Fala Produtor
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fabio DA SILVA TAVARES IBITIRAMA - ES 08/01/2019 15:21
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Ezequiel Dutra
Durandé - MG
É, creio q esteja um pouquinho longe de R$ 500,00. O problema é que não dá para colher soja em regiões montanhosas, ou pelo menos não com máquinas e, grito de pequeno cafeicultor é zumbido de mosquito... E aí, está conseguindo manter as adubações? Com o preço que está por aqui (R$ 100,00/saco 20-05-20, e ainda com dificuldades para encontrar, - com uma fábrica que está por fechar), não dá! Cafeicultura de montanha é uma fábrica de empregos. Mas, quem se importa? Para cada mosquito que morre nasce uma ninhada.
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Ezequiel Dutra
Durandé - MG
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geraldo emanuel prizon Coromandel - MG 08/01/2019 15:17
O Deral está no mundo da lua... deitado em berço esplêndido e o produtor pagando o pato pela irresponsabilidade. Eu diria que as melhores lavouras do Paraná é que terão uma quebra de 12%, se comparada à média das últimas safras. Meu pai diria " cabeça só pra usar chapéu meu filho, digo, Deral"...
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Quando falo em saber discernir...e saber entender o que esta escrito...a manchete sobre o assunto é.. Que 12% das lavouras do parana tem algum grau de perda...e não que a quebra de soja sera 12%...
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geraldo emanuel prizon
Coromandel - MG
Sr. Dalzir, deixe de preciosismo... O sr ja´provou neste espaço ter capacidade de discutir assuntos de maior relevância. Sei interpretar muito bem o que disse o Deral, até porque está dito textualmente " somente 12% das lavouras estão em condições ruins, entretanto, não são perdas consolidadas", ou seja, a quebra de safra para o Órgão ainda é quase inexistente. Quando utilizei o número de 12% foi apenas para pegar um gancho do editorial. Simples assim. Abraços.
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
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Célio Azevedo II Rio de Janeiro - RJ 08/01/2019 14:46
Bolsonaro neles!
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Geovani Salvetti Ubiratã - PR 08/01/2019 13:01
12%??? onde isso???..., aqui na região oeste do Paraná foi mais de 50% de quebra...
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Betina Foz 08/01/2019 12:55
O que é Matopiba ???
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Cácio Ribeiro de Paula
Bela Vista de Goiás - GO
Sra Betina, Matopiba refere-se às iniciais dos Estados do MARANHÃO, TOCANTINS, PIAUÍ e BAHIA. Quando é citado o MATOPIBA, entende-se a região agrícola dos 04 estados.
Sds,
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LAURICIO RIBEIRO DE MORAES
Tangara da Serra - MT
Região Geo-Economica que compreende os Estados do Maranhão(MA), Tocantins (TO), Piaui (PI) e Bahia (BA). Fronteiras agrícolas desse nosso Brasil
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José Guilherme Barbosa
Balsas - MA
MATOPIBA
Significa a sigla de cada estado,
Sendo MAranhão TOcantins PIaui BAhia
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carlo meloni
sao paulo - SP
BETINA, Matopiba e' uma nova fronteira agricola assim batizada pela Embrapa para facilitar sua identificaçao---Sao 73 milhoes de hectares com uma populaçao rural de 2 milhoes de pessoas --Comprende 33% do MA ranhao, 38% do TOcantins, 11% do PIaui e18% da Bahia----Essa area pertence na quase totalidade ao bioma CERRADO, de perfil plano e com 4 a 5 meses de seca--Nao tenho certeza,, porem ao igualar o CERRADO ao mesmo conceito da AMAZONIA LEGAL, o novo Codigo Florestal torpedeou a area exigindo uma maior Reserva Legal----
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Cácio Ribeiro de Paula
Bela Vista de Goiás - GO
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Valdir Edemar Fries Itambé - PR 08/01/2019 11:34
Em relação a opinião do nosso amigo LINDALVO JOSÉ TEIXEIRA, produtor rural e excelente profissional, digo que divergências existem..., respeito suas posições, e diante das divergências, devo esclarecer, quanto a data de plantio do soja, e quanto à viabilidade econômica do cultivo do milho safrinha.
