Ibrafe: Venezuela “exportou” consumidores de Feijão-preto
Uma matéria publicada na Pulsepod, blog do GPC - Global Pulse Confederation - trouxe uma reflexão interessante para o setor Feijoeiro. Os 6 milhões de refugiados da Venezuela, que saíram em massa para países vizinhos na América Latina, levaram consigo a culinária. Fruto deste fato é que países como Colômbia e Peru registraram aumento de consumo de Feijões-pretos, o que implicou em importarem mais Feijões. Por aí começamos a imaginar o impacto, no cotidiano na população, por exemplo, da Colômbia, que com cerca de 50 milhões de habitantes recebeu cerca de 2 milhões de venezuelanos. Isto representa 4% do total da população. E lendo esta matéria, passei a refletir sobre as oportunidades que isso vai abrindo para o Brasil. Já exportamos Feijões para Venezuela. Mas países da América Latina que não produzem Feijão-preto, por exemplo, acabam importando, pois tem demanda em seu país. Na sequência, ocorre que parte da população local acaba experimentando e também passa a consumir Feijão. É o caso dos Estados Unidos, que tinham o Feijão-preto como produto voltado à população latina que lá reside e exportação. Hoje em dia, em algumas regiões, há mais consumidores americanos em restaurantes como Texmex do que latinos.
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