Faria diz que Bolsonaro deve se manifestar sobre eleições só 3ª-feira e discute medidas para debloquear rodovias
![]()
Por Ricardo Brito
BRASÍLIA (Reuters) - O ministro das Comunicações, Fábio Faria, afirmou que o presidente e candidato derrotado à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), deverá se manifestar sobre o resultado das eleições presidenciais apenas na terça-feira.
"Ele deve fazer amanhã, foi para casa redigir o discurso e amanhã deve fazer o pronunciamento", disse ele à Reuters, ao acrescentar que não sabe qual o teor do pronunciamento e que ele está "muito tranquilo e sóbrio".
Havia a expectativa que Bolsonaro pudesse se manifestar sobre a derrota que sofreu na véspera para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda nesta segunda, de acordo com o que disse mais cedo o presidente em exercício do PP, deputado federal reeleito Cláudio Cajado (BA).
Até o momento, passadas quase 24 horas desde a derrota para Lula, o presidente não reconheceu a vitória do petista. Ele passou o dia em encontros reservados no Palácio da Alvorada e no Palácio do Planalto sem falar com a imprensa ou usar redes sociais, o que é de hábito dele.
DESBLOQUEIO DE ESTRADAS
Fábio Faria disse ainda que Bolsonaro está discutindo com o advogado-geral da União, Bruno Bianco, medidas para garantir o desbloqueio de rodovias federais em diversos Estados brasileiros.
"Isso ele está tratando direto com a AGU, para tentar resolver isso com o Bruno Bianco, ministro responsável por isso", disse Faria.
Caminhoneiros simpáticos ao presidente têm obstruído rodovias em protesto contra a derrota de Bolsonaro.
0 comentário
Ucrânia e Rússia iniciam negociações em Genebra enquanto Trump aumenta pressão sobre Kiev
Dólar pode ter uma trégua após quatro meses de queda
PF faz operação para investigar vazamento de dados da Receita de ministros e parentes
Ouro e prata caem com a China fechada devido ao Ano Novo Lunar
Warsh pode querer um balanço patrimonial menor para o Fed, mas isso é difícil de conseguir
Dólar se valoriza com aposta dos operadores de câmbio em menos cortes de juros pelo Fed