Fala Produtor
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Luiz Alfredo Viganó Marmeleiro - PR 21/11/2018 16:15
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carlo meloni sao paulo - SP 21/11/2018 13:05
ESTOU PEDINDO SOCORRO AOS COLEGAS---Encaminhei ao sr João Batista Olivi através do Faceboock dele uma sugestão relativa a simplificação do corte de árvores isoladas no meio da lavoura----O IBAMA não tem a mínima noção do que representa pulverizar com árvores isoladas no meio da lavoura----O processo legal para retirá-las e' um verdadeiro calvário de estudos documentos e despesas---Então encaminhei uma sugestão ao sr J.B.O. no intuito que seja encaminhada a nova ministra da agricultura----As equipes de fiscalização estaduais acabam de ganhar um aplicativo que consegue enxergar uma galinha através do satélite---Então peço aos colegas uma força ( dedo Positivo ) para encaminharmos com mais vigor essa simplificação de processo de limpeza.---Obrigado
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Luiz Alfredo Viganó
Marmeleiro - PR
Caro Carlos, O IBAMA é o pior lugar do mundo pro agricultor. Lá você é tratado como se fosse um membro do PCC ou do Comando vermelho. Sofri e sofro as consequências de ser autuado pelos seus fiscais há 10 anos: É um calvário inimaginável, vira inquérito de PF, ai os bonzinhos do MPF ajudam a piorar mais um pouco... enfim, acho que daqui uns dias estarei de tornozeleira por ter derrubado (segundo o IBAMA) 6 hectares de capoeira e 1 (isso mesmo, um) pinheiro. Espero sinceramente que o novo governo altere a malfadada " Lei dos Crimes Ambientais " (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9605.htm) assinada pelo FHC.
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Samoil Ivanoff
Querencia - MT
De acordo com a opinião da esquerda brasileira e europeia os agricultores do Brasil deveria ser exterminada da face da terra...
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Luiz Alfredo Viganó
Marmeleiro - PR
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elcio sakai vianópolis - GO 21/11/2018 12:50
Na opinião dos leigos, pra ser um produtor bem sucedido, basta andar de camionete nova. Somos taxados como privilegiados por conseguir financiamentos com juros abaixo do mercado, porém estes custeios agrícola, em boa parte das vezes vem acrescido com seguro agrícola ( 5% do valor do contrato), títulos de capitalização, seguro de vida, etc. No final das contas algumas instituições financeiras nos cobram taxas altíssimas, que de subsidiado não há nada, é lógico que também existem exceções, mas no geral banco vive de lucro. Nesta safra 2018/2019 não tenho grandes expectativas, a cada dia que se passa vejo mais produtores de várias culturas, reclamarem dos seus custos de produção e mesmo assim ainda vejo outros entrando nesta atividade, como dizem "O PASTO DO VIZINHO É MAIS VERDE QUE O MEU". Sou produtor rural, agrônomo, faço integração lavoura pecuária, agrego valor na soja multiplicando esta mesma pra sementeira, planto milho convencional agregando valor já que é destinado pra indústrias de alimentação humana, cultivo girassol e faço cria de gado de corte. Porém nesses últimos anos, não estou vendo lucratividade neste meu setor. A maior parte do lucro que deveria sobrar vai pra investimento e manutenção de maquinários e correções de solo. É humilhante saber que estou trabalhando apenas pra manter toda a estrutura que tenho. Mas na opinião do leigo, ainda sou um produtor bem sucedido, já que consigo distribuir a minha renda pra bancos, arrendante, firmas de maquinários, revendas de defensivos, lojas de peças, etc.
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Antonio Cleber Cleber Braúna - SP 21/11/2018 11:43
Preciso de soja para China, 600 mil ton mês, vocês podem me apresentar trades
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Ivanir Matos Espera Feliz - MG 21/11/2018 11:37
Só de acabar com a roubalheira vai melhorar muito
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Lucia Schiavon Bueno Brandão - MG 21/11/2018 11:28
Com esse preço, e a alta do adubo e mão de obra, as nossas lavouras aqui do sul de MINAS, estão sendo abandonadas ,pq não cobrem os custos. O grão de ouro que foi orgulho do país ,só será produzido nos terrenos favoráveis a mecanização. E nossas montanhas serão criatório de onças.
