Fala Produtor
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Euclides de Oliveira Pinto Neto Duque de Caxias - RJ 23/11/2018 13:04
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Francisco Costa BrasÃlia - DF 23/11/2018 12:35
Uau! Bacana ver como um abnegado gerente do Bamerindus no final da Jaime Brasil se tornou um importante empresário e agora o Governador do querido Estado de Roraima. Parabéns Antonio Denarium, devo a você e ao saudoso banco a motivação para poupar e investir! Um grande abraço e boa sorte nessa nova jornada! (Dr. Francisco Antonio da Costa. Médico Ultrasonografista).
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armelindo corte dos reis
Enagenheir Bel trão - PR
O que temos que fazer com urgência é a emancipação indígena.
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armelindo corte dos reis
Enagenheir Bel trão - PR
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Sebastião Ferreira Santos Fátima do Sul - MS 23/11/2018 08:26
Bom dia. Só posso atribuir isso a pessoas que são orientadas por professores desequilibrados com os olhos voltados à países asiáticos comunistas, onde a miséria prevalece e a população não tem outra opção de alimentação para sobreviver. Quero aconselhar à essas garotas que se reciclem com professores sérios e competentes que possam mudar suas idéias ou então que se mudem para a Índia ou China para conseguir desenvolver suas experiências. Estou cansado de ouvir ambientalistas otários dizer que a ÁGUA irá se acabar e alguns dizerem que vai faltar alimentação. Mas o mundo está mudando, pois estão voltando governantes mais humanos e comprometidos com o desenvolvimento dos seus países e com o mundo em geral. Estão se sucumbindo os comunistas e esquerdistas que agem contra a produção agrícola mundial. Os EUA e o Brasil são grandes exemplos disso. Jamais podemos criminalizar que produz o sustento da população mundial, os governantes tem a obrigação de acompanhar o desenvolvimento agrícola de seu país com a obrigação de orientar sobre o meio ambiente. Sem criminalizar, extorquir e expropriar como foi feito nos governos de FHC,LULA e DILMA. O produtor tem sim que ser fiscalizado para não cometer exageros e injustiças e punidos qdo errar, mas nunca criminalizado como bandidos, como agiram esses três governos corruptos passados.
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Gilberto Rossetto
Lucas do Rio Verde - MT
Sem pré-conceitos .... eu mesmo já experimentei "farinha de insetos", com alto teor de "proteina", destinado a restabelecimento de "enfermos" e atletas. Creio que as meninas não almejam a substituição da atual produção de alimentos dos humanos, mas sim uma simples opção, come quem quer ou necessitar. O novo pode assustar, mas jamais devemos descartá-lo.
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[email protected]
Ribeirão Claro - PR
Olá senhor ignorante e desinformado. Acho que não entendeu muito bem a proposta. Ninguém, em nenhum momento falou da substituição da alimentação normal dos brasileiros, porém, a população mundial está crescendo SIM, e pra alimentar o povo precisamos de mais comida, de mais fontes de nutrientes, e como utilizamos a carne bovina como grande fonte de proteína, também precisamos de MUITO mais espaço para criá-los , ou o senhor vai criar um animal desse porte dentre de um metro quadrado ?
A proposta não tem relação nenhum com comunismo, e sim, com a suplementação (nesse caso, dos brasileiros) a partir de alimentos alternativos como nova fonte de nutrientes, em razão, também, da falta de espaço para a criação de animais de grande porte. O novo governante do Brasil pode melhorar e investir muito na agricultura e pecuária, mas o senhor acha que ele vai aumentar o tamanho do planeta terra?
Apenas estamos pensando no futuro!
Passar bem!
