Fala Produtor

  • Elton Szweryda Santos Paulinia - SP 22/07/2020 12:21

    O virus made in china precisa de resposta forte, e o unico pais realmente forte é o EUA.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Vamos denunciar!!! ... Estão acabando com o meio ambiente! ... "EMBAIXADA EM CHAMAS" !!! Imagine se a moda pega! ... Vai faltar oxigênio no mundo!!! .... Quantas toneladas de CO2 foram produzidas??? QUE ABSURDO !!!

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 21/07/2020 20:19

    Imaginem: uma pessoa chega ao hospital com um ferimento parecido com uma picada de cobra e, devido ao pouco tempo do aparecimento, o paciente não apresenta os sintomas do ataque.

    De acordo com o protocolo do Ministério da saúde, o médico receita uma pomada para o ferimento e manda o paciente para casa, ... se por acaso, o ferimento começar a inchar e dores terríveis atacarem o paciente, aí ele deve retornar ao hospital para ser tratado por picada de cobra.

    ALGUÉM JÁ VIU ISSO ACONTECER NO SERVIÇO DE SAÚDE?

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Então ... POR QUÊ O PROTOCOLO PARA O VÍRUS CHINÊS ERA PARA IR PARA CASA E TOMAR PARACETAMOL ???

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  • José Augusto Guimarães Serra do Salitre - MG 21/07/2020 20:01

    João Batista, quero entrar nesse debate..., tenho 67 anos, sou produtor modelo pelo Mapa (Ministério da Agricultura) em 82,83, pioneiro no cerrado mineiro de 1.270 m de altitude...., espero que consigas trazer franceses, holandeses, espanhóis para confraternizarem-se com pantaneiros e com os sobreviventes do cerrado de altitude ... espero que estejam presentes também os agricultores dos cerrados amazônicos, e os demais produtores deste Brasil potente.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Berço do queijo de minas ... do pingo! ... O pingo é o soro que vaza do queijo que está sendo curado em cima de uma tábua inclinada e os pingos é o coalho para a fermentação do próximo queijo...

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  • Paulo Roberto Nicola Santiago - RS 21/07/2020 11:38

    Prezado Nilo, o proprietário de terras só arrenda por dificuldades financeiras ou por uma questão de vocação, o que é normal. A terra valoriza desde que o homem começou a se multiplicar e disputá-la como território de caça (alimentação) e assim o é até hoje. Na década de 70, o trigo (alimentação) provocou uma explosão nos preços da terra. Na época, o triticultor produzia em nossa região (e aqui tivemos o maior produtor de trigo do Brasil por período) 14 sc/há, porém sobravam de renda 7 sc/há. Nessa época compravam-se terras próprias para agricultura por 21 sc de trigo/há, ou seja, a produção de 3 ou 4 anos era suficiente para comprar a terra do proprietário. Hoje me sobram 12 sc de soja/há e a terra custa 500 sc/ha, ou seja, tenho de produzir 40 anos para comprar a terra que arrendo com minha produção. Observo que o equilíbrio no que toca ao arrendo seria meio a meio, por exemplo, me sobra ao longo dos anos 12sc/há em média e pago de arrendamento outros 12sc/há, mais que isso sugiro entregar as terras, pois se pagar 15 me sobram 8... As terras são um tremendo patrimônio que merece ser remunerada e o agricultor assume todos riscos para produzir. Considero um ponto de equilíbrio razoável.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. PAULO ROBERTO NICOLA, já faz algum tempo que fui alijado do setor mas, isso é outra estória... Os insumos são parte do chamado "custos operacionais", correto?... E esses valores, inflados, tem um desembolso maior. ... No montante auferido de entradas & saídas, qual é o peso % com relação as entradas. ... Minha pergunta prende-se ao fato de uma realidade estampada diariamente no site. No ícone cotações, especifico do soja, existe o quadro Soja- Mercado Físico, onde há variação de quase 20% na cotação. Exemplo: a cotação entre as praças de Castro e Londrina, no paraná que historicamente era de R$ 8,00/sc, hoje está em R$ 14,50/sc. Como o produtor lida com essas flutuações improvaveis de mercado? ... Se o custo dos insumos tem essas diferença de até 25%, acredito que o peso no faturamento não deve ser da mesma ordem do que essa diferença nas cotações do preço do produto final. ... Enfim, o que é mais grave? Um preço do seu produto irreal na "lousa" ou o insumo inflado?

