Suínos: preços atingem recordes nominais
A oferta reduzida de animais para abate e as aquecidas demandas interna e externa têm impulsionado as cotações em toda a cadeia suinícola (suíno vivo, carne e cortes) neste final de novembro, segundo pesquisas do Cepea. As altas vêm sendo verificadas desde o final de setembro em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea e têm levado os preços a patamares recordes reais. O aumento na procura doméstica se deve ao período de final de ano, quando atacadistas começam a formar estoques. Além disso, o preço recorde da principal carne concorrente, a carcaça casada bovina, tem feito com que consumidores migrem para outras fontes de proteína que apresentem valores mais competitivos. Quanto à maior demanda internacional, está atrelada aos contínuos surtos de Peste Suína Africana (PSA) na Ásia, que tem feito com que agentes dessa região – especialmente da China – aumentem as compras externas da proteína. O Brasil, vale lembrar, é o quarto maior exportador mundial de carne suína. No caso do animal vivo, os valores nominais de todas as regiões acompanhadas pelo Cepea atingiram recorde nessa quarta-feira, 27, considerando-se a série do Cepea, iniciada em março de 2002.
0 comentário
Suinocultura no Reino Unido enfrenta entraves regulatórios e pressão social
Peste Suína Africana leva Filipinas a suspender importações de carne suína de Taiwan
Quaresma mantém preços do suíno pressionados e mercado segue cauteloso em abril
Guerra eleva custos e pressiona preços na avicultura do Paraná
36ª Reunião Anual do CBNA vai debater como avanços da inteligência artificial na avicultura permite prever problemas antes de sinais clínicos
Feira AgroExperts em Boituva reúne cadeia de aves e suínos para discutir sanidade e produtividade