Soja opera com baixa de dois dígitos em Chicago esperando confirmações sobre chuvas na AMS
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Os futuros da soja intensificaram suas baixas na Bolsa de Chicago no início da tarde desta segunda-feira (13) e, por volta de 12h (horário de Brasília), as cotações cediam entre 12 e 13,50 pontos nas posições mais negociadas. O janeiro, dessa forma, tinha US$ 12,54 e o maio, US$ 12,69 por bushel.
"Os players estão atentos às atualizações climáticas do Brasil e Argentina, onde os modelos americano e europeu adicionaram chuvas a região Sul do Brasil e boa parte da Argentina", comok explicou Ginaldo Sousa, diretor do Grupo Labhoro, pressionando as cotações e ajudando na pressão que já vinha de um movimento de correção depois das altas da última sexta-feira (10).
Ainda de acordo com as informações apuradas pela Labhoro, o modelo GFS trazido na manhã de hoje mostra boas chuvas chegando ao Brasil, com exceção do Sul do país e partes do Piauí. Já para as importantes regiões produtoras da Argentina as precipitações ainda deverão ser limitadas, bem como no Paraguai.
"Entretanto, observando as previsões, ambos os modelos indicam aumento dos índices pluviométricos para o Sul do Brasil e para parte da Argentina, o que contribui para a pressão e vendas do mercado", complementa Sousa.
Entre os derivados, o dia é de correção, principalmente no farelo. Perto de 12h15, os futuros do subproduto perdiam mais de 1% e também exercia sobre as cotações do grão na CBOT.
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