Ações da China caem com riscos de inflação e salto em casos de Covid
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XANGAI (Reuters) - As ações chinesas fecharam em baixa nesta quarta-feira, com os investidores temendo que o rali dos preços das commodities terá um impacto mais amplo na segunda maior economia do mundo, enquanto novos casos domésticos de coronavírus também pesavam no sentimento de risco.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,92%, a uma mínima desde 30 de junho de 2020, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,13%.
"Liquidações de pânico" levaram as ações a quedas acentuadas consecutivas, principalmente devido a fatores externos, como riscos inflacionários globais, já que os preços das commodities atingiram máximas em uma década diante do conflito na Ucrânia, disse Yang Delong, economista-chefe do First Seafront Fund Management.
O sentimento era fraco, pois investidores também esperam que o governo lance mais medidas para conter a propagação do coronavírus, provavelmente prejudicando o crescimento do setor de consumo, disse Yang.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,30%, a 24.717 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,67%, a 20.627 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,13%, a 3.256 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,92%, a 4.226 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 1,09%, a 2.622 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 1,13%, a 17.015 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 1,48%, a 3.195 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,04%, a 7.053 pontos.
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