Soja retoma negócios em Chicago operando campo negativo; derivados também caem
![]()
O mercado da soja retomou os negócios na Bolsa de Chicago, depois do feriado do Dia de Martin Luther King, nos EUA, operando em campo negativo. As cotações cediam de quase 1% - perdendo de 10 a 14 pontos nos principais contratos, levando o março e o maio a US$ 15,13 por bushel, por volta de 7h20 desta terça-feira (17).
As cotações recuavam, segundo analistas e consultores internacionais, pela pressão das expectativas de uma safra recorde no Brasil e com os trabalhos de colheita ganhando mais ritmo no país. A oferta vai chegando efetivamente ao mercado, deixando a soja brasileira mais competitiva em relação a seus concorrentes, em especial os EUA.
Além disso, o farelo cede mais de 1%, o óleo também opera no vermelho e ambos ajudam a manter a pressão acentuada sobre o grão nesta volta dos negócios.
O clima na América do Sul, assim, permanece em foco e no centro das atenções dos traders.
O financeiro e o quadro econômico global, os desdobramentos da guerra entre Rússia e Ucrânia e a China prestes a entrar no feriado do Ano Novo Lunar também estão no front.
0 comentário
Mercado da soja tem viés baixista até mesmo no longo prazo; margens no BR podem ser ainda menores em 26/27
Soja inverte o sinal em Chicago e perde mais de 1% na tarde desta 6ª feira
Em Chicago, preços da soja têm novas altas nesta 6ª feira, entre fundamentos e cenário externo
Colheita de soja no RS alcança 10% da área, mas segue atrás da média histórica
Colheita da soja alcança 10% da área cultivada no RS
Preços da soja sobem nos portos do BR e voltam a superar os R$ 130/sc com leves ganhos em Chicago e dólar em alta