Soja dá sequência às altas em Chicago nesta 6ª feira, mesmo com melhores chuvas previstas para os EUA
![]()
Seguem as altas da soja na Bolsa de Chicago no pregão desta sexta-feira (25). Por volta de 7h40 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa subiam de 6,75 a 7,25 pontos nos principais vencimentos, com o novembro chegando aos US4 13,79 e o maio/24, US$ 13,96 por bushel. No complexo soja, novas altas se registravam também entre os futuros do óleo, de mais de 1%.
O mercado segue refletindo as preocupações com a safra americana nesta fase final, contando com condições de clima bastante adversas. O tempo seco e bastante quente pode tirar um pouco mais da produtividade dos campos de soja e milho dos EUA e até que os números da temporada 2023/24 fiquem mais claros, a volatilidade continua.
As previsões climáticas, porém, sinalizam chuvas melhores para os próximos dias no país, com volumes ainda contidos. O mapa abaixo, do NOAA, traz a previsão das precipitaçãoes para os próximos sete dias.

A chegada dos dados do Pro Farmer permanece no radar dos traders e hoje, durante a tarde, às 15h30 (horário de Brasília), serão reportados as estimativas nacionais deste que é um dos mais tradicionais tours de safra dos EUA. Ao longo da semana, as informações estaduais foram sendo reportadas diariamente.
Leia mais:
+ Pro Farmer: Efeitos da seca preocupam mais em Nebraska e Indiana, mas números superam 22/23
+ Pro Farmer registra safras melhores em Dakota do Sul e Ohio no início do crop tour 2023/24
Assim, a semana vai terminando com o mercado buscando redefinir seu direcionamento. Veja como fechou a quinta-feira:
0 comentário
Soja sobe em Chicago acompanhando avanço do trigo nesta segunda-feira
AgRural: MT ganha ritmo, mas plantio de soja do Brasil agora está atrás do ano passado
SOJA/CEPEA: Preços recuam no Brasil e nos EUA
Soja 26/27 entra em outubro entre excesso de chuva no Sul e umidade ainda irregular em Mato Grosso
Mato Grosso semeia 10,23% da soja e mantém ritmo abaixo da safra 2025/26
Mercado da soja encerra semana sob pressão sazonal em Chicago e cautela com eleições e câmbio no Brasil