Com foco nas chuvas no Brasil, arábica amplia baixas em Nova York nesta 4ª feira
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O mercado futuro do café arábica abriu o pregão desta quarta-feira (26) estendendo as baixas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). A previsão de mais chuva no Brasil nos próximos dias continua pressionando as cotações no mercado futuro.
A recessão global também pressiona o mercado de café, que se preocupa com a demanda no mercado externo. As crises anteriores, no entanto, mostraram que o café se mostra resiliente, mas também indicam mudança no tipo de café. Segundo lideranças do setor, os cafés especiais, assim como na pandemia, podem sentir os impactos de forma mais expressiva.
Por volta das 08h51 (horário de Brasília), dezembro/22 tinha queda de 280 pontos, negociado por 183 cents/lbp, março/23 tinha queda de 195 pontos, cotado por 180,55 cents/lbp, maio/23 tinha baixa de 165 pontos, valendo 178,75 cents/lbp e julho/23 tinha baixa de 145 pontos, cotado por 177,35 cents/lbp.
Em Londres, o café tipo conilon também abriu com desvalorização. Janeiro/23 tinha queda de US$ 10 por tonelada, negociado por US$ 1937, março/23 tinha desvalorização de US$ 10 por tonelada, cotado por US$ 1923, maio/23 tinha baixa de US$ 12 por tonelada, negociado por US$ 1911 e julho/23 tinha queda de US$ 8 por tonelada, valendo US$ 1911.
Mercado Interno - Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 1,85% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.060,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 4,39%, negociado por R$ 1.090,00, Machado/MG teve baixa de 3,76%, negociado por R$ 1.025,00, Campos Gerais/MG teve queda de 2,79%, cotado por R$ 1.045,00 e Franca/SP teve queda de 1,82%, valendo R$ 1.080,00.
O tipo cereja descascado teve queda de 1,73% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.134,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 4,07%, valendo R$ 1.180,00 e Campos Gerais/MG registrou queda de 2,64%, negociado por R$ 1.105,00.
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