Fala Produtor

  • luis gustavo lobo quadra - SP 22/02/2009 00:00

    Como os agricultores vao fazer outra lavoura com essa alta que teve os fertilizantes?

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  • Paulo José Iuhniseki São Gabriel do Oeste - MS 21/02/2009 00:00

    João Batista, ao final do Governo Fernado Henrique, o produtor estava coemçando a se tornar independente financeiramente (e também politicamente). Isso atrapalhava os planos do novo Governo. Daí, o Governo Lula estimulou a produção com o financiamento de maquinas, equipamentos e custeio abundande, deixando o produtor novamente endividado. Nós entramos nessa por emoção e não percebemos que o Governo Lula estava provocando uma baixa no Dolar de forma proposital. Resultado: o produtor não conseguiu honrar os compromissos e ficou na obrigação de continuar plantando para ver se conseguia saldar estas dívidas. É por isso que o governo não tem interesse em resolver o problema do endividamento. Agora, que estamos endividados, vem o Banco do Brasil aproveitar-se da situação, claro que por ordens de Brasilia. Essas coisas, que são comentadas diariamento no seu programa e neste Site, é de total conhecimento deste governo, do Ministério da Agricultura, assim como os abusos cometidos pelo IBAMA, pela CONAB, pelo IBGE, pelo Ministério do Trabalho e outros órgãos publicos. Hoje o Governo sabe que está numa encruzilhada, pois poderá faltar alimentos e assim, ter que conviver com a convulsão social nas cidades... Portanto, agora, nosso futuro só depende de nós. Por isso, sugiro não darmos mais informações para CONAB, IBGE, M.A, BANCO DO BRASIL, E OUTROS ÓRGÃOS DO GOVERNO e, preparar-mo-nos para diminuir a produção de grãos, a ser articulada pela CNA.

    Sugiro ao Sr. Telmo, que está ai em Brasília, que comece articular esta idéia junto à CNA, já preconizada por ele, de diminuirmos a produção, através da redução do plantio de safrinha ou outras formas. Se não o País vai virar uma Venezuela ou Bolivia ou Argentina. Isso também aconteceu com o leite e outros produtos: estimularam a produção mas não garantiram o preço para quem produz. O produtor comprou a vacas, financiou, deu em garantia a sua propriedade, e agora sobrou o ferro entrando e noites sem dormir. Todos ganharam com esta situação, governos Estaduais e Federais, Laticinios, Transportadores, supermercados, enquanto que nós só sobrou o prejuízo. Só nós podemos derrubar este Governo!!!, pensem nisso, pois ele está botando nós nos ferros todos os dias. Um abraço a todos.

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  • José Carlos F. Pinheiro Iacanga - SP 21/02/2009 00:00

    Concordo plenamente com o que escreveu o sr. Renato Queiroz..., só faltou citar um item muito importante, que é o plantio desenfreado praticado pelas industrias. Deveriamos nos unir e começar trabalhando em cima de uma lei que proiba o plantio pelas industrias, Isso é fundamental para a nossa sobrevivencia!!!.

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  • José Eduardo da Silva Janaúba - MG 21/02/2009 00:00

    João Batista, Aqui no Norte de Minas tenho outra visão sobre as cooperativas de credito. Fui sócio da Credivag, mas deixei de atuar, porque, primeiro, elas são controladas pelo BC. Assim os repasses do governo são demorados e só saem para poucos privilegiados, como diretores, etc. O sistema por aqui funciona assim: vc faz um custeio, e se precisa de prorrogação a resposta é - temos um dinheiro comercial 3,5% ao mes, vc pega, paga o custeio (que era de 6,5% aa), mas vc. tem que estar adimplente sempre... Ora, desta maneira quem fica bem são as cooperativas, já os socios ficam todos quebrados, pois quem aguenta pagar 40% de juros na agricultura??? Hoje o financiamento para comprar garrotes para recria é de 1,6% ao mes, onde o boi custar 20% ao ano... O que me impressiona é como eles conseguem emprestar, sabendo que o retorno não é pagavel... É por isso que a bola de neve continua a crescer... Cooperativismo não é isso, isto é capitalismo selvagem. Lamentavelmente neste Pais as instituições são podres.

    saudaçoes

    eduardo

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  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 20/02/2009 00:00

    Parabéns à Maria Gallas, de São Miguel (RS), por denunciar o roubo praticado pelo Banco do Brasil. Aqui em nossa região a " tungada" varia de 3 a 5%, conforme as metas da agência. Eles fazem isso, e ainda ganham prêmios no fim do ano por atingir as cotas. Mas não culpo somente as agências. A ordem vem de Brasília.

    Maria, se prepare para retaliações...

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  • Elecir Trevisan Capanema - PR 20/02/2009 00:00

    No momento da colheita do milho, o governo faz leilão de estoque... Na véspera do plantio de trigo, o governo isenta a TEC de importação..., assim não não há coração que aguente!

