Engenheiros Agrônomos ressaltam importância da apresentação de projetos técnicos para acessar financiamentos agropecuários
Posicionamento rebate discussões sobre os chamados Custos de Observância cobrados para acessar financiamentos agrícolas. A apresentação de projetos técnicos aparece na lista dos chamados penduricalhos" que elevam Custo Efetivo Total dos empréstimos
Publicado em 16/06/2020 12:33
| Atualizado em 16/06/2020 13:22
Kleber Santos - Presidente da CONFAEAB
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Entrevista com Kleber Santos - Presidente da CONFAEAB sobre os Custos de Observância
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NOTA DA CONFAEAB
PROJETO TÉCNICO não é “Penduricalho”
A Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil e demais entidades repudiam os termos pejorativos empregados na matéria, intitulada “Crédito Rural/CNA: Alteração legislativa para reduzir taxas de juros pode ter efeito já em 20/21”, produzida pela Agência Estado e divulgada nos sites Notícias Agrícolas, Broadcast Agro e AgroRevenda.
Ao definir a elaboração de PROJETOS TÉCNICOS como PENDURICALHO essa matéria presta desserviço e desinformação.
Projeto Técnico de Crédito Rural, é uma ferramenta fundamental, para o produtor, para a instituição financeira e para o governo federal acompanhar a correta aplicação dos recursos do Crédito Rural. (...)
Ao assim caracterizar, a matéria esquece que o trabalho de pesquisa agropecuária, extensão e assistência técnica foram responsáveis pelo aumento de produtividade agropecuária brasileira, tirando o país de importador para se tornar um dos maiores produtores e exportadores de commodities agropecuárias do mundo. Essa marca não seria alcançada sem Assistência Técnica, nem seria implantada sem Projetos Técnicos.
Em face do exposto, a CONFAEAB e as entidades solicitam uma retratação pelo termo pejorativo utilizado, denegrindo imagem de milhares de profissionais que atuam na elaboração de PROJETOS TÉCNICOS DE CRÉDITO RURAL e reivindica direito de resposta.
Nosso trabalho não é PENDURICALHO!
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Antonio Lopes de Oliveira Neto Itapetininga - SP
A importância do projeto técnico se justifica pelo gerenciamento do agronegócio e auxilio técnico ao produtor -- que é o empresário rural. Não se justifica por exigência legal apenas. É uma questão de consciencia empresarial que difere um produtor dos outros e aqueles que acreditam na capacidade e no trabalho do profissional de ciências agrárias tem resultado. Embutido no trabalho do projeto técnico está a difusão de tecnologia para manter a competitividade do agronegócio.
Sr. ANTONIO, o trabalho dos profissionais do setor está aí à mostra. Quantos % do PIB que o setor produz. ...Sem ciência e tecnologia, nada disso seria sustentável.