Fala Produtor

  • Victor Benso Major Vieira - SC 14/03/2018 01:35

    João Batista, antes de mais nada, sei que o sucesso do NA é fruto de um bom trabalho, realizado por uma equipe competente. Parabéns.

    Dito isso, gostaria de me manifestar contra a exploração desde veículo de notícias. Artigos como este, que não trazem informação alguma, não pertencem a este nobre espaço.

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  • Renato Luiz Hannisch Santa Maria - RS 13/03/2018 23:45

    No Oeste e Norte do Paraná a saca de soja está em torno de 70 reais. Nos portos do Paraná e Santa Catarina, algo em torno de 25 dólares a saca. Com o dólar a uma média de R$ 3.25, raramente a soja irá ultrapassar os 74 ou 75 reais a saca nas regiões produtoras do Paraná. A não ser que o dólar dê uma "disparada", talvez possa chegar a uns 90 reais nos portos. Ou seja: com o atual câmbio, soja acima de 70 reais a saca, no Oeste e Norte do Paraná, pode ser oportunidade...

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  • adegildo moreira lima presidente medici - SC 13/03/2018 22:39

    Empresários de Mato Grosso que atuam no segmento de algodão, fazem análises para implantação da cultura em Rondônia e Acre... Regiões já com cultivo de soja estabelecidos -- como Ariquemes, Cerejeiras e Vilhena -- serão as primeiras avaliadas, até porque não existe o cultivo comercial nas regioes...

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  • Rafael Antonio Tauffer Passo Fundo - RS 13/03/2018 21:56

    Senhores estou com uma dúvida e gostaria de saber a opinião d vcs. Sera q é hora d travar os insumos para a próxima safra?

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 13/03/2018 19:58

    As medias no oeste paulista, em geral, estão abaixo do ano passado..., a minha fechou 6% abaixo.

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  • leandro carlos amaral Itambé - PR 13/03/2018 18:55

    Por que as regiões OESTE e NOROESTE do Parana tem os preços de lousa mais baixo que muitas regioes do Brasil?....

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    • leandro carlos amaral Itambé - PR

      Preço do milho

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    • geraldo emanuel prizon Coromandel - MG

      É porque quando o Sr. diz "lousa" certamente está querendo dizer 'Cooperativas'...

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  • Talita de Paula Carrer Barbosa do Carmo Uberlândia - MG 13/03/2018 17:53

    Muito boa a reportagem!

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Sem dúvida Talita, também acho esse assunto muito interessante. Estratégia combinada com tática. Estratégia de garantir os lucros e reduzir os riscos, sempre acreditei nisso. O mais interessante é a tática que veio na tabela e que pode ser modificada e utilizada de inúmeras formas visando o mesmo objetivo.

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    • Fabricio Anizelli Cascavel - PR

      Concordo com o parcelamento das vendas, mas discordo dos percentuais. Vender 70% antes da colheita é algo extremamente agressivo, uma vez que sua previsão de safra pode se alterar em até 50% no volume final. Você corre o risco de vender algo que nem venha a existir. Acho que vender no máximo 30% antes da colheita, 30% na colheita e 30% no segundo semestre, seria algo mais razoável!

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    • Liones Severo Porto Alegre - RS

      Pode ser que o intervalo de 10 anos analisados (Estudo do Rabobank mostra que a boa estratégia de comercialização da soja tem que focar em margem e redução de risco) tenha mesmo esse resultado, mas se pegarmos toda a historia da soja desde 1973, quando passou a estabelecer um roteiro histórico, essa estratégia perde de goleada. Ademais, os mercados agrícolas são hostis e voláteis, com grande variabilidade de preços. Análises indicadas (e mais usadas) são por anos análogos.

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  • Liones Severo Porto Alegre - RS 13/03/2018 16:29

    Acordo de reciprocidade em moeda convênio (dólar clearing) - já tivemos no passado com os antigos países da cortina de ferro. A propóstio, A China é o maior importador de petróleo global e partir do dia 26 março inaugura as operações internacionais de petróleo na Bolsa de Shangai, deixando de operar nas bolsas de Nova York e Londres. Como a China também é o maior importador de soja mundial, especula-se logo a seguir, passará a ter contratos internacionalizados de soja na Bolsa de Dalian, que atualmente já compete em volume de negociação com a Bolsa de Chicago.

