Seca ameaça lavouras de batata-doce, quiabo e abóbora paulistinha no Noroeste de SP
Rogério Navachi começou a apostar na produção de batata-doce há cerca de dois anos. Ele e o irmão têm um sítio em Piacatu (SP) e colhem em média duas mil caixas por semana.
A batata-doce é vista como uma cultura de baixo custo, além de ser rústica e exigir pouca mão de obra. Mesmo sendo resistente, a batata-doce sofre com a seca. Já faz tempo que o pluviômetro instalado no sítio não registra uma gota de água sequer.
Veja a notícia na íntegra no site do G1.
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