Inflação ao consumidor no Chile marca 1,1% em março e banco central vê preços demorando a recuar
![]()
SANTIAGO (Reuters) - Os preços ao consumidor no Chile subiram 1,1% em março, mostraram dados da agência de estatísticas INE nesta quinta-feira, aproximadamente em linha com as previsões do mercado, conforme o maior produtor mundial de cobre luta contra uma inflação teimosamente alta.
O número de março, que reverteu uma queda inesperada de 0,1% observada em fevereiro, levou a inflação em 12 meses para 11,1%, um desaceleração frente aos 11,9% no mês anterior, mas ainda bem acima da meta do banco central de 2% a 4%. Economistas consultados pela Reuters esperavam alta de 1,0% no mês passado.
Os novos dados foram divulgados depois que o banco central do Chile manteve, nesta semana, sua taxa básica de juros inalterada em 11,25%, mas alertou que a economia está se ajustando mais lentamente do que o esperado e que a inflação está demorando mais para cair.
A autoridade monetária tem destacado os preços elevados do núcleo da inflação e, em relatório divulgado na quarta-feira, afirmou que, embora as pressões de preços devam continuar a recuar nos próximos trimestres, convergirão para sua meta de 3% apenas no final de 2024.
O salto dos preços de março foi impulsionado principalmente pelos custos do ensino superior e lazer no início do ano letivo, disse o INE. Um total de 9 dos 12 grupos pesquisados --incluindo o de alimentos e bebidas não alcoólicas-- registraram aumentos mensais.
0 comentário
Preços ao produtor na China tem maior alta em quatro anos e pressionam fabricantes
Ações sobem com recuperação de papéis da tecnologia e Oriente Médio em destaque
Bolsa chinesa tem melhor pregão em três meses com recuperação do setor de chips
Trump vai retirar Síria da lista dos EUA de países patrocinadores de terrorismo
Ibovespa fecha em queda com Oriente Médio e juros dos EUA em foco
Forças dos EUA realizam novos ataques contra Irã