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
Sr. Sebastião, no começo fiquei na dúvida quanto à motivação de seu comentário, mas analisando superficialmente a situação, ou melhor, a reação dos "professores", essa elite que quer resolver o problema da alimentação no mundo!!!???, creio que em parte você tem toda razão. O que uma startup que vai desenvolver um produto comercial tem a ver com sustentabilidade? Essa pergunta me fiz ao ler o comentário da professora e agora do Ggeus, ele diz ali que o objetivo além de alimentar o mundo é o de produzir proteínas no menor espaço físico possível, juntamos isso com o argumento da professora de que a sustentabilidade deve ser discutida e temos aí uma intenção que é a de reduzir a produção de gado bovino para salvar o planeta. Então, mais comunista que isso impossível, eu torço para que as meninas consigam um investidor e que lancem a startup na bolsa e façam bilhões, seria ótimo para o país, para os brasileiros. Como eu disse, trata-se de ganhar dinheiro e não de seguir politicas centralizadoras de governos que pretendem controlar e dominar toda e qualquer ação humana. Nós, produtores, não somos nem de longe os monstros destruidores da natureza, como também não somos assassinos de fetos por usar defensivos como alega o professor Sandri de GO.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Há algum tempo (coloque essa escala em décadas), esse matuto se deparou com um vidro cheio de besourinhos e a explicação foi que eles eram usados como remédio para as pessoas que sofriam de asma. Ou seja, essa técnica de uso de insetos é de longa data.
Países orientais que têm a cultura de insetos como alimento, advém das guerras que ocorreram em seus países, onde animais e fontes de água eram inutilizados para não servir ao inimigo. Quando esse inimigo era enxotado das áreas, as pessoas tinham que achar alguma alternativa para sobreviver. Estou falando de 1000, 500 anos atrás.
O reino animal tem suas divisões em filos, o dos invertebrados abrange a classe insecta, cujos espécimes são o motivo da pendenga. Não devemos nos esquecer que a cultura é o efeito dos costumes.
Numa região do globo, onde a fartura de todos os recursos naturais para o desenvolvimento da vida não sofrem à escassez, vai ser difícil mudar os costumes. Mas, enfim, vale à iniciativa.
A Cargill Inc., uma das maiores empresas globais de agricultura, juntou-se a Bill Gates e outros gigantes dos negócios para investir em uma tecnologia emergente capaz de produzir carne de células animais auto produtivas em meio à demanda crescente dos consumidores por proteínas menos dependentes de alimentos, terra e água. As informações são da "Bloomberg".
A Memphis Meats, que produz carne bovina, de frango e de pato diretamente de células animais, sem a necessidade de criar e abater gado ou aves, levantou US$ 17 milhões de investidores que incluem a Cargill, Gates e o bilionário Richard Branson, de acordo com uma declaração feita na última terça-feira (22) no website da startup de San Francisco. A rodada de investimentos foi liderada pela empresa de venture capital DFJ, que já apoiou muitas startups de varejo voltadas para o social.
"Estou animado por ter investido na Memphis Meats", disse Branson em um email para a "Bloomberg". "Eu acredito que em cerca de 30 anos nós não precisaremos mais matar animais e que toda a carne será limpa ou feita de plantas, com o mesmo sabor e muito mais saudável."
Este é o último avanço de uma gigante da agricultura em resposta a consumidores, especialmente millennials, que estão rapidamente deixando sua marca no mundo da alimentação nos Estados Unidos. Isso está acontecendo por meio de demandas crescentes por produtos orgânicos, foco em comida considerada sustentável e mais atenção ao tratamento dos animais. Grandes processadores de gado e frango começaram a estudar alternativas para a carne tradicional.
"O mundo ama comer carne, e isso é algo muito tradicional em muitas de nossas culturas", disse Uma Valeti, cofundador e CEO da Memphis Meats, na declaração. "A forma como a carne convencional é produzida hoje cria desafios para o meio ambiente, o bem estar animal e a saúde humana. Estes são problemas que todos querem resolver."
ALGUÉM DUVIDA ???
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
He! He! (risos) ... O "ALGUÉM DUVIDA"??? ... Foi a inserção do velho matuto. ... ... Pessoas que consomem PTS (proteína texturizada de soja), não querem saber como isso é feito... ... Para consumir uma farinha proteica sustentável (FPS), com certeza acreditarão que estão preservando o planeta... ... É QUESTÃO DE CULTURA !!!
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Gilberto Rossetto
Lucas do Rio Verde - MT
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Yoshio Hinata São Paulo - SP 23/11/2018 07:49
Se não me engano o saudoso Antonio E. de Moraes falava que os índios deveriam ser inseridos na sociedade, e não se criar reservas.
