Sexto card da série “Na Trilha do Cacau” explica a importância das importações de amêndoas
Depois de apresentar aos leitores um panorama da produção nacional de amêndoas e o volume de recebimento nacional das indústrias dos últimos cinco anos, a série especial “Na Trilha do Cacau” traz em seu último card de 2021, informações sobre a relevância das importações de amêndoas para o funcionamento da indústria moageira. Isso porque enquanto a capacidade instalada da indústria é de 275 mil toneladas, a média de recebimento nacional dos últimos cinco anos não passou de 166 mil toneladas. Essa diferença faz com que as indústrias precisem recorrer às importações, pois só assim é possível atender aos clientes internacionais, que adquirem derivados fabricados no Brasil.
Além de atender à demanda externa por derivados, a importação também auxilia as indústrias na manutenção de suas operações dentro de patamares saudáveis. “Se as indústrias operassem apenas com o volume do recebimento nacional, a capacidade ociosa das fábricas seria próxima de 40%, inviabilizando as operações no Brasil. Isso geraria perdas para toda a cadeia”, pondera Anna Paula Losi, diretora-executiva da AIPC. Para ela, o caminho para reduzir o volume das importações nos próximos anos passa obrigatoriamente pelo fortalecimento da produção nacional e melhoria da qualidade das amêndoas.
O material traz ainda um gráfico comparando o volume de amêndoas importadas equivalente e o volume de derivados exportados, destacando que 100% das amêndoas importadas pelas moageiras via drawback são obrigatoriamente processadas e exportadas sob a forma de derivados.
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