PRIMEIRO: Quanto a sua afirmação de que o plantio realizado em 7 de setembro é muito cedo: "Por elevar muito os riscos de perdas decorrente da exposição das plantas a um déficit hídrico" ...É questionável, até porque as perdas decorrentes da exposição das plantas a um possível déficit hídrico, se agravam em decorrência do ciclo da cultura, e não devido a data do plantio. Sabemos que, quanto mais precoce a cultivar, mais perdas as plantas sofrem a qualquer período de deficit hídrico, isto vem se confirmando nesta safra, observamos que as lavouras plantadas com soja super precoce, são as que mais sofrem as perdas de produção decorrentes da estiagem.
Tenho plantado soja "muito cedo" porque é possível SIM, sempre levando em conta a questão clima, e principalmente a escolha da cultivar que mais se adapta ao plantio em setembro.
Um dos motivos pelo qual faço questão de manter a área de OBSERVAÇÃO com dezenas de variedades na propriedade, é justamente para melhor escolher e definir qual a cultivar plantar (fiz questão de alertar no artigo que: "Em termos de perdas, um dos fator determinante que influencia nos índices da produtividade, e deve ser analisado e levado em conta, é a escolha da cultivar a ser plantada").
Voltando a questão do "défict hidrico, apesar de todos os instrumentos e estudos de previsões meteorológicas, sempre é previsão, e nunca temos a certeza de quando, e em que faze do ciclo da cultura possa ocorrer a falta de chuvas. Neste sentido, um dos fatores que mais considero antes de iniciar o plantio a cada ano, é o fator clima, considerando inclusive as "previsões" futuras...
A questão de clima, é cíclico, no ano safra 2017/2018, não foi possível iniciar o plantio de soja no decorrer do mês de setembro por falta de chuvas, e sem uma reserva hídrica, e umidade adequada no solo, NÃO realizo plantio nenhum, muito menos soja. Já neste ano safra de 2018/2019, os 215 mm de chuvas que aconteceu em agosto/2018 garantiram uma reserva hídrica, e as boas condições de umidade no solo, e boas previsões de chuvas para setembro, nos permitiu realizar o inicio do plantio em 7 de setembro/18. As boas chuvas de 154 mm acumuladas em setembro garantiu a germinação a emersão das plantas, e os 259 mm de chuva acumulados no mês de outubro/2018 beneficiaram o desenvolvimento vegetativo das plantas. Na área de soja em questão, plantada em 7 de setembro, dos 44 colhidos sub divididos em dois talhões, a baixa precipitação pluviométrica de apenas 85 milimetros de novembro e a estiagem que se estendeu até meados de dezembro provocou perdas de produção, porém as perdas se agravaram ainda mais, em um dos talhões cultivados (conforme cito os danos ilustrado na primeira imagem publicada no artigo), perdas que se agravaram significativamente devido a questão da estrutura e fertilidade em uma parcela da área, que tinha no passado o cultivo da cana de açúcar, mesmo assim, e aproveitando, para conhecimento dos amigos produtores, na área plantada em 7 de setembro apesar de TODOS OS FATORES DE PERDAS, obtivemos uma média final com a PRODUTIVIDADE DE 43 SACAS POR HECTARE, índices de perdas significativa, com resultados de média bem abaixo da média obtida na safra 2016/2017, quando na época, também tivemos oportunidade de realizar o plantio em setembro.
Quanto as demais áreas plantadas no mês de SETEMBRO, as imagens das três cultivares estão publicadas no artigo, e apesar da ocorrência do déficit hidrico em dezembro/2018, pode se observar nas imagens o potencial produtivo de cada uma.
QUANTO A QUESTÃO MILHO SAFRINHA: Devo afirmar que NUNCA joguei fora uma safra de soja para plantar milho safrinha.
Na verdade, somos muitos os produtores rurais de diversas micro regiões do Paraná que vem adequando a data de plantio da soja para realizar uma BOA SAFRA DE MILHO no segundo plantio, e abrir uma janela adequada para o PLANTIO DA TERCEIRA SAFRA, com o objetivo de melhorar a cobertura do solo com a palhada do cultivo da cultura do TRIGO ou de AVEIA... Esta pratica é possível,e temos conseguido realizar isto, obtendo excelentes produtividades de milho na segunda safra, e bons resultados de palhada com a terceira safra, que é realizaa a depender dos fatores climáticos de cada ano.
