Imposto seletivo na reforma tributária fará diferença na questão ambiental, diz Haddad
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SÃO PAULO (Reuters) - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira que o imposto seletivo previsto na reforma tributária fará diferença para o meio ambiente, com o novo modelo de taxação proposto sendo voltado para a transição ecológica.
O parecer inicial da proposta de reforma tributária apresentado na última quinta-feira prevê a substituição de cinco tributos por um IVA dual não cumulativo, a ser cobrado no local de consumo dos bens e serviços, com a criação de um tributo seletivo que incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio-ambiente, como bebidas e cigarros.
"Imposto seletivo justamente vai fazer diferença na questão ambiental e na questão de saúde pública, e será, portanto, um imposto moderno e voltado para essa transição ecológica", disse Haddad na abertura do Evento "Ontem, Hoje e Amanhã" do Fundos de Investimento Climático (CIF).
Pouco antes do lançamento do Plano Safra 2023/2024, mais tarde nesta terça-feira, Haddad disse que o programa "pela primeira vez terá um ingrediente ambiental forte", com 10% do financiamento do fundo sendo canalizado para projetos de sustentabilidade mais "arrojada".
O ministro disse ainda que o Brasil, até o final do primeiro ano de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estará alinhado com as melhores práticas ambientais globais e "vai colher os frutos" disso, atraindo investimentos estrangeiros.
"Nenhum outro país oferecerá tantas boas condições para a produção de produtos verdes como o Brasil", afirmou ele.
(Por Luana Maria Benedito)
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