Suínos: preços atingem recordes nominais
A oferta reduzida de animais para abate e as aquecidas demandas interna e externa têm impulsionado as cotações em toda a cadeia suinícola (suíno vivo, carne e cortes) neste final de novembro, segundo pesquisas do Cepea. As altas vêm sendo verificadas desde o final de setembro em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea e têm levado os preços a patamares recordes reais. O aumento na procura doméstica se deve ao período de final de ano, quando atacadistas começam a formar estoques. Além disso, o preço recorde da principal carne concorrente, a carcaça casada bovina, tem feito com que consumidores migrem para outras fontes de proteína que apresentem valores mais competitivos. Quanto à maior demanda internacional, está atrelada aos contínuos surtos de Peste Suína Africana (PSA) na Ásia, que tem feito com que agentes dessa região – especialmente da China – aumentem as compras externas da proteína. O Brasil, vale lembrar, é o quarto maior exportador mundial de carne suína. No caso do animal vivo, os valores nominais de todas as regiões acompanhadas pelo Cepea atingiram recorde nessa quarta-feira, 27, considerando-se a série do Cepea, iniciada em março de 2002.
0 comentário
ABPA leva agroindústrias de proteína animal para a SIAL Paris 2026
Ovos/Cepea: Exportações avançam em setembro e atingem maior volume em sete meses
Frango/Cepea: Exportações atingem recorde trimestral
Exportações de ovos crescem 29,4% em setembro e alcançam 2,7 mil toneladas
Semana Mundial do Ovo: consumo da proteína mais que dobra em 20 anos no Brasil
Exportações de carne suína se aproximam de 1,2 milhão de toneladas no acumulado de 2026