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  • Luis Augusto Dias Junqueira São josé do Rio Pardo - SP 20/02/2009 00:00

    João Batista, sou um associado do SISCOOB-MG e acabo de assistir à sua entrevista com o muito simpatico -- e parece ser um homem verdadeiro - o sr. Eli Penido, Presidente do SICOOB-MG. Acontece que ou ele está mal informado ou uma de suas agencias filiadas não pactuam com suas afirmativas. Nestas dificuldades em que se encontra a cafeicultura de montanha, estou no mesmo aperto. Tenho junto a outros financiamentos, um credito pessoal avalizado por minha esposa vencido de 15/12/2008 e após vários pedidos formais e promessas de que fariam uma CPR ou repactuassem para que possa sair da inadimplencia, só obtive respostas negativas. Estão cientes que vivo só da cafeeicultura, mostrei-lhes a tulha já vazia, informando-os de que colho bem de novo, mas só em julho, e portanto, só vou poder pagar com café desta safra de 2009.

    Pois bem, lá foi o meu nome e de minha esposa para o SERASA. Avisei-lhes que isto estava me atrapalhando junto ao Banco do Brasil na repactuação do Funcafé. Até agora continuamos de pires na mão e com o nome sujo. Tenho 54 anos, 30 na cafeicultura e é a primeira vez que encontrei o tal SERASA.

    Guto Junqueira, Engenheiro Agronomo e Cafeicultor em São José do Rio Pardo (SP).

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  • Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 20/02/2009 00:00

    A ELETRIFICAÇÃO RURAL NO BRASIL É URGENTE, MAS ESTÁ CAMINHANDO A “PASSOS DE TARTARUGA” - EMBORA A PROPAGANDA OFICIAL AFIRME O CONTRÁRIO - POIS ALÉM DE MUITO MAIS CARA É FOCADA SOMENTE NOS SISTEMAS MUITO CAROS DAS ESPERTAS CONCESSIONÁRIAS OFICIAIS.

    A política agrícola dos EUA teve início em 1930, após a Segunda Guerra, com o Presidente Roosevelt na época do "New Deal". A situação era difícil. Mais de 40% das propriedades estavam arrendadas, metade hipotecadas, poucas eram lucrativas e a capacidade de pagamento era irrisória. Iniciou-se a reconversão da atividade com a eletrificação rural e a criação de cooperativas ligadas à Rural Eletrification Administration - REA.

    Estabeleceu-se um plano de metas de 10 anos, financiado em longo prazo. Para tanto, usaram-se alternativas de baixo custo como redes monofásicas, pequenas barragens de uso grupal, redes locais com fios até de arame liso, postes de madeiras tratadas no imóvel, etc. A idéia era dar condições aos produtores de se fixar ao campo e também gerarem mercado consumidor nas pequenas cidades. No fim dos anos 60, as cooperativas já atendiam a 51% dos fazendeiros, as prefeituras, a 6%, e as concessionárias, a 43%. O campo já estava aceso.

    Assim, a criação de consumo no meio rural possibilitou o avanço do desenvolvimento industrial do país, que, por sua vez, permite suporte às atividades econômicas, inclusive de subsídios à agricultura. Além disso, existe tendência mundial de as grandes indústrias-sobretudo as do agronegócio deslocarem, cada vez mais, para as pequenas cidades em busca de redução dos custos e da satisfação e segurança dos funcionários. O meio rural vai ser, cada vez mais, valorizado.

    Logo o modelo de eletrificação rural foi adotado por França, União Soviética, Canadá e o resto da Europa. Pelas contas do Banco Mundial, para cada US$ 1,00 colocado em rede elétrica rural, o produtor rural gasta US$ 5,00 em 2 anos em equipamentos elétricos, o que leva ao desenvolvimento de toda a economia. Além de indispensável para a agricultura moderna, a energia elétrica é capaz de reter o homem no campo. Sem ela, não há perspectivas de desenvolvimento.

    No Uruguai, 97% dos imóveis rurais em 2000 já dispunham de energia elétrica.

    No Brasil, conforme o Censo de 1995/96, apenas 36,6% dos imóveis da agricultura familiar eram eletrificados e o índice chegava a apenas 18,7% no Nordeste. Em 2004, conforme estudos da ELETROBRÁS, cerca de 67% dos 6,5 milhões de imóveis rurais ainda estão no escuro e havia 940 mil km de redes. Já em termos de custos, enquanto 1 km de rede elétrica rural ficava por US$ 3,2 mil quando realizado por concessionária de energia, quando por cooperativas custava apenas cerca de US$ 800,00/km e nos sistemas monofásicos e com uso de materiais próprios, ou locais, e de baixo custo.

