Bolsa de Nova York: Café volta a ter altas acima de 200 pontos, mercado acompanha oferta e clima no BR

O mercado futuro do café arábica voltou a registrar valorizações acima de 200 pontos no pregão desta quarta-feira (1º) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Os preços do café estão subindo devido a sinais de menor oferta global de café.
Por volta das 13h40 (horário de Brasília), julho/20 tinha alta de 140 pontos, valendo 100,05 cents/lbp, setembro/20 subia 250 pontos, negociado por 103,55 cents/lbp, dezembro/20 tinha valorização de 310 pontos, valendo 106,55 cents/lbp e março/21 subia 315 pontos, valendo 108,50 cents/lbp.
De acordo com análise do site internacional Barchart, a Organização Internacional do Café (OIC) informou hoje que as exportações globais de café de outubro a junho caíram -4,7% para 83,8 milhões de sacas, dando suporte as variações de altas no exterior.
>>> Colheita de café da Cooxupé atinge 29% do total até 26 de junho
Além disso, o mercado segue acompanhando as condições climáticas no Brasil. Os preços voltaram a subir após as previsões meteorológicas indicarem queda nas temperaturas e possibilidade de geadas na maior área de produção do Brasil. A previsão indicam que a queda nas temperaturas podem acontecer a partir de quinta-feira (2).
Além disso, previsões de fortes chuvas nas regiões produtoras de café do Brasil podem provocar atrasos adicionais na colheita. "A Somar Meterologia disse na segunda-feira que as chuvas em Mina Gerais foram de 3,99 mm na semana passada, ou 229% da média histórica", afirmou o Barchart.
0 comentário
Café fecha em queda nas bolsas nesta 4ª feira com avanço da colheita no Brasil pressionando as cotações
Café abre em direções opostas com mercado atento ao clima e ao ritmo da colheita no Brasil
Colheita de café na área de atuação da Cooxupé alcança 47,3%
Café/Cepea: Embarques recuam na safra 2025/26, mas receita fica estável
Café perde força no fim do pregão e fecha no vermelho após mercado virar com melhora no clima
Cafeicultura movimenta mais de R$ 3 bilhões em defensivos na safra 2025-26, com alta de 22% e recorde histórico