O plantio de milho no BRASIL , "não é aquele negócio de outro mundo" ... E só NÃO é um negócio melhor aqui no BRASIL, por causa do resultado de certas estimativas de safras publicadas, que a ponderação da "CAUTELA" nos resultados das estimativas de safras pelo DERAL e pela CONAB, que divulgam suas estimativas de super safra do novo ano agrícola, em meio ao período de comercialização da produção de milho safrinha, conforme aconteceu no segundo semestre de 2017, quando de certa forma, suas publicações de estimativa iniciais de produção de milho para o ano 2017/2018, acabam comprometendo os preços de mercado, comprimindo os preços de mercado a baixo dos preços mínimos em determinadas regiões do País.
Fatos como estes, tem desanimando os produtores rurais. Prova disto, foram as estimativas de área de cultivo e produção de milho no ano decorrer de 2017 a e meados de 2018, onde observamos nas publicações, ÁREAS de PLANTIO DE MILHO VERÃO muito superior das ÁREAS REALMENTE PLANTADA pelos produtores rurais, em especial os do Estado do Paraná.
Este fato, levou ao desestimulo dos produtores rurais em relação a questão investir ou não no plantio da safrinha de 2018. Denunciamos este fato na época, em entrevista ainda em 2017 aqui no SITE NOTICIAS AGRÍCOLAS, e em artigo publicado também aqui no mês de janeiro (https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/205455-a-perserveranca-do-produtor-rural-e-a-desagregacao-da-cadeia-produtiva-por-valdir-fries.html#.XDR8iFVKgnQ)...
E o que acontece agora em 2019??? Após comercializado a produção do milho safrinha colhido na safra de 2017 e safra de milho 2017/18???
O que vimos agora, e esta AQUI nos arquivos de vídeo do SITE NOTICIAS AGRÍCOLAS para se confirmar ... Vimos o próprio Secretario de Agricultura do Paraná em entrevista concedida no dia 02 de janeiro ao JOÃO BATISTA OLIVI ...(logo após aos 6 minutos de entrevista) afirmando com base nos resultados finais das estimativas da safra 2017/2018, dizendo que na safra de 2017/2018 o Paraná realizou um dos MENORES plantio de milho primavera verão. Ou seja, venho a confirmar o que justamente vinhamos cobrando e denunciando em 2017/2018...
Portanto sr. LINDALVO, diante das produtividades que estamos obtendo com o plantio da PRIMEIRA SAFRA, da SEGUNDA SAFRA cultivando MILHO, podemos dizer que esta cultura de milho segunda safra se viabilizou pelas altas produtividades que estamos conquistando, e entre o milho plantado no primeira safra (primavera) e o plantado na segunda safra, é a produção de milho da segunda safra já é a "safrinha" que garante a maior produção de milho no BRASIL...
Portanto, "NÃO é aquele negócio de outro mundo", porque atras de uma "CAUTELA" manipulada nas estimativas de safra, o mercado do milho tem de certa forma comprometido a renda do produtor rural, e para que isso não aconteça devemos cobrar dos Governantes a implantação de um sistema de levantamento e computação dos dados referente as estimativas de safra mais eficiente e eficaz, até porque até então, os dados das estimativas publicadas, são dados de campo coletados 15 a 20 antes da sua publicação... NÃO PODEMOS ACEITAR: O Brasil no mercado futuro com "estimativas" do passado ... denuncio isto a muito tempo ACESSE https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/102004-o-brasil-no-mercado-futuro-com-estimativas-do-passado.html#.XDS0NlVKgnQ
No BRASIL, temos produtores rurais com perseverança, temos terra, clima, tecnologia, profissionais com capacidade técnica para difundir os resultados de pesquisa e produzirmos cada vez mais, pesquisando e se adequando para viabilizarmos a produção e a garantia de renda. VALDIR FRIES - PRODUTOR RURAL em ITAMBÉ - PR.
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Carlos William Nascimento
Campo Mourão - PR
Tem que colocar este Valdir como secretário da agricultura. Tem que levar ele para Brasília. Avisem o Bolsonaro.
