USDA informa nova venda de 132 mil t de soja nesta 2ª feira; Chicago sobe
![]()
E mais vendas de soja dos EUA foram anunciadas nesta segunda-feira (16) pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Dessa vez foram 132 mil toneladas para destinos não revelados e todo o volume é da safra 2021/22. O mercado, mais uma vez, especula a China como compradora, uma vez que a necessidade da nação asiática aumentou nas últimas semanas diante de um crescimento expressivo das vendas de farelo de soja - diante da força da demanda, principalmente, das indústrias de rações - e da necessidade de recomposição dos estoques.
Todas as vendas feitas no mesmo dia, para o mesmo destino e com volume igual ou superior a 100 mil toneladas devem sempre ser informadas ao departamento. E nas últimas três semanas, as vendas anunciadas pelo USDA chegam a 1,88 milhão de toneladas.
Além das compras feitas nos EUA, os chineses também ainda olham para a soja sul-americana. "A China vem comprando soja na América do Sul para embarque setembro e março de 2022 e nos EUA para embarque outubro. No entanto, o Brasil está ficando caro, o que deverá concentrar mais demanda nos EUA", explica a Agrinvest Commodities.
A corretora ainda fala sobre como a cobertura de soja por parte das indústrias processadoras na China está curta e da melhora nas margens de esmagamento observada nos últimos dias.
BOLSA DE CHICAGO
Assim, na Bolsa de Chicago, as cotações seguem operando em campo positivo. Por volta de 12h20 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 3,50 e 5,25 pontos, com o novembro sendo cotado a US$ 13,68 por bushel.
0 comentário
Soja inverte o sinal em Chicago e perde mais de 1% na tarde desta 6ª feira
Em Chicago, preços da soja têm novas altas nesta 6ª feira, entre fundamentos e cenário externo
Colheita de soja no RS alcança 10% da área, mas segue atrás da média histórica
Colheita da soja alcança 10% da área cultivada no RS
Preços da soja sobem nos portos do BR e voltam a superar os R$ 130/sc com leves ganhos em Chicago e dólar em alta
JBS vê custos do milho em alta em 2026 e cenário "baixista" para farelo de soja, diz CEO