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Luiz Alfredo Viganó
Marmeleiro - PR
Quem conhece o MS observa nas ruas e estradas a miséria que os índios da região vivem: as aldeias são verdadeiras favelas rurais. Ao mesmo tempo o setor público tem um exército de burocratas pra assistí-los, mas cujas políticas só perpetuam essa miséria e não transformam os mesmos em cidadãos. A meu ver são manipulados, por ideologia ou pelo lucro, como no caso da absurda demarcação entre Terra Roxa e Guaira. Como lembro o sr. Yoshio acima, o índígena tem de ser inserido na sociedade, entrar no mercado de trabalho. Muitos trabalham no Mato Grosso do Sul , sem diferencial nenhum do "homem branco". O que existe é muita discriminação e intolerância, e não é isolando o índio em aldeias paupérrimas que se resolverá , muito menos tomando terras tornadas produtivas pelo trabalho dos agricultores.
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EDMILSON JOSE ZABOTT
PALOTINA - PR
Sr. Luiz Alfredo, correta sua observação com relação a atual situação em que vivem os indígenas no MS , jogados à própria sorte pelos funcionários públicos da Funai..., não fosse os povos das regiões que os auxiliam com ajudas em alimentos e roupas , estes estariam em situação miserável .
O que devemos ter sim a possibilidade de incluí-los na vida cotidiana dos povos brancos , os quais poderiam ter um emprego , uma profissão com qualificação e assim seriam inceridos na sociedade . ( Ex: os haitianos que hoje vivem no Brasil , apesar das diferenças de cultura , não tem tido dificuldade de se integrarem a sociedade).
Com relação a intenção de demarcações em Terra Roxa e Guaíra é o maior crime que poderiam fazer . Não existe a mínima possibilidade de os índios se manterem , pois as áreas são todas agricultáveis .
Graças ao novo Governo Bolsonaro que irá assumir este não irá permitir está barbaridade . E estes " Indígenas Fabricados " terão que retornar as suas regiões onde foram importados .
O respeito a estes povos devem sempre ocorrer , nas os que realmente são índios, não os infiltrados por ONGs, Funai e Países estrangeiros que pretendem impedir o crescimento do Brasil.
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Yoshio Hinata
São Paulo - SP
Srs Luiz Alfredo e Edmilson, muito obrigado pelas opiniões... tambem estamos com muita esperança nas mudanças com novo governo Pres Bolsonaro... Esperamos que tenhamos oportunidades iguais para todos sem cotas etc.... importante e o governo voltar ao que fala Constituicao sobre o que é o papel do Estado, educacao, saude, seguranca, transporte, infraestrutura ... o restante deixe por conta do setor privado que, com certeza, vai gerar oportunidades iguais a todos.
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Luiz Alfredo Viganó
Marmeleiro - PR
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 23/11/2018 06:40
Em relação à securitização, é preciso que se diga, beneficiou grandes produtores que deviam mais que o patrimônio, foram os primeiros a ser beneficiados, porém como havia um limite para a securitização se valeram de laranjas para poder contornar a situação. Bem como no MT o FCO foi direcionado para grupos, o dinheiro vinha "marcado". Foi isso que possibilitou o crescimento exponencial de alguns em detrimento de outros. O discurso da escala veio a calhar, perfeitamente elaborado em Brasilia para justificar a trapaça. Pequenos e médios foram securitizados, mas depois dos grandes estelionatários, por força de lei. Enquanto grandes tocavam seus negócios com os acertos todos feitos, os pequenos e médios penavam na espera de decisões judiciais ou de burocratas. Muitos tombaram pelo caminho, suas terras ficaram todas com os beneficiários do socorro governamental que privilegiou grandes em detrimento de médios e pequenos.
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Luiz Alfredo Viganó
Marmeleiro - PR
Masomenos como o Finame a 2,5% ao ano Rodrigo, no "saudoso" governo Lula/Dilma. Os grandes grupos nadaram de braçada!!!
