Café: Sem grandes novidades, mas acompanhando clima e Covid, café sobe em Londres e NY
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O mercado futuro do café arábica segue operando com altas para os principais contratos no pregão desta quinta-feira (26) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
As cotações seguem com suporte nas condições do parque cafeeiro, em um momento que o setor aguarda pela chuvas para entender o real impacto das geadas e da seca prolongada na safra 22. No Brasil, a Somar Meteorologia destacou nos últimos dias a previsão de temperaturas elevadas no mês que vem, o que aumenta ainda mais a preocupação.
Por volta das 12h22 (horário de Brasília), dezembro/21 tinha alta de 100 pontos, valendo 187,35 cents/lbp, março/22 tinha alta de 100 pontos, cotado a 190,05 cents/lbp, maio/22 tinha valorização de 95 pontos, valendo 191 cents/lbp e julho/22 era negociado por 95 pontos, valendo 191,60 cents/lbp.
Em Londres, o café tipo conilon também opera com valorização. Novembro/21 tinha alta de US$ 22 por tonelada, valendo US$ 1995, janeiro/22 tinha alta de US$ 15 por tonelada, cotado a US$ 1956, março/22 tinha valorização de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 1928 e maio/22 também registrava alta de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 1915.
No caso do conilon, além das condições do parque cafeeiro no Brasil, o mercado se preocupa com o aumento de casos de transmissão com a variante Delta no Vietnã - maior produtor do grão. Além disso, os gargalos logísticos vêm impactando diretamente na oferta do café vietnamita nos últimos meses.
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