Feijão, por Ibrafe: Sem baixar o preço, negócios acontecem com prazo
Os compradores vão se aproximando novamente das regiões produtoras. Começam a entrar em acordo. Se o preço para os melhores lotes não baixam, a opção é pressionar com o prazo. Mas é um bom caminho para começar a fluir. Os empacotadores têm afirmado, salvo raras exceções, que a venda de janeiro em relação à venda do ano passado foi 25/30% menor. Há teorias das razões, mas de fato não há conclusões absolutas. Este fato deixa inseguro quem comprou o Feijão esperando ganhos rápidos. Contribuiu ontem para a confusão a manchete que foi publicada pela metade nos sites do agro dando conta de que a safra nacional do ano seria a menor da história quando o correto seria a Primeira Safra do ano é a menor. Até mesmo os produtores argentinos entraram em contato para tentar entender o que está acontecendo, claro, querendo ver se aumentam ainda este ano a área de plantio lá. Tudo esclarecido, a expectativa é que o consumidor venha para as compras no final da semana que vem no varejo de todo o Brasil.
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