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Luiz Alfredo Viganó
Marmeleiro - PR
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 23/11/2018 06:22
Poucos produtores notaram que o site Noticias Agricolas, junto com alguns comentaristas, está desvelando uma realidade desconhecida por grande parcela da população brasileira que crê em um discurso que nivela todos os produtores de acordo com os interesses de grupos politicos organizados... Notamos o desespero, verdadeiro ou falso?, do professor Sandri, que se coloca entre um de nós. Talvez ele seja, mas o discurso dele não encontra eco em uma parcela grande e significativa da agropecuária brasileira. Mesmo diante de testemunhos e fatos ele não recua, talvez nos adjetivos, o produtor é um dependente do estado. Esse é um pilar importante do discurso de certa corrente politica brasileira, é daí que vem aquilo que os produtores convencionaram chamar "falta de respeito". A meu ver isso é apenas consequencia desse discurso que nivela e iguala todos por alguns. Se não fossemos uma ameaça aos pilares de seus discurso ele não estaria tão empenhado em tentar reverter uma situação que, ele não percebe, é irreverssivel por se tratar de uma realidade, o governo só atrapalha os bons produtores, nivelando-os com os maus produtores irresponsáveis, uma parcela minima, que contam sempre com a ajuda o tesouro nacional como já justificou apropriadamente aqui nosso colunista Eduardo Porto... Meu amigo Guilherme Lamb, grande conhecedor de custos e sistemas de seguro, programas de governo americano, veio para terminar com o serviço de desmascarar o discurso de que graças ao governo existem produtores... Ele começa magistralmente com uma citação, o governo te quebra as pernas para depois te dar muletas e afirmar...sem mim voce não poderia andar. Não há descrição melhor que essa. Mas é importante notar que há uma classe de produtores que acreditam em si mesmos e que cansados de apanhar do governo e de competidores desleais, politicos empresários que usam dinheiro público, desejam igualdade na competição, pela certeza de que são bons, são os melhores, são a elite do agro e que infelizmente são sufocados por burocratas e empresários corruptos que unidos a politicos estão em posições que deveriam estar sendo ocupadas por outras pessoas bem mais qualificadas. Estão aterrorizados pois não sabem produzir de outra maneira a não ser com conluios e trapaças, mas a grande maioria dos produtores não.
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walter luiz roman Ibiaçá - RS 22/11/2018 16:40
Obrigado!... Prefiro continuar comendo picanha, cupim e cordeiro. Isso quando não encontro uma leitoa java.
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Warner Munhoz Campinas - SP 22/11/2018 15:57
O problema maior é que 70% do pequeno Estado é reserva indígena e os índios, aliados a Americanos, Japoneses e Europeus, impedem que o Estado se desenvolva.
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Warner Munhoz
Campinas - SP
O vídeo diz que é muito menos de 70%, mas não é verdade.
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Warner Munhoz
Campinas - SP
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irmaoschiavon Bueno Brandão - MG 22/11/2018 14:52
O produtor de café não precisa só de financiamentos, ele precisa de preço justo para seu produto.
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Francisco Lopes
Cambé - PR
É VERDADE... COM PREÇO AVILTADO AO EXTREMO NÃO HÁ COMO MANTER-SE NA ATIVIDADE...
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Francisco Lopes
Cambé - PR
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irmaoschiavon Bueno Brandão - MG 22/11/2018 14:45
com este preço de café, mão de obra escassa, aumento dos insumos, dificuldade de mecanização nas áreas montanhosas ; os filhos dos produtores rurais estão abandonando o campo a procura de trabalho melhor na cidade. O produtor já velho e cansado abandona as lavouras. Quando os governantes acordarem, será tarde.
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carlo meloni
sao paulo - SP
Nao se entregue, irrigue imitando os israelenses que o fazem com poca agua, colha com derriçadeira que custa pouco e rende muito--
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carlo meloni
sao paulo - SP
Sr SCHIAVON, o segredo da beleza da vida e' ter sempre um sonho para alcançar...