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Lucia Schiavon
Bueno Brandão - MG
este comentário é referente ao preço do café.
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VINICIUS CAETANO MARTIN
Curitiba - PR
Que tal aproveitar a crise e tentar aprender alguma coisa sobre agrofloresta e agricultura sintropíca?!!!
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Lucia Schiavon
Bueno Brandão - MG
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Alvaro Salles Cuiaba - MT 20/11/2018 20:44
Parabéns pela abordagem no assunto "ferrugem da soja". Temos de estar atentos para esse perigo eminente que ronda a nossa principal cultura. Por vezes, o imediatismo é inimigo da perenidade...
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Celio Porto Fernandes Filho Espírito Santo do Pinhal - SP 20/11/2018 19:53
Para o produtor rural a unica certeza (na cadeia produtiva) é que ele tem a posse de um pedaço de terra, alem de despesas familiares do dia a dia. Ex.: comer, vestir, estudar os filhos... Esse produtor planta na incerteza de cobrir com seu trabalho despesas certas e crescentes... feitas ontem, anteontem e nos proximos dias e meses, quando não, anos... Produzir alimentos é correr atras do que gastou... A unica chance que temos é travar preço futuro quando ele está alto, ou seja preço que, com certeza, teremos uma boa margem de segurança positiva com relaçao nosso custo. A quantidade que deveremos produzir tambem é importante, não deveremos investir em produzir quantidades significativas a descoberto desse contrato futuro. Acho isso muito certo, porem, na pratica, não consigo fazer nada disso.
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Luiz Alberto Carvalho São Paulo - SP 20/11/2018 18:40
Para mim, essa visão de curto prazo não reflete o fato de o Brasil estar em vias de perder a hegemonia na produção de açúcar. Mateus Prado, em sua tese "Cana 365°", mostra que, desde o fim da Idade Média, a cana já deu duas voltas ao mundo. Deixa claro que ela não parou de viajar. O arrendamento de terras a US% 50,00/ha na Somália e países vizinhos, aliados à mão de obra muito barata e à permissão por queimar a cana vão levar a cultura para lá, ao mesmo tempo em que o mal das folhas incentiva a migração da borracha para o açúcar na Malásia. Some-se a isso o fato de a população está cada vez mais urbana, o que reduz a necessidade de consumo de hidrato de carbono e temos uma queda de preço inexorável a longo prazo. ela não será pequena porque o açúcar é muito inelástico e, perante outras formas de hidratos de carbono é considerado bem inferior - lembrando que, em Microeconomia, o termo "inferior" tem conotação própria, independente da de qualidade. Em outras palavras, a sacarose tende a ser substituída pela glicose e pela maltodestrina na alimentação humana, em função do aumento da renda. O superavit é acumulativo, de sorte que precisaríamos de muitos anos de déficit para garantir preços. Não vejo perspectiva favorável. Resta à indústria reiventar-se. Cabe lembrar que o Brasil já deu usos muito mais nobres a, por exemplo, o bagaço de cana, transformando-o em papel e papelão, bem como o fato de Usina Santa Rosa já ter sido a maior produtora de ácido citrico do mundo.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Carvalho, segundo consta, a Malásia é um país do sudeste asiático e, faz divisa com a Tailândia, país esse segundo maior exportador da açúcar do mundo, ou seja, já existe uma prática da cultura da cana-de-açúcar na região. ... ... Quanto a produção de borracha natural através do cultivo da seringueira na Malásia e de outros países vizinhos, devemos entender que o tempo da implantação da cultura ao início de produção são necessários sete anos e, a região sofre de constantes desastres ambientais, como terremotos, tufões, que destroem as plantações. No caso da cana-de-açúcar, após instalada a cultura, obtem-se produções anuais; além de apresentar um custo de implantação bem menor do que a seringueira. ... ... Ah! No Brasil se produz em torno de 650 MT/ano e, na Tailândia 105 MT/ano de cana-de-açúcar. Ou seja uma queda de 10% na produção brasileira é mais de 50% da produção tailandesa.
