Com peso do petróleo e câmbio, açúcar tem perdas leves a moderadas em NY e Londres
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As cotações futuras do açúcar operavam com perdas moderadas a expressivas nesta tarde de quinta-feira (28) nas bolsas de Nova York e Londres. O dia é marcado por pressão com desvalorização do petróleo no internacional, além do câmbio.
Por volta das 12h (horário de Brasília), o açúcar bruto tinha baixa de 0,76%, negociado a US$ 19,55 c/lb na Bolsa de Nova York. Enquanto que em Londres, o tipo branco registrava desvalorização de 0,98%, a US$ 513,40 a tonelada.
Os preços do petróleo no cenário internacional tinham mínimas de duas semanas nesta manhã. O mercado acompanha as informações retomada do programa nuclear do Irã, além de estoques de petróleo com alta acima do esperado.
Um óleo mais baixo impacta nos preços da gasolina, também refletindo na demanda por etanol. Dessa forma, as usinas tendem a maximizar a produção do adoçante ao invés do biocombustível, elevando a oferta disponível no mercado.
Ainda no financeiro, o mercado do adoçante também sente pressão do câmbio, com disparada de mais de 1% do dólar comercial sobre o real nesta tarde. A moeda valorizada tende a encorajar as exportações das commodities pelo Brasil.
Nos fundamentos, por outro lado, segue atenção aos dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) para a 1ª quinzena de outubro no Centro-Sul.
A produção de açúcar recuou 56,28% nos primeiros 15 dias do mês no Centro-Sul, a 1,15 milhão de toneladas. Já a quinzenal de etanol hidratado, por sua vez, alcançou 647 milhões de litros, registrando queda de 50,68%.
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