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    • Paulo Roberto Nicola Santiago - RS

      Caro sr. Paulo, considero (conforme planilha disponível), Operacional como custos de Mão de Obra, encargos e administrativo... e sendo o insumos todo o necessário para desenvolvimento da planta..., mas é muito claro tua pergunta: As cotações entre diferentes praças tem sua origem em relação à distância dos portos, o que parece não ser a causa nesse caso, pois, afinal, não são praças tão distantes assim. Os 25% que comentei de majoração nos insumos são juros ocultos, e não afetam o faturamento na mesma proporção, ok? É lógico também que quanto mais próximo do porto se encontra o produtor menor o frete e maior o ganho por saco. Espero ter respondido a contento. Abçs.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Já ouvi que o chamado "preço base", onde as variáveis "frete" e outros itens de infra-estrutura, pesam nos tempos de safra. O "carregamento" tipo, seguro, armazenamento, custo financeiro do capital e "otras coisitas à más" devem ser idênticas entre Castro e Londrina. ... Então, como se livrar dessa incongruência?

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Desculpe-me... Acho que estou sendo muito inquisidor nos meus questionamentos...

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Quanto ao "preço base", segundo consta, você tem que trabalhas estatisticamente um período de 3 a 5 anos os preços diários ou semanais de sua região, e não encontrar desvios estatísticos (que não me lembro agora)... Se encontrá-los, você não pode pensar em fazer qualquer tipo de contrato futuro em bolsa pois, os seus dados são inconsistentes...

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    • Paulo Roberto Nicola Santiago - RS

      Prezado sr. Rensi, tem algum imposto entre as cidades que impeça o produtor de entregar a soja onde melhor lhe convir, além do custo do frete? Isso resolveria a incongruência. Quanto ao "preço de referência" que eu utilizo, conhecido como índice PAB, dê uma olhada no meu site (economiarural.com.br) pois ali está todo o embasamento lógico e matemático resumido em dois capítulos e de maneira bem didática, OK? Certamente à frente, discorreremos sobre essa ferramenta de grande utilidade ao produtor.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 21/07/2020 03:54

    Segundo alguns comentários afirmam que "A mentira contada mil vezes torna-se uma verdade". Será?

    A guerra midiática sobre "a queima da floresta" que todos dizem sobre a floresta amazônica, hoje foi às lonas.

    No mapa do dia 18 de julho, emitido pelo Fire Information for Resource Management System (FIRMS) do Earth System Data (ESDIS) da Nasa, mostra nas fotos de satélite os registros dos incêndios ativos no mundo inteiro nas última vinte e quatro horas. Aparece uma densa e vasta concentração de incêndios na Bacia do Congo e Madagascar, na África. Nas mesmas fotos, o Brasil registra um pequeno clarão de fogo na altura do Piauí e Maranhão. Na Amazônia, nada – zero.

    Ou seja, uma mentira será sempre uma mentira.

    Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/jr-guzzo/floresta-chamas-amazonia-fraude-contra-brasil/

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  • adegildo moreira lima presidente medici - SC 20/07/2020 21:16

    Concordo totalmente com voce Valdecir, a pergunta realmente é esta, quais os mercados novos que serão atingidos pela carne brasileira e qual aumento real de preço vai auferir o nosso produtor? O uruguai, exportador seleto de carne e queridinho da Europa e Asia, , muito elogiado pela qualidade de sua carne, nao aboliu a vacinação e tem muito mais status que a nossa. Será que esta loucura para liberar a vacinação em quase todo o pais com fronteiras de milhares de quilometros com vizinhos que sequer conseguem vacinar seus rebanhos nao podera comprometer todo o sério trabalho que os produtores vem fazendo ha decadas?

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  • Valdecir Rodrigues de Oliveira Mogi das Cruzes - SP 20/07/2020 14:58

    Parabéns pela coragem de dividir conosco sua vivência, dados, estratégia e opinião, Sr. Paulo Nicola.

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  • Thiago Nascimento Costa Jataí - GO 20/07/2020 08:26

    Sempre fui um ouvinte do Noticias Agrícolas, mas fico triste com esse tipo de interpretação do modelo de negócios das empresas de distribuição de insumos. O convidado está muito enganado sobre o que acontece no campo... os pacotes oferecidos pelas revendas não são engessados, não tem preços ocultos e não são feitos para dar prejuízo ao produtor. O entrevistados está prestando um desserviço ao agronegócio. Acho que o site tem que dar espaço a uma réplica, ou o convidado deve se desculpar das grandes bobagens ditas!!!

