Países ricos devem fazer mais para combater pandemias, diz esboço de tratado da OMS
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Por Jennifer Rigby e Emma Farge
LONDRES (Reuters) - Os países mais ricos devem ser solicitados a se esforçar mais para ajudar o mundo a lidar com as pandemias, de acordo com um novo rascunho de um tratado que está sendo discutido na Organização Mundial da Saúde (OMS).
Os países com mais “capacidades e recursos” devem assumir um “grau proporcional” de responsabilidade pela preparação e resposta às ameaças globais de saúde, sugere o esboço, visto pela Reuters nesta terça-feira.
O tratado, um acordo juridicamente vinculativo que está sendo negociado pelos Estados membros da OMS, visa abordar o que chama de "falha catastrófica" da comunidade internacional em combater a Covid-19 de maneira justa em todo o mundo.
A Covid matou cerca de 7 milhões de pessoas desde que surgiu na China no final de 2019, interrompendo a economia global e devastando comunidades. Mais de 750 milhões de contaminações foram registradas.
O documento de 42 páginas também busca ajudar o mundo a evoluir após a Covid. Os Estados membros têm a opção de remover vários parágrafos em negociações futuras, incluindo aqueles sobre responsabilidades.
As seções que se mostraram controversas em rascunhos anteriores, incluindo sobre propriedade intelectual e a reserva de 20% dos testes, tratamentos e vacinas para a OMS distribuir em países mais pobres durante emergências, permanecem no novo rascunho, mas ainda podem ser removidas. Nenhuma disposição sobre contramedidas pandêmicas existia durante a pandemia da Covid.
O documento também define "pandemia" - um dos vários pontos críticos que já ocuparam tempo de discussão - como "a disseminação global de um patógeno ou variante" que se espalha facilmente, é perigoso, sobrecarrega os sistemas de saúde e requer coordenação internacional.
(Reportagem de Jennifer Rigby em Londres e Emma Farge em Genebra)
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