Milho abre abril subindo 1% na Bolsa Brasileira
![]()
A segunda-feira (03) começa com os preços futuros do milho operando no campo positivo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 79,65 e R$ 81,90por volta das 10h07 (horário de Brasília).
O vencimento maio/23 era cotado à R$ 80,20 com elevação de 0,77%, o julho/23 valia R$ 79,65 com alta de 1,08%, o setembro/23 era negociado por R$ 79,59 com valorização de 1,29% e o novembro/23 tinha valor R$ 81,90 com ganho de 0,92%.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu as atividades desta segunda-feira contabilizando movimentações positivas para os preços internacionais do milho futuro.
Por volta das 09h44 (horário de Brasília), o vencimento maio/23 era cotado à US$ 6,65 com ganho de 4,50 pontos, o julho/23 valia US$ 6,43 com valorização de 7,25 pontos, o setembro/23 era negociado por US$ 5,83 com alta de 6,00 pontos e o dezembro/23 tinha valor US$ 5,72 com elevação de 5,50 pontos.
Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de grãos subiram no pregão da madrugada em Chicago após os estoques trimestrais divulgados na sexta-feira (31) e os relatórios de área plantada do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
A publicação destaca que os estoques de milho em 1º de março foram relatados em 7,4 bilhões de bushels, queda de 5% em relação ao ano anterior e o menor para a data em nove anos. Já os analistas, esperavam 7,47 bilhões de bushels, de acordo com uma pesquisa da Reuters.
Relembre como fechou o mercado na última sexta-feira (31):
0 comentário
Déficit de milho e força dos portos ampliam debate logístico em Santa Catarina
Chicago realiza lucros nesta quinta-feira e futuros do milho operam com leves perdas
Maiores cotações em 3 anos para o milho de Chicago, que saltou mais de 2% nesta quarta-feira
Futuros do milho se valorizam em Chicago nesta quarta-feira após disparada do trigo
Área de milho na Argentina deve ficar estável em 2026/27, prevê bolsa
Condições das lavouras seguem piorando nos EUA e futuros do milho saltam quase 2% em Chicago