    ASSIM, TEMOS UM GRAVE DEFEITO DE USO INTENSIVO DAS CONCESSIONÁRIAS OFICIAIS DE ENERGIA NA IMPLEMENTAÇÃO DA ELETRIFICAÇÃO RURAL, INVÉS DAS COOPERATIVAS, COM EXCEÇÃO DO RS E SC E OUTROS POUCOS ESTADOS, ONDE O ELEVADO NÍVEL ATUAL DE ELETRIFICAÇÃO ATUAL DE QUALIDADE SE DEVE AS COOPERATIVAS E NÃO AO CARO SISTEMA OFICIAL. ALIÁS, AS REGRAS IMPOSTAS DESDE 2007 VISAM a SOMENTE A PREJUDICAR TAIS COOPERATIVAS, AO CONTRÁRIO DO QUE SERIA DE ESPERAR.

    Prof. Clímaco Cezar

    AGROVISION – Brasília

    www.agrovisions.com.br

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  • joão bosco cardoso júnior Xinguara - PA 20/02/2009 00:00

    Amigos do Notícias Agrícolas, sou Engenheiro Ambiental e moro em Xinguara-PA, (atenção: sou Engenheiro Ambiental!!!, e não ambientalista). Vejam este exemplo: Conheço um município que está sendo beneficiado com recursos do governo federal para construção de uma barragem para captação de água para abasteciment público. O projeto prevê um área inundada de 40 ha. Neste caso, a legislação ambiental exige uma faixa de 100 metros no entorno do reservatório. Com essa faixa de "APP", a área a ser idenizada passa para 60 ha.

    Mas não é só isso, ainda tem a Reserva Legal, que aqui no Pará, como os amigos sabem é de 80%.

    O que isso quer dizer??? Quer dizer que para um projeto de 40 ha, a Prefeitura irá precisar desapropriar 40 ha (de área inundada) mais 20 ha (APP) e mais 240 ha (Reserva Legal), que totalizam 300 ha.

    É importante ressaltar que os recursos do governo federal não contemplam aquisição de terras. Vejam o absurdo!!!, portanto, só assim, com desapropriações "ambientais" é que 40 ha viram 300 ha.

    Que lição podemos tirar disso??? Que os produtores que encontram-se dentro do Bioma Amazônico estão dispostos a se adequarem à legislação, mas para isso é preciso rever a legislação ambiental.

    Vejo com muito otimismo essa discussão, porque nós temos argumentos técnicos que permitem a redução de área de reserva, com a inclusão da APP na Reserva Legal. Enfim, não precisamos derrubar nenhuma árevore para continuarmos produzindo. Grande parte do desmatamento que existe é por falta de regras claras e leis exequíveis.

    Grande Abraço.

    PS.: Vamos levar essa discussão para todos cantos deste país. Estou aqui firme para o que der e vier.

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  • Maria Gallas são miguel do iguaçu - PR 19/02/2009 00:00

    João Batista, eu gostaria de saber se é lei ou norma interna do Banco do Brasil, pois para liberar o crédito para o plantio da safrinha, deve ser deixado aplicado 10% do valor do crédito, ou Brasil pre, ou outra aplicação... pois, se estou financiando logicamente estou pagando por isso, e preciso do dinheiro para investir na lavoura. Isso vem acontecendo já de outras safras..., se possível nos esclareça. obrigada.

    Maria

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  • Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 19/02/2009 00:00

    Boa tarde amigos cafeicultores de todo o Brasil.

    Primeiro gostaria de parabenizar o Sr. Armando Matielli pela excelente matéria. Entretanto, como ja vinha anunciando qualquer medida a ser tomada agora em nada ou muito pouco ajudara os cafeicultores , não só os de montanha mas também os de todo o Brasil.

    Matielli, aqui em coromandel tinhamos na década de 90 aproximadamente 15000hc de café, hoje não passa de 6000 hc.

    Bom, mas como a vaca ja foi para o brejo mesmo, agora só nos resta esperar as execuções e proteger a safra que esta no pé para evitar os mandados judiciais, aqui vai nosso desabafo.

    Um resumo das atitudes do governo para conter a crise:OBS crise que não ia chegar ao |Brasil, segundo o Mantega.

    1-Ajuda financeira para as monatadoras de automóveis para não desempregar os funcionários.

    2- Ajuda financeira para as fabricas de adubos.

    3- Ajuda financeira para as revendas de carros usados

    4-Diminuição do deposito compulsório, para que os bancos pudessem manter os créditos.

    A pergunta???????

    O que estas empresas fizeram com os lucros que ganharam nos ultimos anos da farra do mercado financeiro????

    Onde esta este dinheiro?????

    Os bancos é um caso à parte, todos estes anos os bancos vinham anunciando recordes de lucro, Onde esta o dinheiro??????

