Fala Produtor - Mensagem

  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 14/01/2020 21:55

    O Sr. Luiz Carlos Carvalho não explicou porque a liberação ou abertura do mercado vai prejudicar o consumidor, e isso ao meu ver é por que não vai. O projeto não obriga ninguém a vender diretamente para os postos, e somente vai valer para o alcool nas bombas dos postos, não se aplicando a lei ao alcool misturado com a gasolina. Segundo o senador Otto Alencar..."— Aqui está o problema do alto preço do combustível: o monopólio. É um cartel que domina completamente no Brasil, e esse cartel precisa ser quebrado. Não se pode deixar de haver concorrência, absolutamente. Esse projeto não vem aqui prejudicar os que já estão distribuindo, vem dar oportunidade a outras empresas, para que possam se organizar para também distribuir o etanol hidratado mais próximo dos postos — explicou.

    Fonte: Agência Senado". O senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) apresentou parecer favorável ao PDS, argumentando que a resolução da ANP exorbitou os poderes da agência reguladora. Ele disse que o decreto legislativo vai retirar obstáculos para que as usinas sucroalcooleiras comercializem o álcool hidratado diretamente com os postos de combustível. Isso, pontuou Valadares, fortalece a defesa do consumidor. (Fonte: Agência Senado). Então é uma unanimidade esse projeto dentro das casas legislativas. Quanto ao Renovabio, se este concorda com o acordo de Paris, somente por isso sou contra. Outra coisa, Sr. Luiz, se algo é regulamentado nunca acontece naturalmente, é sempre na marra.

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Um setor viciado no capitalismo de compadrio, por isso Rodrigo...

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    • Elias Mello

      Bom dia, prescisamos eliminar os intermediarios e a distancia... so isso já baratiaria um

      monte... nao sei de onde ele so achou 5%???

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Sr. Elias, o alcool combustivel no RS está custando 4 reais..., com a desregulamentação e uma boa reforma tributária, principalmente no setor de infraestrutura, vai criar centenas de micro-destilarias de milho em todas as regiões do país..., o que a UNICA não quer é concorrência, pois isso vai eliminar um mercado cativo tanto das distribuidoras como das grandes usinas.

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    • Antonio De Padua Rodrigues

      Quando o Caio comenta que apenas 5% esse mercado de venda direta é viável, ele tem segurança no que esta falando. São Paulo representa mais de 50% do mercado de etanol hidratado, dos quais a grande são Paulo representa mais de 60% desse mercado. Produtor não teria logística para vir abastecer postos em são Paulo. A maioria dos postos comprar 5 mil litros por semana, portanto é viável sim em postos localizados perto da unidade produtora. Muito se alegam do passeio do etanol. Ele poderia ser evitado se as distribuidoras implementassem essa entrega direta com a venda a ordem. O problema não é a venda direta e sim as consequências que ela pode causar. Hoje os tributos tanto pis/cofins como ICMS são compartilhados entre o produtor e a distribuidora. No caso da venda direta teria que haver a monofasia do recolhimento dos impostos federais e estaduais no produtor. Todavia a RF e Confaz querem que toda venda seja centralizada independemente de ser direta ou não. A carga tributaria no produtor pode ficar maior que o preço liquido, isso pode ser que venha para a produção agentes não bem definidos que irião trabalhar na clandestinidade.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Segurança só se for na mentira, Antonio Pádua.., o projeto não obriga nenhuma usina a fazer venda direta, o que voces não querem é concorrência.

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    • HELIO LUIZ HOFFMANN Tangará da Serra - MT

      Livre concorrência. O mercado que se regule. O Estado só entra se houver abuso. O resto é incompetência dos que são contra o livre mercado.

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