Aras diz que discordâncias devem ser tratadas com civismo e no processo legal
![]()
BRASÍLIA (Reuters) - Um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro ter atacado duramente o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e dito que não cumprirá mais decisões do magistrado, o procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou nesta quarta-feira que eventuais discordâncias, sejam políticas ou processuais, devem ser tratadas com civismo e respeitando o devido processo legal.
Em pronunciamento no início da sessão do plenário do STF, sem citar nominalmente Bolsonaro, Aras destacou que a independência entre os Poderes pressupõe equilíbrio.
O procurador-geral da República avaliou que o Brasil acompanhou na terça-feira uma festa cívica, com manifestações pacíficas, ao comentar os atos a favor e contrários ao presidente.
Aras foi recentemente indicado para um segundo mandato de dois anos à frente da PGR por Bolsonaro, tendo tido seu nome confirmado pelo Senado Federal.
(Reportagem de Ricardo Brito)
0 comentário
Governo prepara medida para restringir financiamentos em moeda estrangeira a Estados, diz Ceron
Venda de aços planos por distribuidores cai 8,2% em janeiro sobre um ano antes, diz Inda
Ibovespa recua em dia de correção em blue chips; Marcopolo sobe após balanço
S&P 500 e Nasdaq caem com resultados da Nvidia travando recuperação do setor de tecnologia
Quatro cortes de 0,25 p.p. nos juros pelo Fed ainda são necessários este ano, diz Miran
Ibovespa tem alta modesta na abertura com Marcopolo em destaque