Fala Produtor
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Waldir Sversutti Maringá - PR 05/03/2009 00:00
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Luiz Carlos Pasquim Sobrinho Acreuna - GO 04/03/2009 00:00
Bravo produtor de alimentos sr. Hermes Pergaminho, de Juína (MT): o sr. não está sozinho neste desabafo emocionado com o descaso das autoridades e até mesmo da sociedade civil, em relação as dificuldades do campo. Até quanto vamos chorar? Ou tomamos uma atitude drastica ou continuares a fazer papel de bobo da corte do Rei Barbudo.
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Henrique Zachi redençao - PA 04/03/2009 00:00
É uma vergonha o que vem acontecendo em nosso Pais..., o governo federal fazendo repasses milionarios para um movimento terrorista e anarquista que se entitula MST. Esse movimento vem há muito tempo cometendo barbaridades nas fazendas que invadem, e tudo isso patrocinado com o dinheiro publico - dinheiro que é meu e seu e de quem trabalha e paga seus impostos rigorosamente em dia. Eles invadem as fazendas, roubam, saqueiam tudo, provocando um sentimento de medo e terror para os fazendeiros... Somos nós, pecuaristas e agricultores deste País, que geramos 1/3 do PIB, ou seja de todas as riquezas, e no entanto somos tratados como bandidos e, para complicar, ficamos acuados por esse movimento de terroristas e vagabundos desordeiros que é o MST... Cadeia ja para esses bandidos do MST!!!. Assinado: Henrique Zachi, um pecuarista indiguinado com tanta injustiça com quem trabalha e gera divisas para esse Pais.
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Matheus Lelis Nogueira Guaira - SP 04/03/2009 00:00
Boa tarde a toda equipe do Noticias Agricolas..., minha pergunta esta direcionada à meteorologia, estamos muito aflitos com o tempo aqui em Guaira, interior de SP. Estamos semeando o milho safrinha, e onde está a chuva ????? por favor, esse final de semana tem previsao para nossa região??? abraços, obrigado .
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Edílson Vítor Mazarin Araçatuba - SP 03/03/2009 00:00
Olá, bom dia a todos. Minha pergunta é mais técnica, crio minhocas aqui em Araçatuba e graças a Deus tenho boas vendas... crio com esterco de curral. O que gostaria de saber é se existe algum suplemento mineral para que elas se desenvolvam mais rápido e que elas fiquem mais gordinhas, maiores para que os clientes possam ficar mais satisfeitos, que as minhocas de mais rendimento por metro. obrigada.
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Hellio Divino Silva Aparecida do Rio Doce - GO 03/03/2009 00:00
Olá amigos, enquanto voces mostram a situação que os produtore de leite estão passando, o sr. Lula permite a importação de leite da Argentina, onde acontece a já famosa triangulação da Europa... Até onde vamos??? será que vamos ter que importar leite também, porque do jeito que está a situação, vamos falir... Será que vamos ter de abandonar o que adoramos fazer??? Obrigado pelo desbafo.
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Luiz Junior Perini Marechal Cândido Rondon - PR 03/03/2009 00:00
João Batista, sou aqui do Paraná, cidade de Ubiratã, estou no 5.o ano de Agronomia. Vejo seu programa todos os dias, e digo que seu trabalho aí no Notícias Agrícolas é importante para nós, pois no Brasil nós temos uma mídia essencialmente urbana. Será que o governo vai prorrogar as dívidas aqui dos paranaenses??? Na minha região a média da produtividade foi de 28 sacas ha; e os agricultores daqui agora vão viver do que??? e o financiamento das máquinas??? espero que o governo adote alguma medida, caso contrário os produtores vão falir.
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joao soares dos santos sobrinho cerejeiras - RO 03/03/2009 00:00
João Batista, sou um produtor de soja aqui do Cone Sul de Rondônia, município de Cerejeiras. Temos boas areas de plantio aqui que podem dar otimas reportagens. Acompanho seu programa diariamente, e seu trabalho é muito importante devido ao seu conhecimento da agricultura! Se for possivel queria que a Desireé nos passasse a previsão do tempo de 90 dias para nossa região. Já iniciamos o plantio do milho safrinha...
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Waldir Sversutti Maringá - PR 03/03/2009 00:00
No comentário do Sr. Jurandir Alexandre Lamb, de Cascavel – PR, ele chamou “ um tal de Stefanello “, por ter opinado que o preço da soja será entre R$ 26,00 e 28,00 nesta safra.