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    • Paulo Roberto Nicola Santiago - RS

      Caro Thiago, que bom saber de regiões onde os preços dos pacotes sejam expostos em valores atualizados em R$ para que possamos fazer comparações. Isso é ótimo.

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  • Tony Stehling 20/07/2020 07:57

    Excelente explanação de alguns colegas acima. Não vou comentar nenhum ponto específico para não ficar redundante. Mas fica o repúdio sobre a reportagem, que não condiz com a realidade da maioria dos distribuidores e revendedores do Brasil... Nossa maior preocupação no Brasil deveria ser com a política e nossos governantes, que nos causam prejuízos incalculáveis ano após ano. E nós do Agro que ajudamos a sustentar o país, somos tachados de destruidores, desmatadores, assassinos, etc, etc ,etc. Deveríamos ser uma classe mais unida, e assim teríamos a chance de tentar mudar algo. Reportagens e posicionamentos segregacionistas como o da reportagem em nada ajuda a situação do país.

    Excelente semana a todos. Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos.

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    • CLERISTON FELDKIRCHER NOVA MUTUM - MT

      Trabalho como consultor de vendas, e sou filho e neto de agricultores. Embora diversos pontos são pertinentes, também achei pesadas as considerações sobre as revendas de insumos, pois quando essas assumem os riscos ninguem volta para dizer: Muito obrigado! e no mercado cada vez mais maduro que atuamos realmente e um desserviço minimizar a importância das revendas agrícolas e quão importante e parceiras elas são do produtor rural. Para ajudar parte de uma classe, não se faz necessário diminuir outra...

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  • André Boss Chaves Capão do Cipó - RS 19/07/2020 13:35

    Parabens ao sr. Paulo Nicola pela coragem de expor suas experiencias. Concordo plenamente com o senhor, que o maior gargalo dos produtores rurais está na administração. Pois os mesmos dao mais importancia à produçao do que à comercializaçao,... sendo que se o processo não for de um todo, no final os numeros, com certeza, nao trarão bons resultados. Muito obrigado pelas indicações.

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  • Mauro Cezar Andreis Cascavel - PR 19/07/2020 13:19

    Nós, como proprietários de revenda e produtores rurais, sempre estivemos ao lado do produtor..., é uma pena ver uma matéria dessas marginalizando pessoas de bem, que muitas vezes fizeram a diferença em suas regiões de atuação, permitindo que produtores que não tinham acesso ao crédito em bancos, não tiveram apoio até mesmo dos bancos públicos, ainda assim pudessem plantar e conseguiram permanecer no mercado. Vai minha nota de repúdio a essa matéria..., não condiz com a realidade da maioria dos empresários proprietários de revendas no Brasil, a quem eu estendo meu elogio, pois conheço a maioria deles e sei por muitas fases dificeis que a maioria já passou. (Mauro Cezar Andreis, Agricola Andreis).

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    • Tony Stehling

      Parabéns pela Explanação!

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  • REGINALDO ANTONIO GARCIA DE OLIVEIRA Chapadão do Sul - MS 19/07/2020 10:58

    Meus cumprimentos a todos... Muito bem, André Assmann... Sr Paulo, sua colocação nos faz entender que as revendas de insumos é a pedra no sapato dos produtores, assim a revenda de máquinas agrícolas, as revenda da Toyota, Ford, Chevrolet, também se enquadram no mesmo seguimento das revendas de insumos, até mesmo o supermercado ... etc.

    Vamos ser francos e honestos com nós mesmos, todos estamos no mesmo barco...

    AS REVENDAS DE INSUMOS FOI, É, E SEMPRE SERÁ PARCEIRO DO PRODUTOR RURAL, e não um parasita como dá a entender a sua entrevista..., não podemos generalizar e colocar todos distribuidores de insumos em um SÓ BALAIO.

    Assim como os Produtores Rurais, os revendedores distribuidores de insumos do agronegócio brasileiro, SOFREU , DESBRAVOU, CRESCEU E QUEBROU, TEVE ALEGRIAS E TRISTEZAS, TUDO AO LADO DO PRODUTOR AGROPECUÁRIO... AJUDOU A CRESCER O COMÉRCIO NAS MAIS DIVERSAS REGIÕES DO NOSSO PAÍS, DESBRAVANDO FRONTEIRAS E ACOMPANHANDO NOSSO PRODUTOR RURAL EM CADA EMPREITADA.