    E para dizer a verdade acho que vou virar um SEM VERGONHA, VOU PERDER A VERGONHA NA CARA E PROPONHO QUE TODOS OS AGRICULTORES DO MEU BRASIL TAMBÉM O FAÇAM.

    POIS NÃO TER VERGONHA NA CARA, AGORA É SINAL DE HOMENS DE BOA INDOLE, VEJAM O CASO QUE OCORREU ONTEM.

    O representante da FEBRABAN, foi até Brasilia comunicar (não pedir) que os bancos agora só vão emprestar dinheiro para o correntista (cliente) se o governo garantir que se o correntista não pagar o governo vai arcar com 50% do prejuizo. Vejam só a petulância destes banqueiros, quando vc vai fazer um empréstimo temos que dar uma garantia com valor dobrado, alêm do avalista, agora o banco quer também o governo como avalista.

    Gostaria de perguntar para os banqueiros se eles não tem gordura para queimar, pois ate o ano passado só anunciavam lucros.

    E o nosso dinheiro do plano collor, onde esta????? Tadinhos se tiverem que pagar dizem que podem ate quebrar......

    E por incrivel que pareça, o banco do Brasil acabou de anunciar lucros de 72% a mais que o mesmo período do ano passado.

    Bom, vou dar uma idéia para nós cafeicultores que estamos sendo barrados no ministério da fazenda pelo tal de Bitencurt, vamos fazer como os Bancos , vamos propor uma sociedade onde se der lucro o resultado e so nosso, mas se der prejuizo repartimos com o governo.

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  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 19/02/2009 00:00

    Perguntar não ofende, como diria Jô Soares. Como você trataria a pessoa que prepara as refeições de seus filhos? A pontapés?? Péssima idéia.

    Pois bem, a sociedade em geral trata os produtores rurais a pontapés já faz algumas décadas, mas não parou para pensar o que pode e está acontecendo com os alimentos que consome.

    Quando é acuado financeiramente, para poder sobreviver e sustentar sua família, o produtor rural tentará elevar sua produção, não interessa a maneira. Aí vem o Fantástico da vida e faz testes sobre resíduos de agrotóxicos, etc... Vai achar hormônio na carne, leite, frango, ovos, agrotóxico em verduras, batata, etc...

    João, faz muito tempo que não entra na minha casa óleo de soja. Muito tempo. E eu sou produtor dse soja. Aplica-se inseticida fosforado uma semana antes do plantio e desseca com herbicida faixa vermelha 4 dias antes de colher. Tudo para tentar elevar a produção. Vacas de leite vivem a base de somadotropina, hormônio. Frango está pronto para o abate com 45 dias, também com hormônio.

    Depois não reclamem dos problemas.

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  • Erica Telles Brasnorte - MT 19/02/2009 00:00

    Olá!

    Estava eu vasculhando os jornais mundias pela internet, e olha só o que eu achei: http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article5716227.ece

    Por favor leiam essa matéria! Como moradora de pequena cidade de Brasnorte/MT eu me senti ofendida ao ler isso!!

    Onde fica o respeito ao homem do campo?? Nós não estamos aqui de brincadeira é a nossa profissão que alimenta o mundo!!

    A propósito, coitados dos nossos índios.. é uma triste sina... Após 500 anos ainda continuam sofrendo influência dos estrangeiros....

    Ah...postei vários comentários nessa matéria, curiosamente nenhum foi publicado.

    Por favor, se puderem, levem isso a conhecimento de todos.

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  • Ocevar Mattioni Ajuricaba - RS 19/02/2009 00:00

    Bom, dia, desejo manifestar sobre meio ambiente, creio que todos nessecitamos de refeições, inclusive o pessoal das ongs, portanto vamos todos indistintamente nos unir e vermos qual a saida mais urgente e possível e não as mirabolantes, todos os setores indistintamente, e com muito interesse. Sobre o setor produtivo de grãos e carnes, pois esses dependem de áreas verdes e não de desertos, ou será q soja, milho, trigo, pasto de gado não produz fotosintese ao meio ambiente, claro q a mata sem dúvida não deve ser massacrada , mas muito menos as outras culturas que tem dupla finalidade, pois servem para alimentar , produzir empregos , e tb servem ao meio ambiente sim senhor, ou não?

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 19/02/2009 00:00

    É um equivoco tentar convencer as pessoas a usarem álcool, biodiesel, energia solar, energia eólica "por serem" sucedâneos mais baratos... Este é o equivoco.

    Mercados, quando agredidos ou violentados não se degendem, se vingam... mais dia ou menos dia!

    a INTRODUÇÃO dos sucedâneos deve dar-se em primeio lugar por apelo ecologico/ambiental e em segundo lugar, fazendo ver que de vez em quando custa até mais barato.... e que será continuamente mais barato, apenas em grande escala!

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