Norte e Nordeste ampliam exportações de frango, mas Centro-Sul continua detendo mais de 99% do total embarcado
Exceto pelo fato de Unidades Federativas das Regiões Nordeste e Norte virem apresentando índices de expansão bem acima dos observados nas demais Regiões - aumento de volume de 150% na Região Norte e de cerca de 36% no Nordeste, ambos redundando em aumentos de receita cambial de, respectivamente, 164% e 90% - os embarques brasileiros de carne de frango sob o ângulo das UFs exportadoras mantêm o ritmo de meses anteriores.
Claro que, a despeito dos altos índices de expansão, as Regiões Norte e Nordeste pouco influenciam as exportações do setor. Juntas responderam, nos primeiros nove meses de 2020, por 0,25% do volume embarcado e por 0,20% da receita cambial do setor.
Ou seja: mais de 99% do volume e da receita continuem sendo gerados no Centro-Sul, com destaque para a Região Sul que, até aqui, respondeu por 80% do volume embarcado, com eles gerando percentual equivalente de receita cambial
De toda forma, repetindo observações anteriores, convém alertar que as variações anuais em diversas Unidades Federativas do Centro-Sul não correspondem à realidade, pois resultam de equívocos ocorridos em 2019 em relação às UFs de origem dos produtos exportados.
Por sinal, somadas as exportações das 11 UFs integrantes do Centro-Sul tem-se, neste ano, uma redução de volume de 0,7% em relação ao mesmo período de 2019. Pois esse índice, além de corresponder de perto à redução nacional (0,5% a menos), é bem mais palatável que uma redução de quase 6% na Região Sul contra um aumento de cerca de 45% no Centro-Oeste.
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