Café volta a sentir pressão das chuvas e cai por mais um pregão em Nova York
![]()
O mercado futuro do café arábica voltou a operar com desvalorização para os principais contratos no pregão desta segunda-feira (17) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
O mercado do café continua sentido a pressão da previsão de chuvas no Brasil nos próximos dias. De acordo com Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a partir de quarta-feira (19) muita chuva deve avançar para a região cafeeira no Brasil. Na última semana, o arábica registrou a mínima dos últimos três meses, pressionado pelas chuvas no Brasil e também pelo volume de café exportado pelo país no mês de setembro. Os negócios seguem travados e o produtor participa a medida que precisa fazer caixa.
Por volta das 12h54 (horário de Brasília), dezembro/22 tinha queda de 140 pontos, negociado por 195,05 cents/lbp, março/23 tinha queda de 215 pontos, cotado por 190,85 cents/lbp, maio/23 tinha baixa de 205 pontos, negociado por 188,90 cents/lbp e julho/23 tinha queda de 230 pontos, valendo 186,95 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café conilon também voltou a operar com desvalorização. Janeiro/23 teve queda de US$ 11 por tonelada, valendo US$ 2040, março/23 tinha queda de US$ 12 por tonelada, cotado por US$ 2020, maio/23 tinha queda de US$ 11 por tonelada, negociado por US$ 2008 e julho/23 teve baixa de US$ 11 por tonelada, cotado por US$ 2003.
0 comentário
Café sobe com alerta climático e oferta travada; mercado acompanha ritmo da safra brasileira
Café sobe em Nova Iorque e Londres com clima e oferta ainda no radar do mercado
Mais lenta por chuvas, colheita de café no Sul de Minas aproxima-se de 10%, aponta Cepea
Café abre a terça-feira com altas moderadas e mercado atento à safra brasileira
Vem aí, a Expocafé 2026: Governador de Minas Gerais confirma presença na abertura da maior feira da cafeicultura do Brasil
Cafeicultura entra na mira global e produtor pode enfrentar prejuízos por falhas trabalhistas