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carlo meloni
sao paulo - SP
Clicar positivo e' pouco,---- Eu me sinto na obrigaçao de agradecer ,o conteudo e o tempo que o sr Valdir dedicou aos colegas produtores----Itambe' nao e' longe de casa, portanto as dicas sao uteis no meu caso... Todavia o Brasil e' grandao e isso nao serve para todo mundo---
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Carlos William Nascimento
Campo Mourão - PR
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Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 08/01/2019 11:13
O Deral (departamento de economia da secretaria da agricultura do Paraná) emitiu um relatório ontem, 07/01, informando que somente 12% das lavouras de soja estão em estado ruim. Infelizmente a mentira e a tramóia irão prevalecer. Teremos um ano de baixa produção e baixos preços. Tudo e todos se alinham para segurar qualquer alta nos preços da soja. Da minha parte vou fazer o possível para reduzir custos. Salvar minha semente numa câmara fria (dane-se o fiscal), usar produtos genéricos baratos, e usar produtos importados. Nem pensar em investir em máquinas novas, vou arrumar as velhas. Pra que investir se os preços nunca serão remuneradores? Pra que tentar atingir 80 sacas por hectare de média, se isso irá derrubar ainda mais os preços? Os vendedores e atravessadores de nossa produção tem a certeza do lucro. Nós, agricultores, somente temos as incertezas do clima e a certeza de que nunca vão deixar de manipular as notícias para segurar os preços. Gente nojenta, pilantras, canalhas. O inferno lhes será quente.
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Cesar Schmitt
Maringá - PR
Carlos, essa é a velha e eterna burrice do Deral. Eles "consultam" a Emater, que consulta seus técnicos a campo, que contatam as cooperativas, visto que esse povo não vai ao campo. Esse processo demora uns 15 dias, pois sabemos da "agilidade" dos órgãos públicos. Portanto o funcionário que foi fazer o solene anuncio da quebra de safras, tinha em mãos uma situação de lá pro dia 20 de dezembro. Aí os consultores dos Rabobank da vida começam a se "pavonear" com dados mais frios que nota de R$ 15,00. Aí o besteirol tá desencadeado.
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Carlos Massayuki Sekine
Ubiratã - PR
Devem ter errado na redação. Deve ser 12% de áreas que NÃO sofreram perdas... Só que não...
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Cesar Schmitt
Maringá - PR
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 08/01/2019 03:51
Coloco parte de um texto de Luiz Felipe Pondé para que os leitores sintam como dói a realidade: ... "Faço hoje uma inversão do título de sua obra, como numa espécie de arroubo de licença poética. Falo de um Estado contra a sociedade. Falo do Estado brasileiro e sua cultura destrutiva da iniciativa dos cidadãos e de suas empresas em busca de melhorar a vida e avançar socialmente e economicamente. Não existe avanço social sem avanço econômico. Vejamos algumas faces dessa fúria destrutiva.
Você já se perguntou por que razão você nunca viu um americano (que não tem nenhuma "proteção trabalhista") tentando entrar ilegalmente no Brasil? Se a "proteção do trabalhador" é tão essencial, por que razão você nunca viu casos de americanos vivendo aqui ilegalmente pra poder ter essa tal "proteção trabalhista"? A razão é simples: porque é melhor ter um mercado cheio de empregos do que um mercado cheio de passivo trabalhista.
No Brasil dar emprego é coisa que devia entrar no processo canônico de santidade. Para além da questão trabalhista em si, a burocracia, a mentalidade de desconfiança contra a iniciativa privada é uma peste".
Para aqueles que queiram a íntegra. Segue o link: http://rota2014.blogspot.com/2019/01/o-estado-contra-sociedade-por-luiz.html
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 08/01/2019 01:20
Li uma notícia informando que, nesta segunda-feira, o atual presidente da Petrobrás mandou pra rua a última diretora remanescente da era Lula-Dilma... Gostaria de, na condição de um velho matuto, pedir ao atual presidente que também mude o nome do atual campo petrolífero lula para a designação anterior "Tupi". Haja vista, que já existe uma decisão proferida em 13/11/17 pelo juiz federal substituto Vinícius Sávio Víoli, da 5ª Vara Federal de Porto Alegre.
A ação popular foi ajuizada por uma advogada de Porto Alegre. Além da alteração no nome, ela solicitou que a Justiça determinasse que o ex-presidente Lula e o ex-dirigente Sérgio Gabrielli devolvessem aos cofres da empresa todos os valores gastos com publicidade para a divulgação do campo. Até dezembro de 2010, o local era conhecido como Campo de Tupi.
Em face da densa fundamentação, o juiz determinou a anulação do ato administrativo que promoveu, em 2010, a alteração de nome do Campo de Tupi para Campo de Lula. Cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Justiça Federal do RS).