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Luiz Alberto Carvalho
São Paulo - SP
Lido com borracha e cana há mais de trinta anos. A borracha deu certo na Malásia e outros países da região porque não havia o mal das folhas, que destruiu as tentativas de plantio comercial na Amazônia (vide a história da Fordlândia). Em São Paulo, esse mal não tem efeito porque, em julho, as seringueiras perdem todas as folhas. Há aproximadamente vinte anos, o mal das folhas chegou ao sudeste asiático e a produção tem caído consistentemente, o que tem levado à troca das seringueiras por canaviais. Experimente comparar a produção de açúcar na região em uma série de 2005 para cá, lembrando que houve um surto fúngico em 2010 na Índia.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Parabéns... Vê-se pelo seus escritos que o Sr. tem toda a sabedoria que a prática implementa. Mas, o fato das intervenções naturais pesa nas tendências das opções nas atividades agrícolas, não?
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Luiz Alberto Carvalho
São Paulo - SP
Estou sempre aprendendo alguma coisa nova. Foi estudando a cultura canavieira que, desde os anos 2000, tenho-me preocupado com o futuro desse mercado. Em 2005, orientei um trabalho sobre o carro flex e o fato de ter transformado o álcool num concorrente da gasolina, o que não acontecia antes porque o carro a álcool é que era concorrente do carro à gasolina. Montamos um modelo matemático com um tripé formado pelo preço do açúcar, preço do petróleo e a renda do consumidor. Tudo indicava que haveria uma indexação do preço do álcool ao do petróleo, limitando o uso do combustível de cana como meio de absorver as variações do açúcar no mercado mundial, transformando-se numa armadilha pronta para fechar os dentes em algum momento. Veio a crise e o petróleo perdeu 75% de seu valor. Isso só já seria funesto, com o subsídio dado à gasolina a partir de setembro de 2012, foi catastrófico. Some-se a isso a perda da canavialis e da Anyris num verdadeiro golpe para as pesquisas genéticas e de produtos. Nossa indústria ficou sem investimento. Enquanto isso, a Índia e a Tailândia continuaram seus investimentos, além da Malásia entrar no jogo pelo que já expliquei. Mesmo com 27,5% de adição na gasolina, o álcool não se tornou atrativo e hoje somos importadores do produto. Apostar no açúcar não dá porque o consumo cresce numa taxa menor que a vegetativa mundial, enquanto a produção é consistentemente maior. Ou a indústria se reinventa, ou a cana vai continuar dando a volta no globo. Há onze anos que venho procurando mostrar que o caminho é aliar-se ao carro elétrico e não temê-lo, como cita outra matéria desta revista, mas isso é outra história.
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Fernando Cesar Souza Souza
Rio Verde - GO
Vamos lá . É claro que a greve dos caminhoneiros iria afetar as compras de insumos
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Luiz, suas afirmações aguçaram minha curiosidade... Quando o Sr. cita: ... Em 2005, orientei um trabalho sobre o carro flex e o fato de ter transformado o álcool num concorrente da gasolina ... ... O Sr. poderia responder minha pergunta... Qual foi esse trabalho? ...
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
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geraldo emanuel prizon Coromandel - MG 20/11/2018 16:39
Assim como os produtores não acreditam numa epidemia de ferrugem, o mercado também não. Caso contrário os preços estariam nas alturas, sendo que o Brasil é o maior exportador mundial.
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João Biermann
Tapera - RS
Uma visão de curto prazo não mostra a real dimensão do problema. Aqui é normal de 4-5 aplicações para ferrugem, uns 5 anos atrás o máximo eram 3. Os riscos são mais pra frente, a pressão em cima do fungo está cada vez mais brutal, logo será cada vez mais complicado controlar a doença.