Pois eu digo ao Sr Jurandir, que o Sr Stefanelo é um profundo conhecedor do agronegócio paranaense, tremendamente ponderado e por isso respeitado entre os produtores pé-vermelhos.
A opinião dele não está tão fora de contexto. O mercado da soja, infelizmente, não leva em conta os custos de produção para estabelecer o seu preço. Ao contrário, ele é extremamente voraz e selvagem, se puder pegar os produtores no contra-pé não vai vacilar um minuto para triturá-lo.
Quem está vacilando é o produtor, e vem de muito tempo. Quando, dia desses ela atingiu US@ 21,50 a 22,00 no porto de Paranaguá, ou seja, US@ 10,00 dólares por bushel era hora de ter vendido a soja, principalmente porque já se falava em crise mundial, quebradeira de fundos, bancos, etc. Mas eu também não corri para fixar minha soja, vou esperar ela retornar a esse preço.
O preço médio da soja no interior do Paraná, nos últimos 30 anos, é de US$ 12,00 dólares por saca. Já no ano passado eu escrevi aqui: “ Quem quiser vender a soja a partir de abril de 2009 a US$ 25,00 por saca, é fácil, é só encher a saca com 120 kilos “
Estamos tendo a sorte (que é momentânea) de ver o dólar ir para R$ 2,44 hoje. (pela inflação do Plano REAL ele deveria estar a R$ 3,39 ) Se fizermos as contas de 12 x 2,44 chegaremos a 29,00 reais brutos por saca, o que não está fora do que disse o Sr Stefanello (entre 26,00 e 28,00 pois ele deve ter feito o cálculo com o dólar a R$ 2,37).
Como os tempos são outros e houve a vacilada de aumento dos custos, também acho que os produtores devem fazer a RETENÇÃO da soja, não vendendo-a abaixo dos R$ 45,00 - o que é legítimo de se esperar.
Dane-se o dólar, dane-se a paridade de exportação, não vamos vender a soja abaixo dos R$ 40,00 no Centro-Oeste, Norte e Nordeste e R$ 45,00 no Sul e Sudeste, preços que só voltarão a serem alcançados com o retorno dos US$ 10,00 por bushel, o que não será difícil de acontecer rapidamente se TODOS fizerem a RETENÇÃO.
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Milton da Silva Terra Roxa - PR 03/03/2009 00:00
João Batista, estamos terminando o plantio da safrinha de milho com a esperança de recuperar as perdas da safra de verão. Gostaria de saber da Desireé Brandt as previsões de chuvas aqui em TERRA ROXA (PR) para os meses de março, abril e maio - época que precisamos de chuvas para uma boa colheita. Na certeza de ser atendido, agradeço a toda a equipe do Noticias Agricolas. TERRA ROXA, 3 DE MARÇO DE 2009, MILTON DA SILVA, AGRICULTOR
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Augusto Borges São Gonçalo do Sapucai - MG 03/03/2009 00:00
Amigos cafeicultores, precisamos nos reunir no dia 16 em Varginha. Sua participação será fundamental ."Vamos mostrar ao Governo que não apenas os bancos, as montadoras de veículos e as indústrias precisam de ajuda para superar a crise. É o campo que alimenta esta nação e gera divisas para o País".
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Valdir Edemar Fries Itambé - PR 03/03/2009 00:00
A IMPUNIDADE PROMOVE A ILEGALIDADE
Neste ano o Movimento dos Sem Terra, comemora seu 25 de existência, na ilegalidade promove a intolerância, violência e a insegurança jurídica sobre o Brasil, como disse a Senadora Kátia Abreu em sua nota a imprensa.
Muito mais que isto com a justificativa da ``FUNÇÃO SOCIAL DA TERRA´´ os integrantes do MST, continuam promovendo invasões e provocando prejuízos incalculáveis.
Militantes que aderem o Movimento em sua maioria nunca tiveram vinculo com o setor produtivo da agricultura e ao longo dos 25 anos de existência os lideres do MST buscaram simplesmente a força da massa para pressiona a sociedade.
O governo tolera a baderna, não cumpre as ordens judiciais (ou prorroga a reintegração de posse), motivando as ações do MST.
A necessidade sim de uma reforma agrária, justa e direcionada a quem tem interesse em produzir e tirar da terra o sustento de sua família. No entanto o que se vê em cada acampamento, em cada invasão e a cada novo assentamento é a participação cada vez maior de integrantes que buscam a terra não para produzir, mas sim como forma de ganhar dinheiro fácil.
