas urbanas..., acontece que junto com esta migração do campo para a cidade me parece que o agricultor vai perdendo poder político, o que faz com que os governos tenham que subsidiar a agricultura (ara alimentar as massas da população - eleitores). Com o tempo será necessário subsidios, benefícios para quem fica no campo, crédito, seguro, renda e tudo o mais que nós agricultores precisamos. Veja como tudo depende da política e ai voltamos ao que todo mundo já sabe...: Se faltar pão ou circo ocorrem viradas políticas ou revolução. Obrigado.
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Cristiano Zavaschi Cristalina - GO 14/05/2010 00:00
Lula, com sua política de transferência de tecnologia, diz inocentemente que o Brasil tem "dívidas enormes com a Africa" pois seus filhos ajudaram a construir o Brasil. Entâo ele teria também dívidas enormes com todos os países que compõem nossa etnia. O estrago que este governo fez com o agronegócio do ponto de vista social (desapropriações, falência de pequenos e médios agricultores, divisão do setor, reforma agrária sem dimensionamento e sem metas) levará alguns anos, senão décadas, para ser reparado. Lula deveria contratar a consultoria do grande Michael Porter para tentar enfiar na sua cabeça e na de seus coloboradores comunistas o que é ESTRATÉGIA de verdade.
Endividamento Rural, Sucessão Familiar no campo e Crédito
Apelo de pequenos agricultores ?!?!
Como sabemos, entre os problemas que nos impedem de acessar novamente o crédito no Banco do Brasil, a CAPACIDADE DE PAGAMENTO é um deles (segundo a metodologia do Banco do Brasil !!??).
O problema é a capacidade de pagamento, impactada pelo tamanho da parcela anual que temos dentro do Banco do Brasil, resultado de sucessivos alongamentos e embasados em secas, granizo, câmbio desfavorável, custos de produção altíssimos em contraponto as baixas remunerações de nossa produção e estados de emergência dos mais diversos.
Portanto, temos que diluir nossas parcelas junto ao Banco do Brasil: carência (no mínimo dois anos, o ideal seriam 3 anos, e 20 parcelas anuais para pagar), bônus pela adimplência das parcelas (de 70 a 80%, o ideal seria 80%) e juros mínimos. Só assim teremos possibilidade de pagamento junto à "tecla" do Banco do Brasil, e assim termos novos créditos. Ou seja: diluição das parcelas do passivo de tal maneira que não impactem nos projetos e/ou pagamento futuro. E que isto permita trazer o agricultor para dentro do crédito rural novamente: Ter crédito pleno em 100% para seus projetos de custeio e investimento.
Do contrário teremos que ter normativas urgentemente, que desvinculem totalmente a nossa atual capacidade de pagamento dos novos financiamentos, tanto de custeio como de investimentos. O que realmente precisamos é de crédito pleno. Só assim poderemos produzir para pagar nossos passivos.
Outro fator impeditivo que temos que sanar dentro da metodologia do Banco do Brasil, é o “histórico negativo” de um pai que passou por todos estes alongamentos e que fez sucessão familiar, e agora os filhos não conseguem financiar, também por este motivo alegado pelo Banco do Brasil. Pois é lógico que este histórico, após todas estas catástrofes que passamos, não pode ser dos melhores. Ou seja: Tem SERASA, tem cartório, tem cheque sem fundo, etc... Isto é óbvio, no meio de todas estas catástrofes ou intempéries de clima, câmbio desfavorável e falta de crédito.
Outro problema gravíssimo que temos que sanar urgentemente é o problema das matrículas de pequenos agricultores que estavam fora do Pronaf e que participaram da Lei 11.775 (em 2008), e que no momento já estavam fora do crédito rural pelos alongamentos partir de 2003/2004. Acontece que, fazendo sucessão familiar para o Pronaf nestas matrículas, os filhos estão impedidos de financiar, pela metodologia do Banco do Brasil, e por tudo mais que acima relatamos.
Obs.: É urgente que tenhamos uma solução para estas demandas, que acreditamos que seja em nível nacional, e que vêm penalizando drasticamente estes pequenos produtores (matrículas) que negociaram suas dívidas quando estavam fora do Pronaf. Estas pequenas áreas estão indo para a concentração de terra e renda da alta escala de produção. Temos que fazer alguma coisa urgente. Estas áreas precisam de custeio e investimento urgentemente!!!!
Nota : Estado de Emergência : Temos que criar normativas que impeçam ou mande-se tirar agricultores e seus CPFs de protestos em cartórios, Serasa, SPC, e principalmente execuções judiciais, etc, etc, em municípios que estiveram ou estão em Estado de Emergência, perdas de lavouras, etc. Isto é imprescindível para continuarmos trabalhando e acessando o crédito.
E mais, é urgente um financiamento, aqui sim com um fundo garantidor e/ou garantia do governo, para sanarmos nossos passivos com as firmas agropecuárias e principalmente com as cooperativas de agroinsúmos (pois tem cooperativas que não estão conseguindo operacionalizar o Procap-Agro pelos mesmos motivos acima referido - capacidade de pagamento; e que seria um meio para sanar dívidas de agricultores para com elas). Temos que trazer estes passivos para as normativas de crédito rural urgentemente, pois nossas dívidas fora dos bancos são mais catastróficas ainda.
OBS. : Não tem pauta de negociação nenhuma para este pessoal que está com Dívidas Fora dos Bancos e com total incapacidade de pagamento!!! Alguma coisa tem que ser feita urgentemente neste sentido também!!!
Fico à disposição. Qualquer dúvida ou explanação não deixe de me contactar.
Carlos Mello/Pantera - Pequeno Agricultor
[email protected] - (55) 3742 4343/8443 1870