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geraldo emanuel prizon
Coromandel - MG
Não quero polemizar o assunto, mas na minha visão, ou estão exagerando na questão da ferrugem só para vender mais (versão na qual mais acredito) ou o mercado comprador ainda não acordou para o problema.... Os especialistas dizem que nos próximos dez anos não teremos novas moléculas e que as recém lançadas (carboxamidas) já apresentam resistência... Para melhorar a eficiência dos produtos apresentam os "fungicidas" protetores (calda bordalesa melhorada a preços impeditivos), como sendo a solução do problema... Não são mais as moléculas que agem contra o fungo, e sim os adjuvantes... Outro ponto, todos os especialistas que alardeiam o problema da ferrugem estão ministrando suas palestras a soldo das empresas detentoras das patentes dos produtos, fato que retira a credibilidade do que pregam... Assim, concluo, não há o que fazer..., se os atuais produtos perderem a eficiência na velocidade que os antigos perderam (segundo as pesquisas) estaremos fadados ao colapso... É inevitável.... Assim, gostaria de alertar aos compradores, em especial aos chineses, que as quebras começaram, ano a ano. numa crescente. 10, 20, 30..,MMT... e talvez já acontecerão este ano. Adeus super safra....
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geraldo emanuel prizon
Coromandel - MG
Em tempo: a soja que um dia será plantada no continente africano já nascerá com ferrugem.
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VINICIUS CAETANO MARTIN
Curitiba - PR
Não é dificil acabar com a ferrugem da soja, volte tres gerações de menor produtividade da soja e aplique pó der rocha em vez de fertilizante quimico e faça as contas....
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João Biermann
Tapera - RS
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Almanakut Brasil Ribeirão Preto - SP 20/11/2018 13:22
Fim da farra das ONGS: Bolsonaro diz que empresas públicas não vão financiar entidades - 19/11/2018
As ONGs foram um poço de dinheiro durante os governos PSDB/PT. Durante o governo Lula, entre 2004 e 2010, por exemplo, as entidades receberam R$ 23 Bilhões dos cofres públicos.
https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/12250/fim-da-farra-das-ongs-bolsonaro-diz-que-empresas-publicas-nao-vao-financiar-entidades
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Almanakut Brasil Ribeirão Preto - SP 20/11/2018 13:22
CPIs dos gigantes da internet, das mídias sujas e da imprensa pau-mandada internacional serão bem vindas!
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CARLA MARIA EISELE DUARTE Santo Ângelo - RS 20/11/2018 09:02
Parabéns Rodrigo! Precisamos retomar nosso patriotismo e fazer nossos descentes conhecerem a nossa história. Abraço
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jose renato da silva Uberlândia - MG 20/11/2018 07:42
Disse apenas que vai matar o agronegócio com os valores de fretes conforme tabela. Frete é COMMODITIE. Regula a oferta e procura.
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carlo meloni
sao paulo - SP
Castello Branco ja' falou que nao quer subsidiar o diesel...
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carlo meloni
sao paulo - SP
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Cesar Sandri Mineiros - GO 19/11/2018 21:13
E eu torço p vc tá errado .diz que torce pela agricultura .tá otimista e quer um dólar baixo....vai agorar outros
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carlo meloni
sao paulo - SP
Na verdade se ler atentamente o texto do artigo elaborando antes da eleição o Dr FAVA ele diz que torce para um candidato liberal MESMO SABENDO QUE ISSO VAI VALORIZAR O REAL------Então ele sabe o que é bom para o produtor rural----No final e' mais claro e deseja 3,70 dando mais peso a eleição do que no interesse do produtor------MAS BOTARAM NO BANCO CENTRAL O MELHOR NOME DO BRASIL, E ESPERO QUE TENHA UM POUCO DO AVÔ **BOB FIELD**-----SE TIVER PELO MENOS A METADE ESTAMOS RESOLVIDOS---
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carlo meloni
sao paulo - SP
https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,protecionistas-europeus-usam-fator-bolsonaro-para-impedir-acordo,70002616029. A Europa há 18 anos barra qualquer acordo sobre agricultura com o Mercosul, e com o Brasil, sempre usando as mais estapafúrdias desculpas.