Café abre semana estendendo baixas em Nova York e Londres; preocupação com demanda continua pesando
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O mercado futuro do café arábica abriu o pregão desta segunda-feira (25) com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O mercado estende as baixas do último pregão, quando o café foi pressionado pela valorização do dólar ante ao real. Além disso, o consumo de café segue pressionado com a guerra entre Rússia e Ucrânia.
"Isso alimenta a preocupação de que a invasão da Ucrânia pela Rússia levará a uma inflação mais rápida, reduzirá os gastos dos consumidores e reduzirá o consumo de café à medida que os consumidores apertam o cinto e limitam suas visitas a restaurantes e cafés”, destacou a última análise do Escritório Carvalhaes.
Por volta das 08h51 (horário de Brasília), julho/22 tinha queda de 320 pontos, negociado por 223,95 cents/lbp, setembro/22 tinha desvalorização de 320 pontos, cotado por 223,85 cents/lbp, dezembro/22 tinha queda de 305 pontos, valendo 223,45 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também abriu com desvalorização. Julho/22 tinha queda de US$ 33 por tonelada, valendo US$ 2083, setembro/22 tinha baixa de US$ 31 por tonelada, negociado por US$ 2089, novembro/22 tinha desvalorização de US$ 30 por tonelada, negociado por US$ 2092 e janeiro/23 tinha baixa de US$ 30 por tonelada, valendo US$ 2089.
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