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carlo meloni
sao paulo - SP
Sr SCHIAVON, eu vi dona Lucia reclamar do preço do adubo... -Plante amendoim rasteiro que fornece nitrogenio e abafa as graminhas---A adubaçao de fosforo e potassio fica mais barata---Para o fosforo use farinha de ossos que dura mais--
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
A "força de trabalho" deixou de ser física, atualmente ela é intelectual e, o trabalho é realizado pelo capital, no caso as máquinas. Onde isso não é possível, a atividade simplesmente deixa de ser praticada nessa região, mudando-se para outra região. Segundo muitos dizem, é o progresso. Não vou estar aqui para ver, mas a velocidade com que as mudanças vão ocorrer com essas novas tecnologias da Inteligência Artificial (IA), não vai ficar "pedra sobre pedra". Para ser sincero, já me sinto um verdadeiro "dinossauro", ou seja, estou extinto na atual conjuntura e, não adianta espernear, gritar, pois, você está extinto, já não existe mais e, como tal, não tem voz, sombra e, qualquer coisa que valha.
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carlo meloni
sao paulo - SP
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LUCIMAR GONÇALVES DE SOUZA Uberlândia - MG 22/11/2018 13:58
O Sicoob Aracredi se fez presente ao evento para apoiar e reconhecer os campões do " Café do Cerrado", representado por sua Agência recém inaugurada em Uberlândia. A fim de repercutir o evento em nosso informativo e redes sociais, gostaria de saber o resultado final do evento, como nome dos participantes, ranking final, tamanho dos lotes premiados e respectivos valores de cada lote no leilão.
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Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 22/11/2018 12:56
É compreensível que muitos produtores fiquem desconfiados a respeito das notícias alarmantes sobre a ferrugem da soja. Muitos acham que este clima de terror é mais uma jogada para vender fungicida. Lógico que isso existe. O custo com fungicidas é alto, quase igual ao de semente. Fica a impressão de que estamos revivendo aquela estória do menino que gritava " lobo". Uma hora o lobo apareceu mesmo e foi uma tragédia. A ferrugem é uma doença muito perigosa. Depois de instalada na lavoura é quase impossível controlar. A prevenção é a melhor estratégia, sem dúvida. O sistema de coleta de esporos, desenvolvido no Brasil há mais de 15 anos pelo querido mestre dr. Seiji Igarashi, é um bom parâmetro para se tomar a decisão de efetuar a aplicação. Por que aplicar se não existe o inóculo no ar? quem vai tomar remédio se não está doente? quem faz a coleta de esporos no Paraná é a Emater. São dezenas de captores espalhados pelo Estado. O que chama a atenção - é é motivo de preocupação - é que nesta safra, os primeiros esporos e as primeiras lavouras detectadas com ferrugem foram diagnosticadas 40 dias antes do que em 2017. Ano passado, o primeiro foco foi achado em 20/12. Este ano foi em 10/11. Mesmo com a safra plantada mais cedo, serão necessárias pelo menos 3 aplicações. Se o tempo em dezembro for favorável à doença, pode-se preparar uma quarta aplicação. Sinto muito em dizer, mas se você plantou mais tarde, vai gastar muito com fungicidas. Acreditem na coleta de esporos. A doença está no ar bem mais cedo este ano, e se tiver a condição favorável ela irá tentar se instalar na sua lavoura. Não arrisque perder a safra. Todos nós já vimos lavouras derreterem com ferrugem em uma semana. E usem fungicida bom, usem água suficiente, um bom adjuvante. Durmam tranquilos. Não arrisquem perder tudo por causa de R$ 200,00 por alqueire.
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VINICIUS CAETANO MARTIN
Curitiba - PR
O fato da ferrugem estar tomando conta das lavouras de soja passa também pela ganancia de todos os agricultores que não fazem barreiras de proteção (contornos vegetados), pelo uso de variedades mais produtivas mas menos resistentes, pelo não uso de novas tecnologias como a rochagem e diminuição de insumos, e por comprarem os pacotes tecnologicos apenas considerando os custos e a lucratividade. Tenha em sua area uma lavoura piloto com uso de tecnologias próprias, seja um experimentador, os pacotes tecnologicos são caros e massivos, nem sempre se aplicam em sua area. É uma critica onstrutiva eu espero, não me entendam mal.
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Senhores... estão fazendo um monte de confusão e drama...e por que?...1) Tivemos uma concentração grande no plantio...2) estamos tendo umidade alta...que junto com temperatura são condições especias a doenças fúngicas.. 3) ora tivemos 15 focos no Paraná???? Estes 15 focos representam quantos por cento da área plantada??? provavelmente nada... então, mais realidade e menos fantasia... menos fofoca e mais pés no chão..