As Instituições de Governo não tem controle na distribuição dos imóveis aos Beneficiados e acabam promovendo um verdadeiro mercado ilegal de terras, distribuindo lotes de terras à famílias sem vínculos com a produção, que se integram ao MST na busca de um imóvel com objetivo comercial.
Se o MINISTÉRIO PÚBLICO realizar um levantamento a nível nacional entre todas as famílias assentadas/beneficiadas com um imóvel fruto da reforma agrária, vai encontrar em suas produzindo em suas áreas no Maximo 50 % (cinqüenta por cento), das famílias contempladas inicialmente.
O comércio ilegal, a grilagem e o abandono dos lotes de terra são visíveis em todos os assentamentos do Brasil, no entanto nada se faz.
VALDIR EDEMAR FRIES – Produtor Rural
http://blogvaldiritambe.spaces.live.com/
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natal marcos pereira pedralva - MG 03/03/2009 00:00
bom dia amigos, gostaria de saber como funciona o indicador de preco "cafe", ontem o joao comentou sobre a arroba do boi e disse que era apenas o indicador.
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Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 03/03/2009 00:00
Amigos, considerando que a energia elétrica, sob formas baratas, é fundamental para o desenvolvimento rural e a cidadania, sobretudo da agricultura familiar, até que enfim temos uma boa, e parece que real, noticia. Só esperamos que as concessionárias não aumentem seus custos atuais em 800% para então dar os 20% de descontos previstos. Aliás, o custo de instalação da energia eletrica rural no Brasil é, há muito tempo, o mais caro do mundo, pois só se quer fazer obras sofisticadas e fios, transformadores e postes caros, e por motivos óbvios. Também nossos agricultores familiares nada reclamam e parece que até não gostam de coisas baratas. Na China e na Índia é comum o uso de biodigestores a partir de fezes animais, fezes humanas de cada familia ou grupo de familias, e de restos orgânicos e com eles conseguem energia elétrica, aquecimento, fogo para cozimento, bons fertilizantes e até bases para herbicidas e fungicidas naturais, e tudo a partir do biogás. No Brasil, o Sistema não consegue dar certo e nem sequer evoluir, seja por falta de incentivos e de uma boa assistência técnica e extensão rural, ou pelos lobbies das grandes empreiteiras e geradoras de energia elétrica. DE QUALQUER FORMA, PARABÉNS GOVERNO LULA PELAS MEDIDAS.
Prof. Clímaco Cézar
www.agrovisions.com.br
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Brasília, 27/02/2009
Luz para Todos bancará energia renovável
Para estimular implantação de eletricidade alternativa em local isolado, programa pagará até 85% dos custos das concessionárias nessa área
DAYANNE SOUSA
da PrimaPagina
Energia solar, eólica ou gerada por gás natural poderão ser a solução para levar iluminação até casas isoladas no interior da Amazônia ou do Pantanal. Para incentivar o uso dessas formas alternativas de energia, o Programa Luz para Todos, do governo federal, vai pagar até 85% dos custos das companhias de energia, na implementação de projetos na área.
A verba do programa ajudará na implantação da estrutura e a empresa será responsável pelo serviço de energia e pela cobrança de taxas. “O objetivo é fazer com que as concessionárias de energia percam o medo que têm de trabalhar com novas fontes de energia”, diz o diretor do Luz para Todos, Hélio Shinoda. Ele afirma que as empresas relutam em investir na área com medo de prejuízos e que, com o financiamento dado pelo programa, serão reduzidos os riscos desses investimentos. Shinoda reconhece que o dinheiro destinado pelo Luz para Todos não é garantia de sucesso, mas diz que o investimento é a única forma de testar a aplicabilidade das novas fontes.
Para o diretor, fontes alternativas de energia podem ser a saída para comunidades que ficam muito distantes das redes de energia elétrica. “Expandir a rede em 100 quilômetros para atingir uma região em que moram dez famílias seria muito oneroso”, afirma. A localização dispersa das comunidades nesses territórios, em especial na Amazônia, são a principal dificuldade, ressalta ele.
No Manual de Projetos Especiais, que dá as novas diretrizes, o Programa ainda permite projetos que usem mini-hidrelétricas (com potência de no máximo 1.000 kW) em regiões que tiverem potencial para tal.
