Futuros do milho seguem no campo positivo da B3 nesta 2ªfeira
![]()
Os preços futuros do milho seguem operando em campo positivo na Bolsa Brasileira (B3) ao longo dessa segunda-feira (15). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 58,21 e R$ 62,58 por volta das 13h00 (horário de Brasília).
O vencimento maio/23 era cotado à R$ 58,67 com alta de 0,72%, o julho/23 valia R$ 58,21 com elevação de 0,95%, o setembro/23 era negociado por R$ 60,57 com valorização de 1,12% e o novembro/23 tinha valor de R$ 62,58 com ganho de 0,10%.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também segue sendo um território positivo para os preços internacionais do milho futuro, que subiam por volta das 12h50 (horário de Brasília).
O vencimento julho/23 era cotado à US$ 5,97 com valorização de 10,75 pontos, o setembro/23 valia US$ 5,17 com alta de 6,25 pontos, o dezembro/23 era negociado por US$ 5,15 com elevação de 6,25 pontos e o março/24 tinha valor de US$ 5,25 com ganho de 5,75 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, apesar das expectativas de safras recordes de milho previstas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) nos relatórios WASDE de oferta e demanda da última sexta-feira, os atrasos das chuvas no fim de semana elevaram os preços do milho esta manhã.
“Ganhos maiores no próximo contrato de julho de 2023 sugerem que os usuários finais domésticos não estão desacelerando a produção no curto prazo, mesmo em meio a previsões de exportação fracas para o próximo pico da temporada de exportação de milho”, destaca a analista da Farm Futures, Jacqueline Holland.
0 comentário
Petróleo e dólar pressionaram quedas nos preços no milho ao longo dessa semana
Milho: B3 volta a subir nesta 5ª feira com clima preocupando para safrinha
Milho cai mais de 2% em Chicago nesta 4ª feira, acompanhando forte baixa do petróleo
Tamanho da safrinha de milho gera muitas incertezas no BR e mercado ainda não precificou perdas
Importação de insumos e geopolítica pautam 4º Congresso Abramilho
Futuros do milho fecham a 2ªfeira subindo mais de 1% em Chicago com força da soja, petróleo e exportações