Colheita da soja começou em Lagoão/RS, mas estiagem deve tirar até 50% da produtividade
Podcast
Colheita da soja começou em Lagoão/RS, mas estiagem deve tirar até 50% da produtividade
Download
A colheita da soja começou em Lagoão no Rio Grande do Sul e o impacto da falta de chuvas, que esteve presente durante todo o ciclo de desenvolvimento das lavouras, já está aparecendo nos resultados obtidos pelos produtores.
O produtor rural e técnico em agropecuária, Rudinei Erpen, conta que essa região costuma ser uma das mais chuvosas do estado, mas nesta safra 2020/21 foi uma das mais afetadas pela redução nos índices pluviométricos que causou mau desenvolvimento das plantas, grãos pequenos e muito abortamento de vagens e de flores.

As lavouras mais precoces conseguiram se desenvolver um pouco melhor e estão obtendo médias de produtividade entre 55 e 50 sacas por hectare, quando o esperado inicialmente eram 60 sacas de média. Já as cultivares mais tardias sofreram mais e devem perder 50% da produtividade esperada.
O produtor relata que muitos contratos antecipados já estavam fechados para cobrir os custos de produção entre R$ 90,00 e R$ 100,00 e não enxerga risco de não cumprimento dessas entregas, mas os volumes disponíveis para aproveitar os atuais preços de R$ 160,00 serão bastante escassos.
Na sequência, Erpen planeja cultivar aveia branca e trigo na safra de inverno, dois produtos que estão com demanda em alta e possuem preços elevados no mercado brasileiro.
Confira a entrevistas completa com o produtor rural de Espigão/RS no vídeo.

0 comentário
Soja inicia julho com estabilidade na Bolsa de Chicago após relatório do USDA, de olho no clima
Apesar do USDA "baixista", soja sobe em Chicago nesta 3ª, esperando números mais pesados
Exportação de soja do Brasil em junho fica abaixo do previsto devido à chuva, aponta Anec
Soja opera em campo positivo na Bolsa de Chicago, apesar do USDA e da baixa do óleo
Soja segue recuando em Chicago nesta tarde de 3ª feira, esperando pelos números do USDA
Safra recorde de soja faz preço do óleo despencar 10,2% em 2026, aponta APAS