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    • Edmundo Taques Ventania - PR

      Não sou expert no assunto, alias estou bem longe de ser, mas a Bolsa de Chicago me parece operar da seguinte forma, na oferta leva em consideração a produção mundial, mas na demanda leva em consideração (muito mais ou apenas) a liquidez da soja americana, ai não dá né!!! Não são eles quem mais vendem, nem são eles que produzem a soja de melhor qualidade, porque levar em consideração só o potencial que eles podem vender?!?! Pouco importa pra eles se aqui foi vendido 70 milhões de tons, se a Argentina venderam +X milhões de Tons, se a venda e embarque de Soja AMERICANA for abaixo do esperado, tome Chicago em baixa, se aparecer outra bolsa pra mudar isso e parar de focar apenas no próprio umbigo como faz Chicago e analise a formação de preço de forma realmente Global será ótimo

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    • Liones Severo Porto Alegre - RS

      Caro Edmundo, sua leitura é perfeita e nos ofereceu uma grande contribuição.

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  • Celso de Almeida Gaudencio Londrina - PR 13/03/2018 12:52

    É confisco... Ministros da Suprema Corte. Perdeu-se a oportunidade de abordar os pilares constitucionais, durante análise do Código Florestal. Considerar que houve pressão indevida da atividade rural é uma lástima. Desconhecer que as ideologias de esquerda e de direita moldaram o atual código, exigindo desmedidamente maior quantidade de mato, a partir de 1986, nos cursos de água que no Estatuto da Terra, acrescidas da Reserva Legal, para fins humanos (sociais) em nome da ecologia constitui um confisco. O aumento desmedido nas exígencias florestais foram de tal dimensão que exigiram necessidades dispares em função do tamanho da propriedade desqualificando que a lei deve ser igual para todos. Essa área um dia deve ser ressarcido, pois fere o direito de propriedade, direitos individuais e a democracia. Nem sequer foram citados no presente julgamento. Se detiveram a aspectos secundários da constituição, esquecendo dos pilares da Constituição em que estão submetidos. Qualquer imóvel pode ser desapropriado para fins ambientais desde que pagos por preço justo. Esta, no tempo de se acrescentar nessa súmula, que Reserva Legal confiscada é inconstitucional, tanto quando desmatadas quando as leis exigiam menor quantidade, mas, especialmente a já existente na propriedade. O solo rural que tiver uma área com mata na propriedade, agora o Código Floresta diz que não mais pertence ao proprietário servirá para constituir a chamada Reserva Legal, só que se o mesmo não for ressarcido será confisco.

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  • Cassiano aozane Vila nova do sul - RS 13/03/2018 11:59

    Buenas, interessante que o mercado precifica mais pelo terror psicológico que pelos fundamentos técnicos..., e o assédio moral, intelectual e psicológico do produtor é diário..., exemplo: 100 mm na Argentina e no RS hoje, e amanhã Chicago abre em baixa, mesmo que não melhore em nada o potencial produtivo...

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  • Carlos Roberto Manceira Manceira Ibiá - MG 13/03/2018 10:37

    ...tem que abaixar o preço da gasolina..., e ainda querem aumentar a % de etanol ?!!!, é para acabar mesmo...

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  • João Luiz Campana de Moraes Marcelândia - MT 13/03/2018 10:32

    Até onde isso afetará os preços da soja para nós aqui no Brasil?

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    • Deocleciano Pentello Goiânia - GO

      Será que podemos exportar óleo e farelo pra China, ao invés da soja barata? Chinês come tofú, vamos exportar tofú...

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  • Celso de Almeida Gaudencio Londrina - PR 13/03/2018 10:15

    Leia-se identidade ecológica com "Distribuição Domínios Ecológicos Brasileiros EMBRAPA, ECO 92). A insegurança jurídica se apresenta na subjetividade do Artigo Primeiro Parágrafo Único que anula todos demais artigos e o supremo nem sequer analisou a incongruência.

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  • geraldo emanuel prizon Coromandel - MG 13/03/2018 09:33

    E a pergunta que não quer calar: Onde estão as 18 MT de milho dos estoques da CONAB? Na minha região vende fácil a 38,00 e não tem milho nem para remédio.