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VINICIUS CAETANO MARTIN
Curitiba - PR
É mesmo....pensando bem é só uma "marolinha".....deixa pra lá......retiro o que disse.
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VINICIUS CAETANO MARTIN
Curitiba - PR
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claudio heleno cassol Dona Francisca - RS 22/11/2018 12:31
O PREÇO DO ARROZ EM CASCA NO RGS É UMA VERGONHA NACIONAL. NO ANO SAFRA DE 2002/2003 O PREÇO DE 50 KGS ERA DE R$ 40,00 (QUARENTA REAIS) a NÍVEL DE PRODUTOR RURAL. HOJE DIA 22 DE NOVEMBRO DE 2018 ESTAMOS COM COTAÇÃO NOS MESMOS R$ 40,00 REAIS e ainda descontam o FUNRURAL. afnal ESTÁ IGUALZINHO, TODOS TEMPÓ DO GOVERNO, FGC e TODAS AS PETRALHADAS. É UMA VERGONHOA, ESTAMOS TODOS ENDIVIDADOS,NOS PRODUTORES, POIS VÍNHAMOS FINANCIANDO, COMO AINDA ESTAMOS, FINANCIANDO E PAGANDO, AS MORDOMIAS DOS FUNCIONALISMOS PÚBLICOS, DE TODOS OS NÍVEIS. E PAGANDO OS JUROS USURÁRIOS E VERGONHOSSOS, PARA CAPTAR CUSTEIO RURAL, CHEGANDO A PAGAR ATÉ 3% AO MÊS, JUNTO AS COOPERATIVAS, PARA PODEREM NOS FORNECER, OS INSUMOS AGRÍCOLAS, NOS ÚLTIMOS 15 ANOS. POIS, JUROS BARATOS ERAM APENAS PARA FINANCIAR OS VOTOS COMPRADOS , DOS CHAMMADOS AGRICULTURA FAMILIARES. NÓS MÉDIOS PRODUTORES, SEMPRE FORMOS ALIJADOS DOS CRÉDITOS E TAMBÉM, ALIJADOS DE QUALQUER RENEGOCIAÇÃO DE DÉBITO RUAL, POIS, OS BANCOS E INCLUSIVE O BANCO DO BRASIL, DI]ZIAM QUE NÃO SÃO OBRIGADOS A RENEGOCIAR. ASSIM FOI MEU CASO, JUNTO AO BANCO DO BRASIL, QUE ATÉ HOJE NÃO CONSEGUI, RENEGOCIAR: Nem as as DÍVIDAS DO PLANO REAL, CHAMADA DE SECURITIZAÇÃO. QUE VERGONJHOSAMENTE O MALFADADO GOVERNO LULA ARAPUCA BRASIL, TRANSFORMOU MINHA DÍVIDA RUAL EM DÍVIDA FISCAL. O QUE TRIPLICOU OS VALORES . SEM EU TER PEGADO MAIS DINHEIRO DE CUSTEIO. ILEGAL, ANTIJURÍDICO, MAS O VERGONHOSO NESTE, CASO RURAL, STF QUALIFICOU, COMO QUE O GOVERNO FEDERAL, PODIA FAZER ESTA ILICITUDE JURÍDICA, TRANSFORMANDO CRÉDITO RUAL em DÍVIDA FISCAL. MAIS.....NÃO RECEBI AINDA DEVOLUÇÃO DO PLANO COLLOR, ONDE O BANCO DO BRASIL S/A, ME COBROU A MAIS 35% DO VALOR LEGAL. RENEGOCIERI E PAGAI, MAS AGORA NÃO QUEREM ME FORNECER OS CONTRATOS PARA EU PODER, REAVER, JUNTO A UNIÃO FEDERAL. É TUDOS UMA DITADURA FINANCERIA E DITADURA CIVIL PÚBLICA.QUE ESPERAMOS MUDAR COM O NOVO PRESIDENTE, CAPITÃO BOLSONARO JAIR MESSIAS. ONDE TENHO CERTEZA, VAI COMO ELE DIZ, VAI TIRAR O ESTADO SUGADOR E CORRUPTO, DE CIMA DOS QUE, PRODUZEM E TRABALHAM, PARA CRECIMENTO DA NASSA NAÇÃO BRASILEIRA. DIA 22.11.2018 SUBSCRITOR PRODUTOR, ECONOMISTA ADV CLAUDIO HELENO CASSOL.
