Plantel de matrizes suínas cresce no Rio Grande do Sul e chega a mais de 400 mil animais

Publicado em 31/03/2026 14:57
A estimativa foi elaborada a partir de informações coletadas junto a representantes de diferentes segmentos da cadeia produtiva.

O plantel de matrizes suínas no Rio Grande do Sul apresentou crescimento no último ano. De acordo com levantamento realizado pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), o estado conta atualmente com 400.534 matrizes, número 3,3% superior ao registrado em 2025, quando o total era de 387.756 animais.

A estimativa foi elaborada a partir de informações coletadas junto a representantes de diferentes segmentos da cadeia produtiva, incluindo produtores independentes, cooperativas, agroindústrias e sistemas de parceria entre produtores. O levantamento permite acompanhar a evolução da suinocultura gaúcha e entender como o plantel está distribuído entre os diferentes modelos de produção.

Entre os sistemas produtivos, as agroindústrias concentram a maior parte das matrizes, com 229.100 animais. Apesar de manterem a liderança no volume total, esse segmento apresentou leve redução de 1% em relação ao ano anterior. Já os sistemas de parceria agropecuária entre produtores registraram o maior avanço, passando de 77.480 para 88.877 matrizes, crescimento de 15% no período analisado. As cooperativas também ampliaram seu plantel, chegando a 63.237 matrizes, aumento de 3% em relação a 2025, enquanto entre os produtores independentes o número passou de 18.320 para 19.320 matrizes, crescimento de 5%.

O levantamento também apresenta um panorama da estrutura produtiva da suinocultura no estado. Atualmente, o Rio Grande do Sul conta com 4.450 produtores distribuídos nas diferentes etapas da cadeia, que incluem unidades produtoras de desmamados, produção de leitões, creche, terminação e propriedades de ciclo completo.

Para o presidente da ACSURS, Valdecir Folador, os números reforçam a importância de acompanhar de perto a evolução da atividade no estado. “Esse levantamento nos permite entender melhor os movimentos da suinocultura gaúcha e como o setor está se organizando entre os diferentes sistemas de produção. Mesmo diante dos desafios enfrentados nos últimos anos, a cadeia segue buscando eficiência e mantendo sua capacidade produtiva”, destaca.

O monitoramento periódico do plantel de matrizes é um dos principais indicadores para avaliar o potencial de produção da suinocultura. A partir desses dados, é possível acompanhar tendências do setor, planejar o crescimento da atividade e apoiar decisões estratégicas de produtores, cooperativas e agroindústrias no estado.

 

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Por:
Acsurs
Fonte:
Acsurs

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