São Gabriel do Oeste/MS passa por período sem chuvas e perdas no milho já são de 20%
Podcast
São Gabriel do Oeste/MS passa por período sem chuvas e perdas no milho já são de 20%
Download
Desde o dia 17 de março não ocorre uma chuva que atinja todas as lavouras de milho safrinha em São Gabriel do Oeste no Mato Grosso do Sul. De lá para cá, outras três precipitações foram registradas nos dias 02, 10 e 23 de abril, mas apenas alguns produtores foram contemplados.
Como a maioria das lavouras do município estão na fase de pendoamento, o período mais crítico quanto a necessidade de chuvas, as perdas de produtividade já são estimadas em, no mínimo, 20% do que era esperado inicialmente, de acordo com o presidente do Sindicato Rural de São Gabriel do Oeste/MS, Vilson Brusamarello.
“Esperávamos produzir 10 milhões de sacas, mas agora já reduzimos para 8 milhões e pode cair ainda mais”, relata.
Para essa situação não se agravar, a região precisa de novas precipitações dentro dos próximos 10 dias para melhorar o desenvolvimento das plantas, já que a última chuva registrada no final de semana passado atingiu apenas 10% das lavouras.
A liderança aponta ainda que, a expectativa é fechar a safrinha com produtividade média entre 70 e 80 sacas por hectare, um patamar que é suficiente para garantir rentabilidade aos produtores, mesmo com quebras, em função dos altos preços de mercado em índices históricos para a região.
Confira a íntegra da entrevista com o presidente do Sindicato Rural de São Gabriel do Oeste/MS no vídeo.
0 comentário
Negócios com a soja no Brasil voltam a acontecer neste início de semana com preços nos portos testando os R$ 150/sc
Soja/Cepea: Chuvas nos EUA pressionam futuros, mas prêmios sustentam cotações no BR
Soja sobe em Chicago nesta 2ª feira com petróleo e derivados dando suporte ao complexo
Soja fecha com leves baixas em Chicago nesta 6ª, mas com semana firme no Brasil
Sinograin vai leiloar mais meio milhão de toneladas de soja
China compra quase 1 milhão de toneladas de soja dos EUA em uma semana; mercado já avalia impactos para o Brasil