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Vilson Ambrozi
Chapadinha - MA
Nunca entendi como sobreviveram .
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Vilson Ambrozi
Chapadinha - MA
O comércio do arroz é safado, este é o termo. Vcs não tem como se proteger...
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Vilson Ambrozi
Chapadinha - MA
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Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS 22/11/2018 11:32
Os subsídios agrícolas, na forma de preços mínimos, juros reduzidos e programas que não levam em consideração a viabilidade econômica, conduzem a situações dramáticas de ruptura, mais dia ou mais tarde. Trata-se de uma distorção indefensável e que busca privilegiar a grupos de apaniguados políticos pouco afeitos às obrigações mais básicas como a de pagar contas e responder com patrimônio às dívidas contraídas com terceiros, alguns deles de grande porte como se sabe.
Minha família tem origens muito fortes baseadas na agropecuária e meus Avôs se desfizeram dos seus patrimônios para pagar dívidas. Não devemos absolutamente nada para ninguém (nem dinheiro e nem favores), não estivemos envolvidos em falcatruas e nunca fomos subsidiados.
Muitos empresários honestos que geram valor agregado e empregos são igualmente levados à falência por causa da absurda carga tributária e burocracia excessiva. Não recebem qualquer apoio do Estado!
Há que se falar sim em meritocracia na Agricultura, pois muitos agricultores são merecedores de grandes méritos na condução das suas atividades. Prosperaram com muita luta e precisam continuar prosperando num ambiente de clareza institucional e principalmente sem distorções que mantém os incompetentes e os inviáveis no mesmo rol.
Quem não paga dívidas contraídas com fornecedores, por exemplo, contribui fortemente para a elevação da percepção de riscos do setor e onera injustamente os bons pagadores.
O sistema brasileiro está constituído para estimular a inadimplência, o vitimismo e a sacanagem em detrimento de uma parcela muito grande que faz as coisas certas.
Numa sociedade minimamente equilibrada, o devedor responde com o seu patrimônio pelas dívidas contratadas e ainda criminalmente se cometer, o que incute um senso elevado de responsabilidade que repercute diretamente na qualidade moral das pessoas e na manutenção de um ambiente econômico saudável.
Por isso é que estou muito confiante de que os novos tempos serão muito melhores com a gestão econômica proposta pela Equipe do Presidente Jair Bolsonaro.
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Leder vianney batista
São Paulo - SP
Falou tudo e mais um pouco. Eduardo.... incentivos e toda sorte de intervenção estatal geram mais investimentos em determinados setores que no futuro possuem grande chance de se revelarem inviáveis ...gerando mais intervencionismo estatal para corrigir essas distorções ... .e mais recursos são queimados... Hayek explica bem isso na sua teoria dos ciclos econômicos.... Mas aqui ninguém quer largar o osso, principalmente quando o dinheiro é dos outros !
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Francisco Lopes
Cambé - PR
SÓ HÁ UM CAMINHO. UNIÃO DOS PRODUTORES E RETENÇÃO DA PRODUÇÃO... PARA ALCANÇAR PREÇOS JUSTOS... E O GOVERNO PODE COLABORAR PARA A RETENÇÃO...
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Elói Petry Batista
Cerro Largo - RS
Os donos do Brasil (bancos) estimulam via imprensa o ódio entre o empresário da cidade e o agricultor, a raiva dos dois em relação ao servidor público e o rancor dos três com relação a quem recebe o bolsa-familia. Enquanto isso, eles cobram os juros mais altos do mundo, inviabilizam a indústria e o comércio. Abocanham quase 40/ do orçamento da União.......O novo governo tem que ter a coragem para enfrentar o financismo.
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Leder vianney batista
São Paulo - SP
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Leandro Isotton Campinas - SP 22/11/2018 11:09
Essa eu pago pra ver!
Excelente reportagem !!! O professor sintetizou o espírito que deve nortear todas as nossas atividades!! Uma ótima surpresa !!!