Vamos limpar todo vestígio de sujeira desses tempos macabros, onde "roubar" era visto como um ato de "desviar".
Vamos voltar a escrever BraZil ... com "Éssê" ... BraSil !!!
Em Tempo: O "ZÊ" significa... Zorra, Zona Total...
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Cesar Sandri Mineiros - GO 07/01/2019 22:14
É a maior queda de safra da história da Agricultura Brasileira e vêm falar de fim de subsídio. Querem quebrar o agricultor brasileiro.
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Rudinei Luis Erpen Lagoão - RS 07/01/2019 21:55
O Rio Grande do Sul teve hoje, novamente, um dia de chuvas..., as lavouras estão com bom desenvolvimento, andando cada vez para o lado de uma boa safra..., mas ainda é visível as áreas onde o stand de plantas ficou baixo devidos ao excesso de chuva e fungos no plantio, o que, com certeza, já tirou uma parte do potencial dessas lavouras.
As lavouras se encontram em sua maioria na floração o que ainda irá precisar de muita chuva para finalizar o ciclo. Precisamos ainda de pelo menos uns 60 a 70 dias com umidade boa no solo para desenvolver as lavouras de ciclo mais longo...
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Paulo Victor Mesquita Prado São Paulo - SP 07/01/2019 17:43
Infelizmente as noticias sobre o clima no MATOPIBA estão desatualizadas na reportagem.
Desde o dia 24/12 as chuvas voltaram a ser regulares no Oeste Baiano e no momento não existe preocupação acerca de stress hidrico na região. As lavouras de soja, milho e algodão estão com potencial altíssimo de produção após um período de 13 dias de seca que inclusive ajudou no desenvolvimento radicular das plantas. Lógico que podem existir lavouras com perda de potencial, mas são casos muito isolados que não deveriam alterar a produtividade nos níveis informados pelo senhor Celito Breda.
Algumas regiões do MA e do PI passaram por veranicos de até 25 dias e já existe sim perda de potencial produtivo, porém não é possível dimensiona-lo devido aos vários estágios de desenvolvimento em que as culturas se apresentavam. Replantios de áreas mais arenosas ou recém abertas estão acontecendo principalmente no PI, mas não se trata de uma quebra de safra superior a 15% do projetado inicialmente para a região.
No Tocantins a safra segue regular com veranico observado de 10 dias, que não afeta a produtividade além de 5%.
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Cesar Schmitt
Maringá - PR
e dentro do escritório em São Paulo, você viu tudo isso? A nível de campo, de fazenda se enxerga uma realidade muito, mas muito diferente.
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Carlos William Nascimento
Campo Mourão - PR
O Paulo deve trabalhar no Robobank, que disse que a safra brasileira será de 119 mi de toneladas.
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Paulo Victor Mesquita Prado
São Paulo - SP
Rodei todas essas regiões recentemente e venho me atualizando com mais de 30 produtores presentes em em todas as regiões que citei. Não fico vendo do computador ou acreditando só em Whatsapp, eu vou à campo. Qual região produtora vocé quer saber do MA? Batavo, Penitente, Pé de Galinha, Rio Coco, Carolina, Entroncamento, Ilha de Balsas, Mangabeiras, Azeitão, Buriticupu, Açailandia, Chapadinha... Piauí: Baixa Grande, Uruçuí, Transcerrado, Quilombo, Santa filomena, Ribeiro... Bahia? Roda Velha, Anel da Soja, Coaceral, Garganta, Placas, Correntina ou Rosário?
Além de trabalhar no "escritório", sou produtor rural e trabalho em cima de fatos..
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Paulo Victor Mesquita Prado
São Paulo - SP
Eu não sou um destes "otimistas" que acha que a produtividade brasielira vai ser recorde e tal... Acho que o Deral está errando feio ao propor somente 15% de quebra no PR... No sul do MS vai quebrar mais de 30% e haverá perda em Goiás e inclusive em algumas regiões do MT! É safra pra 110 MM de toneladas e olha lá... Mas falar em quebra de safra específicamente pro Oeste Baiano para quem convive na região há bastante tempo, e sabe como o clima afeta a produtividade sem um levantamento de qualidade, não dá pra aceitar...
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Homil Abdala Abdo
Ituverava - SP
Nosso problema é esse falsos profetas que, de dentro do escritório, profetizam a nova safra, sempre do lado das tradings .
