Soja: Mercado em Chicago volta a recuar nesta 4ª feira e sente pressão da AMS
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O mercado da soja volta a operar em baixa nesta quarta-feira (25) na Bolsa de Chicago. Perto de 7h40 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam entre 5 e 6,50 pontos nos contratos mais negociados, levando o maio a US$ 14,80 e o julho a US$ 14,73 por bushel. Cedem ainda farelo e óleo de soja na CBOT no pregão de hoje.
Mais cedo, as cotações chegaram a trablhar em campo positivo, subindo pela primeira vez em seis sessões.
Os preços mantêm o movimento de queda, segundo explicam analistas e consultores, ainda sentindo a pressão da chegada da nova safra brasileira. Apesar de perdas pontuais, principalmente no sul do país ainda refletindo os efeitos do La Niña, o Brasil deverá ter uma colheita recorde e traz pressão ao mercado.
O que traz algum alerta aos traders agora, por outro lado, é o atraso que se configura na colheita pelo excesso de chuvas em algumas áreas, em especial do centro-norte brasileiro.
A Argentina e sua seca permanecem no radar. Todavia, as chuvas dos últimos dias que amenizam o quadro da pior estiagem em 60 anos, na perspectiva de algumas instituições, tiram o peso de uma notícia já conhecida pelo mercado. Tais precipitações, porém, devem beneficiar apenas as lavouras plantadas mais tarde.
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+ Chuvas na Argentina deverão favorecer recuperação apenas às lavouras plantadas mais tarde
A China fora do mercado em função do feriado do Ano Novo Lunar e a falta de notícia de nova demanda também mantém o mercado mais fraco e o movimento de liquidação de posição por parte dos fundos acaba ganhando mais espaço.
Ainda nesta quarta-feira, cai também o petróleo - depois de boas e consecutivas altas - o que ajuda a pesar sobre algumas commodities.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
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