Soja sobe mais de 1% na manhã desta 2ª feira em Chicago mantendo foco sobre clima da AMS
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A semana começa com os preços da soja subindo na Bolsa de Chicago. Perto de 7h30 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 11,25 e 15,25 pontos, com o contrato maio já chegando aos US$ 15,71 por bushel. O julho tinha US$ 15,65, e o mercado segue de olho na quebra da safra da América do Sul e em nos movimentos que o mercado deverá fazer para se ajustar à oferta menor na temporada 2021/22.
O final de semana foi de tempo quente e seco no Rio Grande do Sul e chuvas aquém do esperado na Argentina, o que continua agravando as perdas nas lavouras de soja. Na última semana, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires fez um corte em sua estimativa para a safra do país e novos poderão acontecer caso as condições climáticas não comecem a apresentar alguma melhora, o que ainda não está previsto nos mapas.
O Grupo Labhoro, o Notícias Agrícolas e a Big Safra têm percorrido a Argentina desde domingo (6) para conferir a realidade das lavouras de soja e milho no país vizinho. As perdas se mostram bastante agressivas e a necessidade de mais chuvas é bastante urgente.
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Além disso, o mercado também se ajusta aos novos boletins mensais da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que serão divulgados nesta quarta-feira (9). Ambos poderiam trazer ajustes à safra sul-americana e voltar a mexer com as cotações na CBOT.
Nesta segunda-feira sobem ainda os futuros do farelo de soja, com altas de mais de 1% - refletindo as condições da Argentina, maior exportadora global do derivado - e do óleo de soja. Em contrapartida, os preços do petróleo corrigem as últimas altas e as máximas em sete anos alcançadas na semana passada.
Veja como fechou o mercado na última sexta-feira:
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