Soja caminha de lado e sem direção definida em Chicago antes do novo USDA nesta 3ª
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Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam estáveis nesta manhã de terça-feira (9). O mercado espera pelos novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que serão reportados em seu boletim mensal de oferta e demanda de novembro, às 14h (Brasília), e opta pela cautela antes da divulgação.
Assim, perto de 7h55 (horário de Brasília), o contrato novembro tinha baixa de 3 pontos, sendo cotado a US$ 11,75 por bushel, enquanto os demais subiam entre 0,75 e 1 ponto, levando o janeiro aos US$ 11,90 e o maio a US$ 12,12.
As expectativas do mercado sinalizam uma revisão para cima nos números da soja, elevando a produção e produtividade da safra 2021/22 dos EUA e, consequentemente, os estoques finais americanos, o que poderia provocar ainda mais pressão sobre os preços na CBOT.
Os estoques finais de soja 2021/22 dos EUA são projetados entre 7,76 e 12,22 milhões de toneladas, com média de 9,8 milhões. Confirmada a média, ele seria maior do que a estimativa do USDA do mês passado de 8,71 milhões de toneladas.
Já os estoques finais mundiais de soja para a atual temporada são esperados entre 104,6 e 106,9 milhões de toneladas, com média de 105,7 milhões. Em outubro, o departamento trouxe o número de 104,6 milhões.
Enquanto os dados não são atualizados, o mercado mantém-se caminhando de lado de olho em notícias que já conhece como a fase final da colheita nos EUA e o plantio recorde no Brasil.
Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:
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