    Quanto à diferença de preços, é claro que um agricultor com dinheiro na mão, comprando à vista, vai economizar muito, pois deixa de pagar muitos juros, e compra no melhor momento, mas isso é do mercado mundial de qualquer segmento do mundo, industrial, turismo, etc...

    Garanto que todos os revendedores/distribuidores gostariam de ter clientes produtores rurais capitalizados comprando à vista, pagando em dia seus insumos, e diminuindo os riscos de inadimplência.

    Esse negócio de pacote, como o senhor falou na entrevista, não é bem assim; pode até acontecer, mas o cliente (produtor rural) não é obrigado a comprar algo que ele não vai usar ou que não seja necessário em sua lavoura..., existem várias opções de tratamentos fitossanitários, tecnologias e pacotes, até mesmo dentro do mesmo distribuidor, ... também tem vários distribuidores que ele pode escolher para comprar.

    Não podemos esquecer as origens, os parceiros, os amigos. Acredito que as revendas ou distribuidores tiveram um papel muito importante ao lado do Produtor Rural, levando tecnologias, inovações e produtos ao longos dos anos, contribuindo e ajudando o agronegócio chegar ao patamar que se encontra hoje.

    E assim como os Produtores Rurais que hoje se tornam empresários, os Distribuidores ou Revendas também passam por transformações e atualizações para melhor atender e continuar a parceria com Produtor Rural nessa nova era tecnológica.

    ABRAÇÃO à mídia, ao Notícias Agrícolas, ao nossos Produtores Rurais, a todos distribuidores revendedores de insumos, e a todas pessoas que fazem parte e trabalham e lutam em pró ao AGRONEGÓCIO do nosso Brasil.

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    • leandro carlos amaral Itambé - PR

      Com certeza um não vive sem o outro... mas temos que ser francos, que existe um EMPURROMETRO, isso sim... começando pelas multinacionais que fazem vendas casadas com as revendas... tem também os tal enraizador, adubos foliares, anti- derivas ... e por aí vai...

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    • Paulo Roberto Nicola Santiago - RS

      Caro Reginaldo, um tanto ampla e inquestionável suas reflexões... Tendo eu berço no comercio, e vivendo até hoje prestando serviços através de várias empresas que atuam fundamentalmente dentro do agro, é justamente o que me leva a questionar algumas práticas comercias de grande valia, que, a meu modo de ver, se tornaram extorsivas ao longo do tempo. Queira eu ou não, tal prática comercial antecede em muito os dias de hoje e, certamente, é mais um meio de o sojicultor descapitalizado viabilizar sua produção. Porém, diante da falta de outras alternativas para obtenção de crédito e a necessidade de dar sequência à sua atividade, o pequeno e médio produtor acabam obrigados a aceitar uma prática desleal de comercialização... Tenho a meta de mostrar por onde escorre o lucro dos produtores que possuam pouca ou nenhuma liquidez, diante disso não poderia eu deixar de abordar esse assunto desagradável. Mas não sendo dono da razão, deixo um questionamento: "É boa prática comercial nós, produtores, levarmos um pacote formado somente de insumos que a empresa possui em seus estoques, e não pelos que precisamos -- sem sabermos qual o preço que estamos pagando, e muito menos sem saber quanto de juros estamos pagando?".

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    • Darlan Simon cafelandia - PR

      Reginaldo, bom dia. Maravilhosa sua leitura de mercado, sou engenheiro agronomo, ajudo alguns produtores nas tomadas de decisões e tbm sou parceiro em uma empresa de gestão agrícola...., NUNCA vi isso que foi falado pelo Nicola, não, que ele esteja errado, mas, se o produtor faz troca de grãos por unidade de produto, ele já sabe o custo!!! ex: compro 20 litros de glifosato por 5 sacas de soja, se a soja vale R$ 80,00, pronto o custo do litro de glifosato que estou comprando é = R$ 20,00 reais / litro, simples assim, com data pré definida de entrega do produto. Se o produtor achar que isso é caro, pronto, não compre ou negocie para compra por 4,5 - 4,8 sacas. Pra mim, "minha percepção" Nicola tentou jogar alto esse valor ( 22-26%) para induz produtores a procurar consultoria de gestão, minha percepção. Mas é muito importante o alerta que o Nicola fez. Em várias analises que fizemos com produtores que atendemos na Gestoagro, notamos que realmente eles não analisam dados antes de decidir por uma compra, e isso sim é fundamental, Nicola falou muito bem e a entrevista dele foi muito importante. Nicola, temos que cuidar por que uma noticia mau interpretada pode se tornar verdadeira, e voce acaba desmerecendo Vários bons empresários que ajudam e fazem o Agronegocio girar, visto a grande dificuldade de capital de giro que esses empresários tem. Parabéns ao Noticias agrícolas e ao Nicola pelo trabalho que fazem. Abraços...

