Soja recua em Chicago neste início de semana com clima favorecendo safra 21/22 dos EUA

Os preços da soja iniciam a semana operando em queda na Bolsa de Chicago. Por volta de 7h55 (horário de Brasília), as cotações cediam entre 9,25 e 14 pontos nos principais contratos, levando o julho a US$ 15,17 e o novembro a US$ 13,46 por bushel.
O clima favorável nos EUA segue pressionando as cotações na CBOT, já que permite bom avanço dos trabalhos de campo e também o desenvolvimento das lavouras. Os novos números do plantio e da germinação serão divulgados nesta segunda, às 17h pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), após o fechamento do mercado em seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras.
"Para os EUA, os modelos mostram bons volumes de chuvas e temperaturas mais altas a partir da próxima semana", diz a equipe da Agrinvest Commodities.
Ainda no radar dos traders está a demanda chinesa. A nação asiática voltou a comprar soja no Brasil na semana passada, uma vez que o produto brasileiro disponível é agora mais barato para os importadores, permitindo, inclusive, uma melhora dos prêmios no mercado nacional, como explica a Agrinvest Commodities.
Leia Mais:
+ E a soja na China? Compras de 15 a 18 navios no BR, menor área 21/22 e redução do farelo na rações
Atenção ainda ao comportamento das demais commodities, com as agrícolas todas recuando nesta segunda-feira (24), incluindo o farelo de soja e o óleo, que perde quase 1% na manhã de hoje.
Veja como fechou o mercado na última semana:
0 comentário
Soja perde até R$ 2/sc no mercado de portos nesta 2ª feira com baixas em Chicago de mais de 1%
Soja brasileira amplia papel estratégico na transição energética e reforça avanços em sustentabilidade
Soja/Cepea: Demanda firme leva Indicadores aos maiores patamares desde abril/23
Soja abre a semana com estabilidade em Chicago; pressão do Pro Farmer, mas suporte do milho e da China
Preços da soja no Brasil renovam máximas após semana com quase 4% de alta acumulada em Chicago
China aumenta compras de soja dos EUA em meio a temor de safra menor e preços mais altos