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    • Hilário Casonatto Lucas do Rio Verde - MT

      ...acredito em 10 milhões de ton o milho-estoque.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Sim !!! tudo bem,,, mas aonde esta' esse estoque?? A distancia pesa no preço...

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  • Daniel Saldanha Camargo Ponta pora - MS 13/03/2018 09:21

    A soja tem que ser negociada em Reais, igual ao milho e boi..., somente assim teremos liquidez. Em dólar fica ruim por causa das outras travas.

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    • Flávio Oliveira São Paulo - SP

      Daniel, fica dificil ser negociada em reais se a formacao de preco é em dolar em Chicago. O contrato com formacao de preco em Paranagua da B3 seria uma boa opcao, mas falta liquidez. Talvez se a B3 entrasse como uma politica de mkt maker esse contrato "pegaria de novo" e seria uma boa opcao do chines comprar soja na B3, ja que nessa modalidade o premio ja estaria incluso no pre'co e estimularia ate o contrato espelho, proporcionando operacoes de spread entre os dois contratos, arbitrando o premio.Um fator importante seria tambem a volta da entrega fisica com mecanismos mais faceis e ageis de entrega da soja no porto. Nao ha como tirar a referencia de cbot na formacao de precos.

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    • Marcos Hildenbrandt Rondonópolis - MT

      O contrato de soja na B3 em reais poderia funcionar sim! Se é em dólar para atrair estrangeiros, não acredito que apenas isso os atrairá. Existem diversos outro fatores, principalmente liquidez.

      Somente um pequeno percentual de empresas brasileiras, como revendas que trocam insumos por soja, alguns poucos produtores e algumas empresas brasileiras operando, já bastaria: teríamos um contrato de soja em reais com uma certa liquidez e atenderia nossa necessidade.

      Os contratos de milho e boi gordo da B3 são em reais, estrangeiros não operam aqui, produtores muito pouco e, mesmo assim, vão muito bem: atendem quem quer especular ou fazer hedge.

      Porque a B3 não utiliza o antigo contrato de soja SFI, a mesma praça de Paranaguá como referência e o indicador medido pelo CEPEA e, apenas, transformá-lo em reais, ao invés de dólar, para experimentar?

      Para operações de hedge, evita o travamento do dólar, que também tem seu custo.

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    • Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS

      Me alinho às opiniões do Flavio e do Marcos. Entretanto, literalmente não há como cogitar a realização de hedges de soja em reais pelo simples fato que mais de 60% do que é produzido é exportado, ficando o restante que é processado por igualmente vinculado pela precificação estabelecida em Chicago. Por outro lado, mais de 95% dos insumos utilizados na lavoura estão igualmente relacionados a importação. O Brasil importa mais de 23 milhões de toneladas de fertilizantes, quase que a totalidade dos defensivos agrícolas depende de moléculas de síntese que são produzidas no exterior e as sementes de soja estão diretamente relacionadas ao preço de Chicago, pois uma parte significativa do que é produzido não atinge qualidade para "semente" e é vendido como grão. Se as receitas e os desembolsos (que correspondem a 51-52% do custo de produção) estão absolutamente vinculadas ao Dólar, trata-se de verdadeira insanidade do ponto de vista financeiro falar-se em Reais no negócio de soja. Tenho demonstrado isso em palestras que o Produtor que estabelece "preços-alvo" em Reais está realizando um exercício probabilístico tão complexo que nenhum Economista respeitável e dotado de enorme conhecimento na matéria se aventura a fazer. A moeda Real é absolutamente insignificante em termos globais, tanto que no último levantamento do US Dollar Index correspondeu a tão somente 1,8% do total transacionado e que compõe a formação de "preços" do dólar. Portanto, caros Amigos, deixemos pois de querer controlar o imponderável e o impossível. A B3 não vingará com nenhuma tentativa de contrato em Reais para Soja, mas poderá ser sim uma excelente ferramenta para os Produtores se adotarem contratos espelho da Bolsa de Dalian com a possibilidade de contratação na moeda chinesa que carrega uma volatilidade muito inferior ao Real e possui uma tremenda importância relativa no Mundo.

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