Bolsonaro desiste de ir à Cúpula do Prosul na Colômbia e Mourão vai representá-lo
![]()
BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro desistiu de ir à Cartagena (Colômbia) para participar da Cúpula do Prosul, Fórum para Progresso e Desenvolvimento da América do Sul, e decidiu enviar como representante do governo brasileiro o vice-presidente Hamilton Mourão.
"O presidente da República, Jair Bolsonaro, não irá a Cartagena para a III Cúpula do Prosul. O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, participará da reunião", confirmou o Itamaraty, em resposta à Reuters por email.
A cúpula do Prosul está marcada para ocorrer na quinta-feira, dia 27. Na semana passada, a chancelaria brasileira chegou a confirmar a ida de Bolsonaro à reunião em comunicado de credenciamento de imprensa.
O governo não deu uma justificativa oficial para a desistência do presidente. Um ministro palaciano ouvido pela Reuters creditou a decisão à morte da mãe do presidente, ocorrida na semana passada, e à realização da missa de 7º dia, marcada para a quinta-feira, mesmo dia da cúpula.
Bolsonaro voltou do Suriname na sexta-feira e cancelou uma viagem à Guiana para comparecer ao enterro de dona Olinda, que havia sido internada na quarta, em Eldorado (SP).
O presidente voltou a Brasília no sábado e teve agenda normal na manhã de segunda-feira, mas cancelou os compromissos da tarde e suspendeu toda a agenda oficial até quarta. De acordo com um auxiliar, para respeitar o luto. No entanto, está despachando normalmente no Palácio do Planalto.
(Reportagem de Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito)
0 comentário
Wall Street tomba em meio a temores de problemas relacionados a IA e preocupações com tarifas
Ibovespa fecha em queda com bancos e perdas em NY após testar 191 mil pontos
Dólar fecha perto da estabilidade no Brasil, mas na menor cotação em quase 21 meses
Fluxo de dólares abre espaço para BC não rolar de forma integral swaps cambiais e linhas
Índice STOXX cai conforme novas incertezas comerciais dos EUA prejudicam humor do mercado
Rubio viaja para se reunir com líderes caribenhos enquanto EUA pressionam Cuba e Venezuela