IPPA/Cepea: Alta de IPPA se desacelera em maio
De abril para maio, o IPPA/CEPEA (Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários) registrou alta de 0,9%, em termos nominais, desacelerando o forte movimento que vinha sendo verificado nos meses anteriores. O resultado do índice geral reflete as variações positivas registradas no IPPA-Grãos, que aumentou 1,2%, e no IPPA-Cana-Café, que subiu 3,9%. Por outro lado, na mesma comparação, o IPPA-Hortifrutícolas recuou 8,3% e o IPPA-Pecuária ficou praticamente estável, com ligeiro avanço de 0,1%. Segundo pesquisadores do Cepea, o desempenho do índice de grãos reflete a variação positiva dos preços nominais do milho, do trigo e do algodão; por outro lado, o índice foi pressionado pela desvalorização do arroz. Para a pecuária, o índice foi influenciado pelos desempenhos dos preços do frango vivo e do leite; no caso do suíno vivo, após quatro meses de quedas consecutivas, tiveram alta modesta em maio, ao passo que o boi gordo se desvalorizou. As altas nominais observadas para os preços do café e da cana-de-açúcar respondem pelo avanço do índice composto por ambos os produtos. Já para os hortifrutícolas, a queda do índice se deve às baixas importantes, em termos nominais, dos preços da uva e da banana e, em menor intensidade, do tomate. Na mesma comparação, o IPA-OG-DI Produtos Industriais, calculado e divulgado pela FGV, teve alta de 3,4% – logo, de abril para maio, os preços agropecuários recuaram frente aos dos industriais da economia.
0 comentário
A nova lei reduz incentivos fiscais e gera aumento real de carga no agronegócio a partir de 01 de abril de 2026.
Óleos essenciais apresentam ação inseticida contra a mosca-branca
Norte do Pará já colhe 80 sacas por hectare de soja e se prepara para fazer a safrinha
Trump diz que anunciará na sexta-feira ações para ajudar agricultores dos EUA
Mapa publica preços mínimos para café, laranja, sisal, trigo em grãos e semente de trigo da safra 2026/2027
Guerra no Irã eleva custo de fertilizantes e intensifica endividamento no agro brasileiro, afirma especialista