Nos cinco anos de existência do Programa, nunca houve no Luz para Todos um projeto em grande escala que priorizasse fontes mais ecológicas de energia. Shinoda afirma que houve projetos pilotos em parceria com universidades, mas entende que essas experiências ainda não permitem garantir o sucesso em deste empreendimento maior.
Para ele, a análise dos projetos enviados e a aplicação em pequenas comunidades serão formas de teste. “Ou vamos descobrir que as companhias de energia sempre estiveram erradas e vamos convencê-las a trabalhar com isso, ou vamos ver que estiveram certas o tempo todo”, pondera. “Mas creio que elas verão que é possível e vão querer trabalhar em grande escala”.
Shinoda afirma ainda que a atuação do Luz para Todos na Amazônia “estava muito a desejar” e diz que, se o programa conseguir estimular investimentos em grande escala em fontes alternativas, terá atingido seu sucesso total. “Podemos terminar alavancando o desenvolvimento de novos equipamentos no Brasil para melhorar a geração de energia de forma alternativa”.
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Paulo N. Tozatti Erechim - RS 02/03/2009 00:00
Gostaria de alertar a todos os produtores do Brasil que o mês de março é o mês das grandes quebradeiras internacionais, e nós não vamos ficar assistindo de camarote, pensando que sairemos ilesos dessa. Apenas começou o referido mês e já podemos ver aí algumas publicações de Bancos, seguradoras, etc, acumulando prejuízos imensuráveis, isso que ainda não se anunciou a verdadeira situação dos Bancos do USA. US$ 2,5 trilhões de dólares é o furo, e, SEGUNDO ALGUEM, isso é apenas uma marolinha!!??. Por isso é que nós, os produtores, devemos ficar atentos com os pagamentos de nossas contas, se é que vamos conseguir pagar. Mas para o pouco que nos resta, cuidado... com tudo e com todos. Conte-me ao final desse mês...
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura!!! O bate-boca público entre os ministros Carlos Minc e Reinhold Stephanes, rendeu. Comento esta notícia porque entendo que nem todos lêem o clliping (o resumo das notícias, que vai publicada abaixo...). No de hoje traz a reportagem do jornalista Mauro Zanatta, de Brasília, com noticias auspiciosas que podem tranqüilizar aqueles produtores rurais que estavam preocupados com a pretensão dos ambientalistas em fazer cumprir o código florestal com autuações e até arbitrariedades -- principalmente na questão da reposição da reserva legal, onde cultivam suas lavouras há muito tempo, cujo descumprimento, no meu ponto de vista, já prescrevera pelo tempo e por omissão, tornando-se uma questão de “ direitos adquiridos “ ou “ fato consumado” como queiram. PORTANTO, FICARÃO SEM EFEITO AS PENALIDADES IMPOSTAS PELA FISCALIZAÇÃO, relatadas por algumas pessoas neste espaço há pouco tempo.
Segundo a reportagem há cinco pontos em "COMUM ACORDO" entre Minc e Stephanes para reformar o código:
1 - incluir as áreas de preservação permanente (APPs) no cálculo da reserva legal obrigatória,
2 - blindagem das áreas de produção consolidadas,
3 -compensação de reflorestamento em áreas fora da bacia hidrográfica ou do Estado onde está a propriedade
4 - a realização de zoneamentos econômico-ecológicos.
O 5º.ponto não ficou claro se seria a redução da reserva legal na Amazônia de 80 para 50% ou a permissão para reflorestamento com fruticultura naquelas áreas que foram desmatadas além do permitido.
O fato é que, conforme já comentei aqui no ano passado, se a terras forem planas, argilosas e aptas para a produção de grãos ou reflorestamento frutícola e de biodiesel, a reserva legal deve ser reduzida a 50%, mesmo que seja em áreas com limites estabelecidos, de 5.000 no mínimo ou de 10.000 has. no máximo. A utilização dessas áreas será inexorável num futuro próximo e o aumento da produção é do interesse, além dos proprietários, também da nação e dos brasileiros. Quem não se lembra que há pouco tempo, quando alguns diretores da FAO/ONU deitaram a escrever sobre a falta de alimentos no mundo, o presidente Lula veio na televisão falar em incentivos ao aumento da produção de grãos.
Para que essas terras fiquem inativas servindo a interesses ambientais do Exterior, será preciso que sejam indenizados o crédito do carbono que elas emitem. Se o mundo exterior devastou suas florestas, tudo mal, mas agora quererem que o Brasil preserve de graça, condenando as populações dessas imensas regiões ao subdesenvolvimento, é demais, assim não dá !
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