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    • Paulo Roberto Nicola Santiago - RS

      Bom dia Darlan, destes o exemplo para o caso de um produto, mas estamos falando de um pacote fechado onde possuem "n" produtos. Como identificarmos os preços? Tenho uma planilha com os preços individual de todos os produtos (preços à vista), calculando assim o preço final do "pacote" e podes apostar, fui generoso ao falar em um acréscimo médio de 24%... e lembrando que meu foco é refletir o quanto isso afeta o lucro bruto. Considero normal um lucro bruto de 25% (com arrendamento incluso) para um nível administrativo médio, e vamos analisar todos os passos impensados que possam reduzir esse lucro a zero....

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    • Darlan Simon cafelandia - PR

      Sr. Paulo Nicola, bom dia. Maravilha, mais uma vez, parabéns. O trabalho de estimular o produtor rural a pensar mais e fazer mais contas é fundamental realmente, ... trabalho com alguns clientes que evoluíram muito depois das analises que entregamos. Realmente, conseguimos melhorar as margens dos produtores com o simples trabalho de pensar junto com eles e analisar o todo, não simplesmente a compra, e isso é fundamental. Analisamos a propriedade como um todo e aí sim, conseguimos ter melhorias expressivas em rentabilidade. Exemplo que eu coloquei foi sim de um produto apenas, mas isso pode ser elevado a um pacote, com simples analise de mercado que fazemos e base histórica que utilizamos nos trabalhos. Uma pena saber que tem produtor perdendo dinheiro no nível que voce comentou, ... mesmo achando improvável, mas, fico com pena. Abraços

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  • Rafael Antonio Tauffer Passo Fundo - RS 18/07/2020 23:05

    A televisão brasileira deveria mostrar essas coisas. Aqui no Rio Grande não temos nem ideia do que é um terreiro de café.

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  • EDMILSON JOSE ZABOTT PALOTINA - PR 18/07/2020 21:56

    Parabéns, sim, pela matéria desta jovem produtora rural... Mas também parabéns aos pais por proporcionar a "sucessão familiar" dentro desta cadeia produtiva... O que hoje é muito difícil de acontecer e que preocupa os pais na sequência dos negócios desenvolvidos pelas gerações anteriores... O NA deveria trabalhar mais este tipo de reportagem . Assim poderá contribuir nas gerações que vem chegando...

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  • Rafael Antonio Tauffer Passo Fundo - RS 18/07/2020 11:20

    Sr. Paulo, infelizmente os preços de arrendamento aqui na região de Passo Fundo são esses -- de 20 a 23 sacas por hectare --- e ainda estão pagando adiantando..., ou seja, antes de entrar na área, pagam o arrendamento e não são áreas irrigadas. Eu deixei de arrendar uma área nesses valores pois o custo e o risco ficam muito altos.

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    • nilo otavio baqueta Mamborê - PR

      Amigo, aí tá barato ... aqui já rola renda 35 sacas por hectare, e falta terra pra quem quer... dá pra fazer leilão!

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    • Paulo Roberto Nicola Santiago - RS

      Caro Nilo, qual a produção média alcançado na sua região? Certamente isso explica a diferença no preço dos arrendamentos...

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    • nilo otavio baqueta Mamborê - PR

      A terra inflacionou muito chegou ao ponto de ser inviavel a compra, e mesmo se fosse viavel não haais terras pra venda , os produtores vendo isso partiram para o arrendamento que tbm inflacionou, aqui a produção tem todo jeito , alta, media , fraca muito difícil, alguns produtores se arriscam nas 3 safras no ano, nem sempre da certo, como se diz cada cabeça uma sentença, pode se chegar ao ponto do.produtor arrendar suas terras para outros do ramo que conseguira maior lucro, ou seja, se não pode com eles junte se a eles kkkkkk abraço aos amigos ai do NA

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