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carlo meloni
sao paulo - SP
Paulo Victor, parabens pela sua sinceridade e honestidade...
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Eduardo Lima Porto
Porto Alegre - RS
Respeitosamente, me parece que o Senhor Paulo não conhece o Sr. Celito Breda, que além de ser um reconhecido Consultor Agronômico que vive e atua há muitos anos em Luis Eduardo Magalhães, é também um grande produtor de soja e algodão. Acompanho o trabalho dele há muito tempo e posso atestar-lhes que é pessoa e profissional da maior seriedade. O que não está sendo devidamente contemplado nos cálculos são as perdas do RS, onde se verificam situações de muitos replantios e desistências por excesso de chuva na metade sul e fronteira-oeste e seca no noroeste.
A escala das propriedades é pequena no Estado que planta mais de 5 milhões de hectares, o que dificulta um levantamento mais adequado.
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Rafael Antonio Tauffer
Passo Fundo - RS
A soja precoce no Tocantins vai ter mais de 5% de quebra, tem regiões que ficaram 15 dias cem chuva.
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Paulo Victor Mesquita Prado
São Paulo - SP
Eduardo, conheço sim o Sr. Celito Breda e também outros grandes produtores do Oeste Baiano e respeito muito sua opnião. Só não concordo que haverá quebra de safra e que as chuvas não vem desde o dia 08/12.
Houve chuvas em bom volume no fim do mês de dezembro que atingiram quase todas as propriedades do Oeste Baiano, desde Jaborandi até o Coaceral. Quem conhece a região sabe que 90% da soja plantada na Bahia tem ciclo médio ou longo, portanto, se foi plantada à partir de 15/10 não haveria perda de potencial com 15 dias de falta de chuvas em periodo vegetativo / reprodutivo, até porque o solo estava bem enxarcado e a disponibilidade hidrica para as plantas era muito boa. Além disso as temperaturas não foram tão altas tal como no Paraná..
Casos isolados de falta de chuva podem acontecer, mas esta claro que o clima ATÉ O MOMENTO não um problema regional e sim pontual!
Se formos comparar com a última safra, sim a produtividade será menor mas isso não significa quebra. A safra 17/18 foi atípica com áreas superiores a 15.000 hectares atingindo médias de 80 sacas, áreas que nunca haviam atingido 70 sacas! Não da pra dizer que isso é normal e tomar esse ano como referência para classificar os otros como "quebra".
Rafael, no Tocantins a quebra de 5% que disse é no geral. Existem áreas com produtividade esperada superior à do ano passado e áreas com produtividade inferior..
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elcio sakai
vianópolis - GO
Paulo, independente se estiver certo ou errado, parabéns pela dedicação da pesquisa..., precisamos de pessoas sérias como você, que tenham argumento e convicção dos fatos apresentados.
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Cesar Schmitt
Maringá - PR
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Namir Bertuol Londrina - PR 07/01/2019 17:36
Esta na hora de achar e acabar com todas as falcatruas do governo anterior, e enfiar na cadeia os responsáveis. Só assim esse pais começará a funcionar
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Lindalvo José Teixeira Marialva - PR 07/01/2019 17:27
Dia 7 de setembro é muito cedo para o plantio de soja em nossa região, elevando muito os riscos de perdas com exposição das plantas a um déficit hídrico, "termoperíodo", menor insolação e outros fatores. Dentro da minha ótica, vejo que não compensa o risco, pois o milho safrinha não é aquele negócio de outro mundo para jogar uma safra de soja fora com o plantio muito cedo. Tenho acompanhado lavouras semeadas em setembro e muitas estão produzindo abaixo dos índices esperado. Lavouras muita fracas.
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Lindalvo José Teixeira Marialva - PR 07/01/2019 17:17
As chuvas estão muito irregulares e as perdas estão aumentando a cada dia.
Amigos, venho aqui expor o meu problema, como cafeicultor que sou... estou com dividas em dia no banco mas final 2018 estou ate agora sem pagar porque estou com cafe estocado e só dá 80 sacos colhido, ... o preco está abaixo de R$ 500,00 e tenho muitos gastos pra manter minha casa ... também está dificil de arranjar servico com esse preco... estamos pedindo socorro pois quem é mais rico está aguentando mas nós, pequenos, estamos no vermelho.