China nega alegação dos EUA de que Rússia pediu ajuda na Ucrânia
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LONDRES (Reuters) - A China negou nesta terça-feira as alegações de autoridades dos Estados Unidos de que a Rússia havia buscado assistência militar chinesa para o conflito na Ucrânia e acusou Washington de espalhar "desinformação maliciosa" que pode levar ao agravamento do conflito.
"Os EUA espalharam repetidamente desinformação maliciosa contra a China sobre a questão da Ucrânia", disse a embaixada chinesa em Londres à Reuters em um comunicado.
"A China tem desempenhado um papel construtivo na promoção das conversações de paz", acrescentou.
"A principal prioridade agora é aliviar a situação, em vez de acrescentar combustível ao fogo, e trabalhar para um acordo diplomático, em vez de agravar ainda mais a situação."
Vários funcionários norte-americanos disseram que a Rússia havia pedido à China equipamento militar após sua invasão da Ucrânia em 24 de fevereiro, despertando a preocupação na Casa Branca de que Pequim poderia minar os esforços ocidentais para ajudar as forças ucranianas a defender seu país.
O Kremlin negou que qualquer pedido desse tipo tivesse sido feito.
(Reportagem de Guy Faulconbridge)
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