Estiagem no café: CNA e FAEMG pedem suplementação da linha para recuperação de cafezais danificados
Podcast
Entrevista com Ana Carolina Alves Gomes sobre os Cafeicultores afetados deverão contar com recursos
DownloadO Comitê Técnico do Conselho Deliberativo de Política do Café (CDPC) atendeu à demanda encaminhada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e aprovou a liberação de R$ 150 milhões para a recuperação de cafezais atingidos pela estiagem. Além do CNA, a proposta foi feita em conjunto com o Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG)
A votação ocorreu durante a reunião do CDPC, na terça (27), e agora depende de aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN) para entrar em vigor. O recurso é uma suplementação da linha para a Recuperação de Cafezais Danificados, destinada às lavouras atingidas por intempéries climáticas e prevista no Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).
A solicitação da Confederação para que o limite de crédito hectare de lavoura de café fosse elevado de R$ 3 mil para R$ 8 mil também foi aprovada. As medidas atendem a um pedido da CNA feito à Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, no início de outubro, solicitando a convocação da reunião e a deliberação, pelo Conselho, da suplementação orçamentária.
Além da CNA, o Comitê Técnico do CDPC é formado pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), pela Associação Brasileira das Indústrias de Café Solúvel (Abics), pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) e pelo Conselho Nacional do Café (CNC).
Confira a entrevista completa no vídeo acima
0 comentário
Café fecha com oscilações mistas e mercado segue atento à logística global e fundamentos da safra
Café em choque: entre a pressão da safra e o travamento das vendas
Café despenca no exterior e trava negócios no Brasil: produtor segura vendas em meio à pressão da safra
Preços do café caem ainda mais no Vietnã
Café reage nas bolsas, mas pressão da safra brasileira ainda ameaça preços e deixa mercado em alerta
Oferta e demanda ainda desalinhadas: O café pode deixar de ser um produto “previsível”?