Café: Arábica retoma negócios com baixas após semana marcada por valorização
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A retomada dos negócios na Bolsa de Nova York (ICE Future US) está sendo com baixas para o mercado futuro do café arábica. No início da manhã, os contratos recuavam mais de 1% no exterior após uma semana com preços impulsionados pela redução de oferta global do grão.
Em relação à safra brasileira, orodutores e especialistas seguem apontando para cenário de alta para os preços já que a florada não vingou nas principais áreas de arábica do Brasil. A torcida agora é para que para as chuvas continuem regulares para não comprometer ainda mais a safra de 22.
Por volta das 8h45 (horário de Brasília), março/22 tinha queda de 480 pontos, negociado por 240,60 cents/lbp, maio/22 tinha queda de 480 pontos, valendo 240 cents/lbp, julho/22 tinha baixa de 445 pontos, valendo 239,70 cents/lbp e setembro/22 tinha baixa de 355 pontos, valendo 239,90 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon opera com estabilidade. Com a colheita da safra do Vietnã avançando, os preços quase não registraram mudanças nos últimos dias.
Março/22 tinha queda de US$ 1 por tonelada, valendo US$ 2227, maio/22 tinha baixa de US$ 6 por tonelada, valendo US$ 2193, julho/22 tinha alta de US$ 2 por tonelada, valendo US$ 2197 e setembro/22 tinha queda de US$ 12 por tonelada, valendo US$ 2179.
Além dos ajustes, a queda também é puxada pela desvalorização do petróleo, que registrava baixa de 6% nesta manhã, em meio temores com a demanda diante da nova variante da Covid-19 detectada na África do Sul. Cientistas da Grã-Bretanha consideraram a nova variante como a mais significativa encontrada até agora e afirmam que ela poderia restringir as viagens e reduzir o crescimento econômico e a demanda por combustível no mundo.
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