Milho: Assim com as demais commodities, Bolsa de Chicago tem quedas nos principais contratos

Os preços internacionais do milho abriram a terça-feira (21) com baixas nos principais contratos na Bolsa de Chicago (CBOT). Segundo o site Farm Future, os preços os preços do milho foram pegos no fogo cruzado dos preços em queda do petróleo na segunda-feira, com a fraqueza provocada por uma rodada substancial de vendas técnicas que empurraram os contratos cerca de 2,5% para baixo.
Por volta das 7h51 (horário de Brasília), maio/20 recuava 4,00 pontos - valendo U$ 310,25, julho/20 tinha a mesma baixa - cotado por U$ 318,25 e setembro/20 registrava queda de 3,25 pontos, negociado por U$ 323,75.
No mercado interno, a semana começou com o mercado interno brasileiro pressionado pelas incertezas quanto ao Coronavírus, que podem prejudicar a demanda interna por milho, especialmente por parte do setor pecuário, têm pressionado as cotações do cereal, de acordo com o Cepea.
“No campo, a maior incidência de chuvas na região Centro-Sul na semana passada favoreceu o desenvolvimento das lavouras que vinham sendo prejudicadas pela restrição hídrica. No Sul do País, agentes seguem preocupados com a possibilidade de geadas”, diz o Cepea.
Veja como fechou o mercado na última sessão:
Incerteza sobre demanda seguiu ativa e pressionou cotações do milho no Brasil nesta 2ªfeira
0 comentário
Milho inicia semana em queda em Chicago e dezembro se aproxima de US$ 4,50 por bushel
Milho/Cepea: Oferta elevada e queda nos preços externos pressionam cotações
Após erro nos dados do milho, USDA enfrenta críticas de produtores e analistas dos EUA sobre confiabilidade das estimativas
Milho fecha semana com perdas de até 3,85% em Chicago e 1,56% na B3; mercado físico registra novas quedas
USDA anuncia venda de 116 mil toneladas de milho dos EUA para destinos não revelados
Com mercado brasileiro pressionado, produtor evita avançar com a comercialização do milho