Hong Kong suspende importações avícolas de áreas afetadas pela Influenza Aviária
Nos dois primeiros dias de dezembro corrente, o Centro de Segurança Alimentar (CFS, na sigla em inglês) do Departamento de Higiene Alimentar e Ambiental de Hong Kong estabeleceu a suspensão das importações de todo e qualquer produto avícola de regiões específicas de três países com notificação de Influenza Aviária: Holanda, Coreia do Sul e Japão.
De acordo com os comunicados emitidos pelo CFS, na Holanda a suspensão recai sobre as Províncias de Holanda do Sul e Frísia; na Coreia do Sul, sobre as Províncias de Jeolla do Norte e Jeongeup-si; e no Japão sobre a Prefeitura de Miyazaki. Todas foram afetadas pelo vírus H5N8 da Influenza Aviária, de alta patogenicidade.
O embargo a produtos avícolas de regiões afetadas pela Influenza Aviária tem sido uma praxe há décadas. Aliás, os manuais da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) estabelecem que países afetados suspendam as exportações por pelo menos até três meses depois de detectado e controlado o último foco da doença.
Porém, procedimentos como este, de Hong Kong, apresentam radical diferença em relação àqueles adotados até recentemente. Pois, até alguns anos atrás, a notificação de incidência da Influenza Aviária em um determinado país desencadeava o embargo aos produtos avícolas de todo o país. Agora, os embargos têm sido direcionados apenas às regiões diretamente afetadas, permitindo-se que o restante do país livre da doença permaneça exportando seus produtos avícolas.
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